Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Inferno, Purgatório e Céu: as mais fascinantes e controvertidas crenças da Igreja Católica

Reflexões do bispo auxiliar de Los Angeles, Robert Barron

É difícil entender a existência de um Deus infinitamente bom e um inferno também eterno. O bispo auxiliar de Los Angeles, Robert Barron, um dos líderes mais tecnológicos que a Igreja tem, conhecido por sua forte presença nas redes sociais, admite que “muitos cristãos que aceitam com agrado as doutrinas sobre o céu e o inferno acham os ensinamentos sobre o purgatório extravagantes e arbitrários, sem fundamento bíblico”.

“Deus não envia ninguém ao inferno, mas as pessoas escolhem ir para lá livremente. As portas do inferno estão sempre fechadas a chaves e por dentro”, disse o escritor Lewis. “Se há seres humanos no inferno, é porque eles insistiram claramente nisso”, escreve Barron, no livro Catolicismo (recentemente lançado em espanhol). O autor é doutor em Teologia, mestre em Filosofia e bispo auxiliar desde 2015.

Monsenhor Barron considera que “não podemos declarar com total certeza que alguém – nem sequer Judas ou Hitler – tenha escolhido trancar definitivamente a porta ao amor divino”. E prossegue: “A liturgia nos motiva a rezar por todos os mortos e, como a lei da oração é a lei da fé, precisamos nos agarrar à esperança da salvação”.

Purgatório

Para muitos cristãos, o purgatório aparece como um resíduo da Idade Média, um ensinamento supersticioso e supérfluo, sem claro suporte bíblico. Segundo o Catecismo da Igreja Católica, “os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas imperfeitamente purificados, mesmo conhecendo sua eterna salvação, depois da morte passam por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu. A Igreja chama de ‘purgatório’ esta purificação final dos eleitos” (CIC 1030-1031).

Sem dúvida, a palavra purgatório não está na escritura, “mas também não estão Encarnação e Trindade”, declara Barron. No entanto, pode-se argumentar que as sementes da ideia do purgatório estão sim no livro de Macabeus (II Macabeus 12, 44-46).

O Céu

O Céu nunca teve boa fama entre os pensadores. Marx e Freud apontam a existência do céu como “sinal de ingenuidade”.

O bispo Barron acredita que “parte da inteligência da tradição católica reside no fato de não  rejeitar nada”. Tudo o que se trata em um compêndio sobre Catolicismo (Deus, Jesus, Igreja, Sacramentos, Liturgia…) “está aí para nos levar para o Céu”, recorda o bispo norte-americano.

O Céu é, portanto, o destino e o sentido que alimenta tantos crentes. Ele tem sido imaginado de muitas maneiras: vida, luz, paz, banquete de núpcias, vinho do Reino, casa do Pai, Jerusalém celeste, paraíso (CIC 1027).


“Muitos cristãos são mais platônicos do que bíblicos ao conceber o fim da vida espiritual com a saída deste mundo e a partida para o céu”, aponta Barron. Ele ainda sugere “pensar no céu como uma espécie de jogo”, com muitos participantes em torno de um objetivo comum e com todas as suas capacidades e energias totalmente empenhadas.


Quarta, 27/12/2017 - Miriam Diez Bosch / Aleteia
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