Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Por que algumas orações da Missa são pronunciadas em voz baixa pelo padre?

Muitos católicos fazem essa pergunta....

Carta do leitor Daniel: “Por que, durante a Missa, algumas orações são ditas em voz baixa pelo padre e, como consequência, a assembleia não as compreende?”

Quem responde é o padre Lamberto Crociani, professor de liturgia na Universidade Teológica da Itália Central.

“Querido Daniel,

É legítima sua curiosidade sobre algo, cujas origens remontam ao século IX, quando a Missa recebeu uma série de orações estritamente vinculadas à pessoa que a preside ou, como já se dizia, ao celebrante.

Essas orações se concentram em três momentos particulares: a entrada, o ofertório e a comunhão. É preciso lembrar também das que precedem e seguem a proclamação do Evangelho, instituídas no século XIII. Em alguns livros litúrgicos antigos, também são encontradas algumas orações feitas pelo celebrante durante o Santo.

Por seu caráter pessoal, esse tipo de oração foi chamada de apologia sacerdotal (apologiae sacerdotis), e é sempre de caráter privado, ou seja, de origem variável. Somente a partir do século X, essas orações se transformaram em rito, assim como conhecemos no missal editado por Pio V depois da reforma tridentina.

O homem sempre se sentiu pecador diante de Deus e essas orações dão testemunho da súplica do celebrante para que o Senhor acolha sua indignidade e perdoe seus pecados. É significativa a apologia inicial ao pé do altar, com a recíproca confissão entre o celebrante e os ministros antes do início da celebração.

As apologias do ofertório eram mais numerosas e importantes. Nasceram em uma época de decadência litúrgica fora da Itália. Elas não só expressavam o sentido do ritual, mas também significavam que a devoção particular do sacerdote deveria ser incrementada. Habitualmente, essas orações expressam a indignidade do celebrante, a crítica que ele faz de si mesmo e seu arrependimento.

Duas apologias precediam a comunhão do celebrante (que são opcionais hoje em dia) e a continuação de todas as outras formas até a purificação dos cálices sagrados. Eram apologias que manifestavam a culpa e o desejo do perdão e a consequente ação de graças pelo dom de conservar a mente pura e livre do pecado.

Hoje, ficaram poucas apologias: antes e depois do Evangelho, depois da apresentação do cálice, na divisão do pão, na preparação para a Comunhão.

Elas ainda são expressões de devoção pessoal dos sacerdotes. Ou seja, eles rezam em voz baixa para que tenham uma intensa participação na celebração”.



Referência bibliográfica: M. Righetti, Storia liturgica, III, La Messa, Ancora, Milano 1966³ anastatica

Terça, 29/08/2017 - Toscana Oggi / Aleteia
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