Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Negro, filho ilegítimo e santo da vassoura: o fascinante São Martinho de Lima

“Eu te medico, Deus te cura”

São Martinho nasceu em Lima, no Peru, em 1579.
Era filho de uma escrava liberta panamenha, provavelmente de ascendência africana e indígena, com um nobre espanhol que vivia no Peru. Por causa da tez escura e de ter nascido fora do casamento, o jovem era discriminado e considerado de “baixo status social“. Em vez de ficar ressentido, porém, ele preferiu transformar a compaixão pelos pobres e pelos desprezados em missão de vida e dedicou toda a sua existência a servi-los por amor a Cristo.

Foi desde pequeno que Martinho se sentiu ligado aos pobres e doentes. Como membro da ordem dominicana, à qual ingressou como terciário aos 15 anos de idade, exerceu o ofício de barbeiro e enfermeiro, atendendo pobres e ricos sem distinções – e, por isso mesmo, foi alvo de incompreensões e invejas.

Eu te medico, Deus te cura, costumava dizer ele.

Por seu intermédio, Deus realizou milagres de cura instantânea. Houve até ocasiões em que a sua presença bastou para que doentes em estado terminal começassem a se recuperar. Existem depoimentos de pessoas que o viram entrar e sair de lugares cujas portas estavam trancadas e testemunhos que asseguram tê-lo visto em dois lugares diferentes ao mesmo tempo: é o fenômeno da bilocação.


No entanto, ele jamais perdeu a humildade, tanto que, na iconografia, é representado na grande maioria das vezes com uma vassoura, porque no convento também exercia ofícios singelos como os de faxina.

O frei Martinho era tão admirado que até o vice-rei do Peru foi visitá-lo no seu leito de morte e lhe beijar a mão.

O santo partiu para a vida eterna em 3 de novembro de 1639, beijando o crucifixo com profunda serenidade. Essa é a data da sua festa litúrgica.

São João XXIII o canonizou em 1962.

Seu nome em espanhol é Martín, razão pela qual podemos encontrar o seu nome traduzido em português às vezes como Martinho, às vezes como Martim. Além disso, ele também é conhecido tanto por Martinho de Lima quanto por Martinho de Porres, que era o sobrenome do seu pai.


São Martinho é um dos vários santos de pele negra da história da Igreja, ao lado de homens e mulheres de imensa importância como Santo Agostinho, sua mãe Santa Mônica, São Maurício, Santa Josephine Bakhita e São Bento, o Mouro.


Sábado, 04/11/2017 - Redação da Aleteia

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