Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

17 cientistas que eram também sacerdotes católicos

Ciência e fé só andam separadas na cabeça de quem quer negar alguma parte da essência humana

A ciência e a  são parceiras que só andam separadas na cabeça de quem quer negar alguma parte da essência humana, aberta naturalmente ao conhecimento, à busca de significado e à exploração de hipóteses que possam ser confirmadas ou refutadas. Não há verdadeira ciência sem abertura ao mistério, nem fé autêntica sem abertura à investigação científica. Faz todo o sentido, por isso, que alguns dos grandes cientistas da história da humanidade tenham sido também sacerdotes.
Conheça 17 deles:

1 – São Silvestre II (945-1003)

O primeiro Papa francês da história da Igreja era matemático e foi um dos primeiros divulgadores dos numerais indo-arábicos na Europa cristã.

2 – Guido d’Arezzo (992 a 1050)

Este monge medieval é um dos responsáveis pelo sistema de notação musical moderna: foi ele quem criou o tetragrama e batizou as notas musicais (a partir das primeiras sílabas de um hino em latim a São João Batista).

3 – Santo Alberto Magno (1193-1280)

Sacerdote dominicano, bispo e Doutor da Igreja, foi também o químico a quem se credita a descoberta do arsênio.

4 – Roger Bacon (1214-1294)

Frade franciscano conhecido como “Doutor Admirável”, fez estudos e pesquisas em áreas importantes do conhecimento como a mecânica, a ótica e a geografia, além da filosofia.

5 – Jean Buridan (1300-1375)

Padre francês, foi um dos pioneiros da Teoria do Ímpeto, que abriu caminho para a dinâmica de Galileu e para o princípio da inércia de Isaac Newton.

6 – Nicolau Oresme (1323-1382)

Teólogo e bispo de Lisieux, fez estudos e pesquisas não apenas como filósofo, psicólogo e musicólogo, mas também como economista, matemático, físico e astrônomo, e, graças a esse conjunto de conhecimentos, descobriu a refração atmosférica da luz.

7 – Nicolau Copérnico (1475-1543)

Embora seja famosíssimo, ainda há muita gente que não sabe que este matemático e astrônomo polonês, pai da teoria heliocêntrica e da astronomia moderna, era sacerdote. E também era jurista, político, líder militar, diplomata e economista.

8 – Francesco Maria Grimaldi (1618-1663)

Padre jesuíta italiano, físico e matemático, ele construiu instrumentos para medir características geológicas da lua e foi pioneiro nos estudos sobre a difração da luz.

9 – Giovanni Battista Riccioli (1598-1671)

Também sacerdote jesuíta, foi o primeiro a medir a aceleração de um corpo em queda livre e é reconhecido como pioneiro da astronomia lunar.

10 – Athanasius Kircher (1602-1680)

Outro jesuíta cientista, inventor, poliglota e especialista em cultura oriental, contribuiu também com a medicina ao usar um microscópio rudimentar para examinar doentes de peste: um projetor de imagens conhecido como “lanterna mágica”, criado por ele próprio, possibilitou importantes avanços na compreensão da peste bubônica. Além disso, escreveu mais de quarenta livros, entre eles o famoso “Mundus Subterraneus” (1665), para expor o conhecimento da época sobre o interior da Terra.

11 – Bartolomeu Lourenço de Gusmão (1685-1724)

Este padre é um dos precursores da aviação, área em que a sua importância é relevante a ponto de que a Força Aérea Brasileira conceda todos os anos, a pessoas que prestaram serviços importantes para a aeronáutica, um prêmio que traz o nome dele: a Medalha Bartolomeu de Gusmão.

12 – Ruder Boskovic (1711-1787)

Mais um jesuíta que, além de sacerdote, era poeta, físico, astrônomo, filósofo e matemático. Influenciou na obra de nomes tão relevantes como Faraday, Kelvin e Einstein.

13 – Gregor Mendel (1822-1884)

Agostiniano austríaco e pai da genética, legou ao mundo as assim chamadas “leis de Mendel” sobre a transmissão dos caracteres hereditários.

14 – James B. Macelwane (1833–1956)

Todos os anos, a União Geofísica Americana concede a medalha James B. Macelwane a um cientista de até 36 anos de idade que tenha prestado contribuições significativas à Geofísica. O nome da medalha é uma homenagem a este padre jesuíta que se dedicou com grande empenho à formação de jovens cientistas que contribuíssem com o progresso da humanidade.

15 – Jean-Baptiste Carnoy (1836-1899)

Fundador da citologia, é dele a criação da importante fórmula da medicina conhecida como “solução de Carnoy”. Nascido na Bélgica, foi ordenado sacerdote em 1861 e se doutorou em Ciências Naturais em 1865.

16 – Georges Lemaître (1894-1966)

Padre católico belga, era astrônomo, cosmólogo e físico. Propôs a “hipótese do átomo primordial” para estudar a origem do universo, o que veio a se popularizar como a teoria do Big Bang. Na foto que ilustra este artigo, vemos o pe. Lemaître com Albert Einstein na Califórnia em 1933.

17 – Bonaventura Thürlemann (1909–1997)

A este padre beneditino e professor de matemática e física na escola do mosteiro de Engelberg, na Suíça, é reconhecida a invenção dos medidores eletromagnéticos de fluxo. Ele publicou, em 1941, um trabalho intitulado “Methode Zur Elektrischen Geschwindigkeitsmessung Von Flüssigkeiten” (Método Elétrico para a Medição da Velocidade em Líquidos).

E mais:

Para não alongar muito, sugerimos este artigo sobre a contribuição tanto histórica quanto atual da Igreja ao conhecimento científico do mundo: Harmonia entre a Ciência e a Igreja, de Alexandre Zabot, que é físico, doutor em Astrofísica, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e católico.

MAS…

Apesar de toda a contribuição da Igreja nos diversos campos científicos e culturais, do filosófico ao psicológico, do social ao literário, do artístico ao jurídico, do médico ao astronômico, do químico ao físico, do musical ao pedagógico (e poderíamos continuar  detalhando longamente…), ainda é grande (e surpreendente) o número de laicistas intelectualmente desonestos que teimam em pré-julgar uma Igreja que sequer conhecem – muito em desacordo com seu próprio mantra de se livrar de boatos infundados em vez de engoli-los cegamente…

Ao se fecharem arrogantemente ao que não conseguem entender, esses pseudo-cientistas incorrem no mesmo dogmatismo cego que, ironicamente, atribuem à Igreja; ou, prescindindo de toda ética, se comportam como deuses e causam catástrofes criminosas em nome de uma ciência que não passa de ideologia irresponsável; ou se alinham à prepotência eugenista do nazismo; ou deixam de enxergar a beleza que vai muito além da estreitez dos seus conceitos anticientíficos disfarçados de progresso humano – e propõem genuínas barbaridades.

Ah, mas e Galileu? Aqui. E a Inquisição? Aqui. E as Cruzadas? Aqui. E… e… e…


Não existem nem cem pessoas que odeiam a Igreja católica. Mas existem milhões de pessoas que odeiam o que eles pensam que é a Igreja católica” (Fulton Sheen).


Sexta, 17/11/2017 - Aleteia
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