Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Filme “Agnus Dei”: o dilacerante calvário das freiras estupradas por soldados

A excruciante história real das religiosas polonesas de clausura que foram estupradas por soldados comunistas soviéticos - e ficaram grávidas

Enquanto escrevo a resenha deste filme, tremo e sinto meus olhos cheios de lágrimas. “Agnus Dei” (2016) é, absolutamente, um dos filmes mais excruciantes e, ao mesmo tempo, mais inspiradores dos últimos tempos. É um daqueles filmes raros que conseguem nos mudar à medida que assistimos ao desenrolar da história.

Agnus Dei” é ambientado em 1945 e se baseia no diário da Dra. Madeleine Pauliac (renomeada Mathilde no filme). A Dra. Pauliac, médica e tenente do exército francês, foi nomeada chefe de equipe em Varsóvia e responsável pela Cruz Vermelha francesa durante a fase final da Segunda Guerra Mundial, quando a União Soviética já tinha assumido o controle do país.

Podemos até estar “acostumados” com toda a violência presente nos filmes, mas, neste caso, é diferente. Olhar com a consciência de que os eventos ali contados realmente aconteceram foi extremamente difícil – quase impossível.

No entanto, é necessário às vezes assistir a eventos terríveis para entender melhor a nossa história, a nossa fé e até a nós mesmos.

Mathilde conhece uma jovem freira polonesa que escapou do convento para procurar ajuda médica para uma das noviças. Quando Mathilde, uma mulher sem fé, decide por fim acompanhá-la, encontra uma situação inimaginável. Meses antes da sua chegada, soldados soviéticos tinham invadido o convento de clausura beneditino e, repetidamente, violentado as freiras. E, como se isto não fosse causa suficiente de dor e vergonha, muitas delas tinham engravidado.

As religiosas pedem que Mathilde jure manter segredo, porque a Madre Superiora não quer que haja alarme público em torno ao caso, mas a médica recebe a permissão de retornar para cuidar da saúde das irmãs e dos recém-nascidos.

Há muitos temas bonitos no filme, mas o que mais atraiu a minha atenção foi o processo de sanação pelo qual as freiras passaram depois de enfrentarem o mal cara a cara. Embora terrível de assistir, a história é também profundamente comovente e inspiradora.

A diretora do filme, Anne Fontaine, fez um trabalho incrível para capturar o sofrimento, as emoções e os estágios de dor que essa violência causou às freiras. Todas as mulheres atingidas tiveram uma reação diferente às atrocidades que sofreram. Embora estivessem lutando e, em dados momentos, questionassem a Deus, a maioria delas suportou as provações sem nunca abandonar a fé.

Agnus Dei” é um filme que deve ser visto por todos aqueles que ministram aconselhamento aos outros. Pesado, dilacerante, ele lança um olhar intensamente tocante para o coração das mulheres de fé que foram violadas física e metafisicamente. A angústia das freiras é muito pessoal, sim, mas, ao mesmo tempo, é tragicamente comum na experiência humana universal, talvez em especial hoje em dia. Entre as profusas feridas da sociedade moderna, em nossas comunidades e em nossas famílias, há algo a ser entendido que fica explicado melhor na forma de história – inclusive quando é uma trágica história verdadeira.

O Evangelho e os sacramentos não são uma tecla para rebobinar os fatos nem borracha para apagá-los, mas são remédio para o nosso mundo ferido. Como mostra o filme com nuances dolorosas, a Igreja não é condescendente em nossa agonia, e nós mesmos não devemos ser, como ajudantes, amigos, conselheiros ou ministros. A cura dói. E dói ainda mais intensamente quando a ferida é tão profunda quanto a do estupro.

Depois de ver “Agnus Dei“, você terá uma compreensão mais abrangente das questões de fé e dos sentimentos de indignidade com que as vítimas de estupro têm de lidar e lutar. Deixemo-nos inspirar pela força dessas mulheres inocentes e oremos por todas as vítimas de abuso sexual.

VEJA TRAILER:




Segunda, 23/04/2018 - Catholic Link / Redação da Aleteia / Aleteia
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