Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 25/05/2018

"Queridos filhos ! Neste tempo sem paz os convido a terem mais confiança em DEUS que é Seu PAI nos CÉUS e que ME enviou para conduzi-los a Ele. Vocês, abram os seus corações aos Dons que ELE deseja dar-lhes e no silêncio do coração adorem o MEU FILHO JESUS, que deu a SUA VIDA a fim de que vocês vivam na ETERNIDADE que é para onde ELE deseja conduzi-los. Por isso os convido: não descuidem da oração porque a oração faz milagres. Obrigada por terem respondido ao MEU chamado."

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Por que algumas orações da Missa são pronunciadas em voz baixa pelo padre?

Muitos católicos fazem essa pergunta....

Carta do leitor Daniel: “Por que, durante a Missa, algumas orações são ditas em voz baixa pelo padre e, como consequência, a assembleia não as compreende?”

Quem responde é o padre Lamberto Crociani, professor de liturgia na Universidade Teológica da Itália Central.

“Querido Daniel,

É legítima sua curiosidade sobre algo, cujas origens remontam ao século IX, quando a Missa recebeu uma série de orações estritamente vinculadas à pessoa que a preside ou, como já se dizia, ao celebrante.

Essas orações se concentram em três momentos particulares: a entrada, o ofertório e a comunhão. É preciso lembrar também das que precedem e seguem a proclamação do Evangelho, instituídas no século XIII. Em alguns livros litúrgicos antigos, também são encontradas algumas orações feitas pelo celebrante durante o Santo.

Por seu caráter pessoal, esse tipo de oração foi chamada de apologia sacerdotal (apologiae sacerdotis), e é sempre de caráter privado, ou seja, de origem variável. Somente a partir do século X, essas orações se transformaram em rito, assim como conhecemos no missal editado por Pio V depois da reforma tridentina.

O homem sempre se sentiu pecador diante de Deus e essas orações dão testemunho da súplica do celebrante para que o Senhor acolha sua indignidade e perdoe seus pecados. É significativa a apologia inicial ao pé do altar, com a recíproca confissão entre o celebrante e os ministros antes do início da celebração.

As apologias do ofertório eram mais numerosas e importantes. Nasceram em uma época de decadência litúrgica fora da Itália. Elas não só expressavam o sentido do ritual, mas também significavam que a devoção particular do sacerdote deveria ser incrementada. Habitualmente, essas orações expressam a indignidade do celebrante, a crítica que ele faz de si mesmo e seu arrependimento.

Duas apologias precediam a comunhão do celebrante (que são opcionais hoje em dia) e a continuação de todas as outras formas até a purificação dos cálices sagrados. Eram apologias que manifestavam a culpa e o desejo do perdão e a consequente ação de graças pelo dom de conservar a mente pura e livre do pecado.

Hoje, ficaram poucas apologias: antes e depois do Evangelho, depois da apresentação do cálice, na divisão do pão, na preparação para a Comunhão.

Elas ainda são expressões de devoção pessoal dos sacerdotes. Ou seja, eles rezam em voz baixa para que tenham uma intensa participação na celebração”.



Referência bibliográfica: M. Righetti, Storia liturgica, III, La Messa, Ancora, Milano 1966³ anastatica

Terça, 29/08/2017 - Toscana Oggi / Aleteia
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