Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

EVANGELHO DO DIA 05/11/2017 – Mateus 23,1-12

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, Jesus falou à multidão e aos discípulos, dizendo: «Na cadeira de Moisés sentaram-se os escribas e os fariseus. Fazei e observai tudo quanto vos disserem, mas não imiteis as suas obras, porque eles dizem e não fazem. Atam fardos pesados e põem-nos aos ombros dos homens, mas eles nem com o dedo os querem mover. Tudo o que fazem é para serem vistos pelos homens: alargam os filactérios e ampliam as borlas; gostam do primeiro lugar nos banquetes e dos primeiros assentos nas sinagogas, das saudações nas praças públicas e que os tratem por ‘Mestres’. Vós, porém, não vos deixeis tratar por ‘Mestres’, porque um só é o vosso Mestre e vós sois todos irmãos. Na terra não chameis a ninguém vosso ‘Pai’, porque um só é o vosso pai, o Pai celeste. Nem vos deixeis tratar por ‘Doutores’, porque um só é o vosso doutor, o Messias. Aquele que for o maior entre vós será o vosso servo. Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».


Palavra da Salvação.
Gloria a vós Senhor!


COMENTÁRIO DO EVANGELHO

O Evangelho apresenta-nos o grupo dos “fariseus”. Critica violentamente a sua pretensão à posse exclusiva da verdade, a sua incoerência, o seu exibicionismo, a sua insensibilidade ao amor e à misericórdia. Mais do que informação histórica, é um convite aos crentes no sentido de não deixarem que atitudes semelhantes se introduzam na família cristã e destruam a fraternidade, fundamento da comunidade.
O nosso texto divide-se em duas partes. Na primeira, Jesus traça um retracto dos fariseus (vers. 1-7); na segunda, Jesus deixa alguns conselhos aos discípulos para que não se transformem também em “fariseus” (vers. 8-12).
Como são, então, os fariseus?
Deles diz-se, em primeiro lugar, que se sentam na cadeira de Moisés (vers. 2). A expressão refere-se à autoridade exclusiva que os fariseus a si próprios se atribuíam para interpretar a Lei de Moisés (é preciso dizer, no entanto, que a acusação quadra melhor com os fariseus da época de Mateus, do que com os fariseus da época de Jesus: na época de Mateus – no judaísmo pós-destruição de Jerusalém – os fariseus já eram a corrente dominante e funcionavam como a autoridade exclusiva na interpretação e na aplicação da Lei, facto que não acontecia na época de Jesus). Eles são acusados aqui de se terem apropriado da Palavra de Deus e de a terem desvirtuado com regras, normas, obrigações interpretações legalistas e casuísticas que, em lugar de favorecerem o encontro do homem com Deus, só serviram para afastar cada vez mais os dois parceiros da Aliança.
Deles diz-se, em segundo lugar, que são incoerentes (vers. 3). “Dizem e não fazem”. O seu comportamento não é coerente com as suas palavras e os seus ensinamentos. Os cristãos são convidados a escutar os seus ensinamentos – coisa que muitos cristãos de origem judaica faziam – mas a não imitar o seu exemplo.
Deles diz-se, em terceiro lugar, que carregam os homens com fardos pesados e insuportáveis (vers. 4). Na verdade, as exigências dos fariseus tornavam impossível a vida dos crentes, tantas eram as leis, as obrigações, as proibições que eles faziam derivar da Lei. A impossibilidade de conhecer e de cumprir todo esse imenso arsenal legal, criava nos crentes uma consciência de impureza e de pecado que oprimia as consciências e que matava a alegria. Era uma autêntica escravatura da Lei.
Deles diz-se, finalmente, que gostam de fazer da sua fé e da sua piedade um espectáculo e uma exibição. Fazem as coisas para que todos percebam a sua grandeza e superioridade, e não se esquecem nunca de publicitar a sua fé e a sua piedade. Por vaidade, alargam as filactérias (caixinhas de couro contendo trechos da Torah, que os israelitas usam, a partir dos 13 anos, durante as orações matinais) e as borlas (franjas colocadas nas quatro extremidades do manto – tallît – que o judeu piedoso colocava aos ombros durante a oração). O que lhes interessa é a imagem que dão, o reconhecimento dos homens e os títulos de honra.
E os cristãos, como devem viver? Que cuidados é preciso ter para que o farisaísmo não se perpetue na Igreja de Jesus?
Fundamentalmente, é preciso que a comunidade cristã seja uma verdadeira fraternidade (vers. 8: “vós sois todos irmãos”). A Igreja não é constituída por “superiores” e “súbditos”, “mestres” e “discípulos”, “pais” e “filhos”, “doutores” e “alunos”, mas por irmãos iguais, que têm um Pai comum (vers. 9: “um só é o vosso Pai, aquele que está no céu”) e que seguem o mesmo Cristo (vers. 10: “um só é o vosso doutor, Cristo”). Na Igreja de Jesus não pode haver quem queira mandar nos outros, ou quem se considere a si próprio mais importante, mais digno, mais honrado, mais preparado do que os outros… Na Igreja de Jesus não pode existir, à imagem da estrutura hierárquica judaica, um esquema complicado de graus, de acordo com a diferente dignidade dos membros da comunidade. Na Igreja de Jesus os títulos de honra, os lugares reservados, a luta pelos primeiros lugares, não fazem qualquer sentido. Na comunidade de Jesus, só o amor e o serviço devem ter o primeiro lugar (vers. 11: “o maior de entre vós, será o vosso servo”).
A comunidade cristã deve anunciar profeticamente o Reino de Deus… Ora, nesse Reino proposto aos homens por Deus e inaugurado por Jesus, só o Pai (Deus) e o Filho (Jesus) ocupam um lugar de honra. Os crentes, iguais em dignidade, são irmãos; entre si, devem amar-se e fazer-se servidores uns dos outros.



UNIDOS PELA PALAVRA DE DEUS
PROPOSTA PARA
ESCUTAR, PARTILHAR, VIVER E ANUNCIAR A PALAVRA NAS COMUNIDADES DEHONIANAS
Grupo Dinamizador:
P. Joaquim Garrido, P. Manuel Barbosa, P. José Ornelas Carvalho
Província Portuguesa dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos)
Rua Cidade de Tete, 10 – 1800-129 LISBOA – Portugal
Tel. 218540900 – Fax: 218540909
portugal@dehonianos.org – www.dehonianos.org
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