Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Um homem comum, com esposa, filhos e… os estigmas da Paixão de Cristo!

Irving "Francis" Houle: as chagas de Jesus Crucificado, experimentadas em carne própria

Alguns santos puderam sentir literalmente em carne própria o sofrimento de Cristo na Cruz, como São Francisco de Assis, Santa Catarina de Siena e, mais perto da nossa época, o santo Padre Pio. Todos eles receberam o dom misterioso, doloroso e fascinante dos estigmas da Paixão.

Essa lista, porém, também traz um homem como nós: Irving “Francis” Houle, um pai de família dos Estados Unidos.

Irving nasceu em 1925, numa família católica de sete filhos, que rezava o terço todos os dias durante a Quaresma e fazia a Via Crúcis todos os domingos depois da Missa. À parte a devota vida espiritual, sua vida era a típica classe média do meio-oeste americano.

O jovem se formou no ensino médio em 1944, em plena fúria da Segunda Guerra Mundial, e, no dia seguinte à formatura, entrou no exército. Foi servir na Europa, na África e no Oriente Médio. Recebeu medalhas de reconhecimento e boa conduta. Retornou à sua casa em 1946, já terminada a guerra.

Seguindo o exemplo paterno de coerência e espontaneidade com a própria identidade de jovem católico, Irving se casou com Gail LaChapelle em 1948. Tiveram cinco filhos: Stephen, Peter, John e os gêmeos Matthew e Margo. Enquanto trabalhava para criar a família no norte do Michigan, Irving continuou ativo como paroquiano e membro dos Cavaleiros de Colombo.

Ele tinha 67 anos quando, na Sexta-Feira Santa de 1993, os estigmas começaram a se manifestar. Irving contou a um de seus irmãos e ao padre Robert Fox que Jesus lhe aparecera na Quarta-Feira de Cinzas daquela mesma Quaresma e dissera:
“Estou tirando as tuas mãos e te dando as minhas… Toca-as”.
Na Sexta-Feira Santa, o inchaço que tinha ficado cada vez mais notável nas suas mãos se abriu e começou a sangrar.

Walter Casey, um policial aposentado a quem o bispo pedira que acompanhasse Irving em todos os momentos, explicou que, da meia-noite às 3 da manhã, durante 365 dias por ano, o amigo sofria as chagas da Paixão de Cristo. Irving chegou a lhe dizer que Nossa Senhora o tinha visitado 19 vezes e afirmado que traria muita gente até ele e o levaria também a muita gente.


Estima-se, de fato, que Irving tenha orado individualmente por mais de 100 mil pessoas – que iam até ele e esperavam horas para, entre lágrimas e choros de emoção, vê-lo, tocá-lo e beijar as suas mãos, que ele estendia sobre as pessoas por quem rezava.

Irving “Francis” Houle nunca buscou atenção pessoal, doações ou apoio financeiro. Era inflexível em atribuir toda cura a Deus e em dizer que ninguém devia olhar para ele, mas para Cristo como a verdadeira causa de quaisquer graças, físicas ou espirituais.

Ele faleceu no primeiro sábado de 2009, aos 83 anos. Fazia mais de quinze que sofria os estigmas de Cristo. Aliás, é um dos poucos leigos ao longo da história da Igreja que viveram na própria carne este fenômeno místico dolorosíssimo, impactante e inexplicável.


Dois bispos da diocese de Marquette, no Michigan, dom James H. Garland e dom Alexander K. Sample, não encontraram qualquer irregularidade na atividade de Houle e deram a ele a sua bênção. Atualmente está em curso a sua causa de beatificação.


Houle escreveu a seguinte oração:
Oh, meu Jesus!
Meu coração pesa tanto!
O que Tu carregas é pesado demais para mim.
Deixa-me, Jesus meu, carregar um pouco a Tua cruz, só para saberes que eu me importo.
Olha para mim, Senhor amado, com os olhos da Tua misericórdia.
Que a Tuas mãos curadoras estejam sobre mim.
Se for a Tua vontade, dá-me saúde, força e paz.
Amém.

Terça, 16/01/2018 - Larry Peterson / Aleteia
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