Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2019

“Queridos filhos, como MÃE que conhece os SEUS filhos, sei vocês desejam o MEU FILHO. EU sei que vocês desejam a VERDADE, a PAZ, aquilo que é puro e não é falso.

Por isto EU, como MÃE, através do AMOR DE DEUS, me dirijo a vocês e os convido, a fim de que, rezando com o coração puro e aberto, conheçam por vocês mesmos o MEU FILHO, o SEU AMOR, o SEU CORAÇÃO MISERICORDIOSO.

O MEU FILHO via a beleza em todas as coisas.

ELE procura o BEM, até mesmo naquilo que é pequeno e escondido, em todas as almas, para perdoar o mal.

Por isto, filhos MEUS, apóstolos do MEU AMOR, os convido a adorá-LO, a agradecê-LO continuamente e a serem dignos para ELE. Porque ELE disse para vocês PALAVRAS DIVINAS, as PALAVRAS DE DEUS, as PALAVRAS que são para todos e para sempre.

Por isto, filhos MEUS, vivam a serenidade, a alegria e o amor recíproco.

Isto é o que é necessário para vocês no mundo de hoje: assim serão apóstolos do MEU AMOR, assim vocês testemunharão o MEU FILHO de maneira justa.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O mistério da carta de Cristóvão Colombo roubada do Vaticano

Não é uma carta qualquer: o documento fala sobre o descobrimento da América

Uma carta que narra o descobrimento da América? Sim! Ela estava no Vaticano, mas despareceu em algum momento do século XX. E foi encontrada recentemente nos Estados Unidos, conforme informou o Wall Street Journal.

O documento é a cópia impressa de uma carta escrita à mão por Cristóvão Colombo em 1493 para ser enviada os soberanos espanhóis Fernando e Isabel, sob cuja proteção Colombo realizou suas viagens à América. A Epistola Christofori Colom – este é o nome que aparece nos catálogos vaticanos – foi inserida em uma publicação de quatro páginas, em que Colombo noticiava a descoberta ao mundo.

Como a carta foi desaparecer do Vaticano?

Foram impressas 500 cópias do escrito. Mas poucas resistiram à ação do tempo.

Este exemplar, em particular, chegou aos arquivos vaticanos nos anos 20 do século XX. Em 1934, foi incluída em uma antologia de impressões do século XVI. Depois – não se sabe exatamente quando – desapareceu e foi substituída por uma cópia falsa (Huffington Post).

Um certo Robert Parsons – colecionador de manuscritos de literatura de viagem – adquiriu o documento no ano de 2004 por 875.000 dólares quando ele foi colocado à venda – parece que por boa fé – por um comerciante.

Entretanto, as investigações não conseguiram descobrir quem roubou a carta e como fez para tirá-la dos muros vaticanos sem levantar suspeitas.

A decisão da viúva

O comprador da carta, Parsons, morreu em 2014 e a carta foi herdada pela viúva. No entanto, até o começo de 2017 não foi possível confirmar o roubo. As autoridades pediram à viúva que um especialista nomeado pelo governo americano examinasse o documento.

“Depois de uma análise das dimensões da página, das anotações a lápis e da encadernação, o especialista concluiu que a cópia original era a que estava com a Sra. Mary Parsons, e que a que está atualmente no Vaticano não passa de uma falsificação”, diz o documento emitido pela magistratura americana, que também reconheceu que a mulher não tinha conhecimento do roubo da carta.


A Sra. Parsons concordou em devolver a carta ao Vaticano. 


Terça, 17/10/2017 - Gelsomino Del Guercio / Aleteia
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