Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2018

“Queridos filhos,

Através do Grande Amor do PAI CELESTIAL, EU estou com vocês como sua MÃE e vocês estão comigo como MEUS filhos, como Apóstolos do Meu Amor que sem cessar, reúnem-se em torno de MIM.

Filhos MEUS, vocês são aqueles que, como a oração, devem abandonar-se totalmente ao MEU FILHO, a fim de que não sejam mais vocês a viverem, mas o MEU FILHO em vocês; de modo que todos aqueles que não O conheçam, O vejam em vocês e desejem conhecê-lo.

Rezem para que eles vejam em vocês uma humildade decidida e bondade, disponibilidade a servir os outros; que vejam que vocês vivem a sua vocação no mundo com o coração, em comunhão com o MEU FILHO. Que eles vejam em vocês mansidão, ternura e amor ao MEU FILHO, como também aos seus irmãos e irmãs. Apóstolos do MEU AMOR, vocês devem rezar muito e purificar os seus corações de odo que sejam vocês os primeiros a caminhar no caminho do MEU FILHO de modo que sejam vocês os justos unidos pela JUSTIÇA do MEU FILHO.

Filhos MEUS, como MEUS Apóstolos vocês devem estar unidos na comunhão que flui do MEU FILHO, a fim de que os MEUS filhos que não conhecem o MEU FILHO reconheçam uma comunhão de amor e desejem caminhar no caminho da vida, no caminho da unidade com o MEU FILHO.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Negro, filho ilegítimo e santo da vassoura: o fascinante São Martinho de Lima

“Eu te medico, Deus te cura”

São Martinho nasceu em Lima, no Peru, em 1579.
Era filho de uma escrava liberta panamenha, provavelmente de ascendência africana e indígena, com um nobre espanhol que vivia no Peru. Por causa da tez escura e de ter nascido fora do casamento, o jovem era discriminado e considerado de “baixo status social“. Em vez de ficar ressentido, porém, ele preferiu transformar a compaixão pelos pobres e pelos desprezados em missão de vida e dedicou toda a sua existência a servi-los por amor a Cristo.

Foi desde pequeno que Martinho se sentiu ligado aos pobres e doentes. Como membro da ordem dominicana, à qual ingressou como terciário aos 15 anos de idade, exerceu o ofício de barbeiro e enfermeiro, atendendo pobres e ricos sem distinções – e, por isso mesmo, foi alvo de incompreensões e invejas.

Eu te medico, Deus te cura, costumava dizer ele.

Por seu intermédio, Deus realizou milagres de cura instantânea. Houve até ocasiões em que a sua presença bastou para que doentes em estado terminal começassem a se recuperar. Existem depoimentos de pessoas que o viram entrar e sair de lugares cujas portas estavam trancadas e testemunhos que asseguram tê-lo visto em dois lugares diferentes ao mesmo tempo: é o fenômeno da bilocação.


No entanto, ele jamais perdeu a humildade, tanto que, na iconografia, é representado na grande maioria das vezes com uma vassoura, porque no convento também exercia ofícios singelos como os de faxina.

O frei Martinho era tão admirado que até o vice-rei do Peru foi visitá-lo no seu leito de morte e lhe beijar a mão.

O santo partiu para a vida eterna em 3 de novembro de 1639, beijando o crucifixo com profunda serenidade. Essa é a data da sua festa litúrgica.

São João XXIII o canonizou em 1962.

Seu nome em espanhol é Martín, razão pela qual podemos encontrar o seu nome traduzido em português às vezes como Martinho, às vezes como Martim. Além disso, ele também é conhecido tanto por Martinho de Lima quanto por Martinho de Porres, que era o sobrenome do seu pai.


São Martinho é um dos vários santos de pele negra da história da Igreja, ao lado de homens e mulheres de imensa importância como Santo Agostinho, sua mãe Santa Mônica, São Maurício, Santa Josephine Bakhita e São Bento, o Mouro.


Sábado, 04/11/2017 - Redação da Aleteia

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...