Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Dia da Consciência Negra

Mais diálogo, menos divisão

No dia da consciência negra, gostaria de propor uma reflexão diferente dos habituais e que poderão ser encontradas com facilidade em uma simples busca pela internet. Minha proposta é pensar na consciência negra dando ênfase na consciência e não no negro. Isso porque essa forma de pensar coloca em destaque justamente aquilo que todos, negros, brancos, índios, mulatos e qualquer outra raça, temos em comum. E se queremos caminhar para um mundo no qual todos possamos viver dignamente, o ponto de partida precisa ser o diálogo e não a divisão.
Isso quer dizer que fechamos os olhos para tudo aquilo que aconteceu historicamente? Não. Justamente porque se formos honestos, as nossas responsabilidades históricas pesam justamente nas nossas consciências, como um grito que exige alguma espécie de reparação. Por outro lado, se não entramos já de partida com preconceitos sobre os fatos, veremos que muito do que achamos saber sobre o que aconteceu talvez não tenha ocorrido da forma como imaginávamos. Um exemplo disso é que pesquisando rapidamente sobre o quilombo dos palmares, descobrimos que naquela imensa cidade (para a época) também havia escravidão, assim como nos engenhos de açúcar.
A escravidão, de fato, aparece à consciência, especialmente nesse dia, como um dos flagelos da nossa sociedade. Em quais consciências ela pesa? Infelizmente é preciso admitir que em todas as consciências humanas. Houve escravidão em todos os povos. Da Grécia antiga às tribos africanas, passando pela escravidão mulçumana. Que a escravidão seja algo moralmente horrível não se discute. É impressionante acolher a verdade de que o ser humano não conseguiu até muito recentemente superar esse flagelo. Quantos séculos foram precisos para que depois de escutar a mensagem de Jesus, os cristãos entendessem que realmente o outro não pode ser subjugado dessa forma, tenha a cor que tenha.
É muito fácil dizer que houve um herói que se manteve firme frente a um regime opressor, lutando pela liberdade dos seus iguais até dar a vida por eles. Mas é tão caricaturada essa imagem que, pelo menos, nos deveria fazer pensar. A história geralmente é mais cinzenta do que preta ou branca. Essa mesma afirmação nos leva a uma certa união como seres humanos. Somos todos cinzas, por mais que tenhamos a cor de pele mais branca ou mais negra. Não podemos, e nem tenho a capacidade para tanto, entrar nos meandros dos acontecimentos daquela época do Brasil que inspirou esse dia. O convite que fica é o de aprofundar-nos em nós mesmos, nas nossas próprias consciências, por meio do estudo, da oração, do diálogo fraterno e assim, nos responsabilizarmos de fato por aquilo que precisa uma reparação.
“A verdade os fará livre”, nos disse nosso Senhor Jesus. É essa verdade que é Ele mesmo que devemos buscar. “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua Justiça e tudo mais vos será acrescentado”. Essa verdade, esse reino e essa justiça é para todos os donos de consciências. Sejam brancos ou negros. Talvez o perigo que estejamos vivendo é justamente o de que cada vez mais as consciências estejam sendo esmagadas por ideologias estranhas que nos impedem de sermos verdadeiramente homens e mulheres (Da cor que seja) de verdade.


Por Ir. João Antônio Johas, via A12.com

Segunda, 20/11/2017 - Aleteia
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