Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/03/2019

“Queridos filhos, os chamo apóstolos do MEU AMOR. Os mostro o MEU FILHO, que é a VERDADEIRA PAZ e o VERDADEIRO AMOR. Como MÃE mediante a GRAÇA DIVINA, desejo guiá-los até ELE. Filhos MEUS, por isto os convido a observarem a vocês mesmos em direção ao MEU FILHO, a olharem para ELE com o coração e verem com o coração onde vocês estão e para onde está andando a vida de vocês. Filhos MEUS, os convido a compreenderem que vocês vivem graças ao MEU FILHO, graças ao SEU AMOR e ao SEU SACRIFÍCIO. Vocês pedem ao MEU FILHO para ser clemente com vocês, mas EU os convido à MISERICÓRDIA. Vocês pedem a ELE para ser BOM com vocês e a perdoá-los, mas já a quanto tempo EU peço a vocês, MEUS filhos, de perdoarem e de amarem a todas as pessoas que encontrarem. Quando vocês compreenderem com o coração as MINHAS PALAVRAS, compreenderão e conhecerão o VERDADEIRO AMOR, e poderão ser apóstolos deste AMOR, MEUS apóstolos, meus queridos filhos.
Obrigada !”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa Francisco: cuidado com os cristãos que se apresentam como “perfeitos”



O Santo Padre nos alerta: coração dos hipócritas não está aberto à graça

Na missa celebrada na manhã desta terça-feira, 16, na Capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco comentou a passagem do Evangelho de São Lucas em que Jesus dá uma resposta dura ao fariseu admirado porque Ele se senta à mesa sem ter lavado as mãos como a Lei prescrevia.

O Papa enfatiza a diferença entre o amor do povo por Jesus e o ódio dos doutores da lei, escribas, saduceus e fariseus que o seguiam para pegá-lo em alguma falta.
“Eram realmente um exemplo de formalidade. Mas faltava vida a eles. Eram, por assim dizer, “engomados”. Eram os rígidos. E Jesus conhecia a alma deles. Isto nos escandaliza, porque eles se escandalizavam com as coisas que Jesus fazia quando perdoava os pecados, quando curava no sábado. Eles rasgavam as suas vestes: ‘Oh! Que escândalo! Isto não é de Deus, porque o certo é fazer assim’. Eles não se importavam com as pessoas: para eles importava a lei, as prescrições, os preceitos”.
Mesmo assim, Jesus aceita o convite do fariseu para o almoço, porque Ele é livre e quer chegar a todos. Ao fariseu, escandalizado com o seu comportamento, Jesus responde:
“Vós fariseus, limpais o copo e o prato por fora, mas o vosso interior está cheio de roubos e maldades”.
O Papa comenta:
“Não são palavras bonitas, não é? Jesus falava claro, não era hipócrita. Falava claro. E disse a ele: ‘Por que você olha para o exterior? Olhe para o que existe dentro’. Em outra ocasião já tinha dito a eles: ‘Vocês são sepulcros caiados’. Belo elogio, não? Belos por fora, todos perfeitos… todos perfeitos… Mas, por dentro, cheios de podridão, de roubos e maldades, diz Ele. Jesus faz a distinção entre a aparência e a realidade interior. Aqueles homens são ‘os doutores das aparências’: sempre perfeitos, mas, por dentro, o que há?”.
Francisco recorda outras passagens do Evangelho em que Jesus condena essas posturas, como a parábola do Bom Samaritano ou Suas palavras sobre jejuar e dar esmolas com ostentação.
“Jesus qualifica estas pessoas com uma palavra: ‘hipócrita!’”.
São pessoas de alma gananciosa, capazes de matar.
“E capazes de pagar para matar ou caluniar, como se faz hoje. Hoje também se faz assim: se paga para dar más notícias, notícias que sujam os outros”.
Eram pessoas “rígidas”, não dispostas a mudar.
“Mas sempre, por trás de uma rigidez, existem problemas, problemas graves. Por trás das aparências de bom cristão – aparências – existem problemas. Ali não está Jesus. Ali está o espírito do mundo”.
Jesus os chama de “insensatos” e os aconselha a abrirem a alma ao amor, para que a graça possa entrar: a salvação “é um dom gratuito de Deus. Ninguém salva a si mesmo, ninguém”. Completa o Papa:
“Tenham cuidado com os rígidos. Tenham cuidado com os cristãos, sejam eles leigos, padres, bispos, que se apresentam como ‘perfeitos’, rígidos. Tenham cuidado. Não há o Espírito de Deus ali. Falta o espírito da liberdade. E tenhamos cuidado com nós próprios, porque isso deve nos levar a pensar em nossa vida. Eu costumo olhar só para as aparências? E não mudo o coração? Não abro o meu coração à oração, à liberdade da oração, à liberdade da esmola, à liberdade das obras de misericórdia?”.
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A partir de matéria do Vatican News


Segunda, 22/10/2018 - Aleteia
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