Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Evangelho do dia 06/08/2017 - São Mateus 17, 1-9

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João seu irmão e levou-os, em particular, a um alto monte e transfigurou-Se diante deles: o seu rosto ficou resplandecente como o sol e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E apareceram Moisés e Elias a falar com Ele. Pedro disse a Jesus: «Senhor, como é bom estarmos aqui! Se quiseres, farei aqui três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Ainda ele falava, quando uma nuvem luminosa os cobriu com a sua sombra e da nuvem uma voz dizia: «Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O». Ao ouvirem estas palavras, os discípulos caíram de rosto por terra e assustaram-se muito. Então Jesus aproximou-se e, tocando-os, disse: «Levantai-vos e não temais». Erguendo os olhos, eles não viram mais ninguém, senão Jesus. Ao descerem do monte, Jesus deu-lhes esta ordem: «Não conteis a ninguém esta visão, até o Filho do homem ressuscitar dos mortos».


Palavra da Salvação.
Gloria a vós Senhor!


COMENTÁRIO DO EVANGELHO

Celebramos hoje o mistério da Transfiguração de Jesus Cristo que a tradição localiza do monte Tabor.
Nele confirma Jesus na fé da Ressurreição gloriosa os três Apóstolos – Pedro Tiago e João – que serão chamados a um papel especial na Igreja nascente. Está simbolicamente representado o Antigo Testamento – Moisés, pelos Patriarcas e Elias, pelos Profetas – e o Pai proclama solenemente a divindade de Jesus, como fizera já no Jordão, depois do Baptismo.

De olhar no Alto
O julgamento divino. O texto profético de Daniel descreve em três quadros, num estilo apocalíptico, o julgamento divino:
– a apresentação do Juiz, Deus (vv 9-10): «foram colocados os tronos e um Ancião sentou-Se. As Suas vestes eram brancas como a neve e os cabelos como a lã pura». São formas literárias de aludir à eternidade de Deus.
– A destruição do reino inimigo (vv. 11-12), propositadamente omitidos nesta leitura.
– O estabelecimento do reino de Deus (vv.) 13-14).
Uma grande multidão de Anjos – «miríades e mais miríades» – dão ainda mais solenidade a esta visão profética.

Jesus, Rei e Senhor do universo Finalmente surge a figura do Messias, Rei do universo, designado pelo título muitas vezes usado no Novo Testamento de Filho do Homem (cf Lc 1, 32-33; Mt 8, 20; 24, 30; 26, 64; Apc 1, 7; 14, 14), num total de oitenta e duas vezes, e sempre pronunciada por Jesus. «Foi-lhe entregue o poder, a honra e a realeza, e todos os povos e nações O serviram.»
Facilmente sonhamos com uma vida triunfalista, sem dificuldades, apenas com êxitos retumbantes.

A realidade, porém, é bastante diferente. A nossa vida está marcada pela cruz de cada dia.

A solenidade da Transfiguração do Senhor ajuda-nos a olhar mais além, contemplando, depois da Paixão e Morte de Jesus, a Sua Ressurreição gloriosa, aqui antecipada.
O nosso optimismo fundamenta-se na confiança em Deus
No acontecimento da Transfiguração, Jesus procura confirmar Pedro, Tiago e João – Apóstolos que terão um papel de relevo nos primeiros passos da Igreja –, na fé em Sua divindade.

São precisamente estes três que vão testemunhar mais de perto a agonia de Jesus e é preciso que não desanimem, à vista da suprema humilhação e aparente fraqueza de Jesus.

As consolações que o Senhor nos envia são excepcionais. Pedro emociona-se e quer fazer desta situação a vida ordinária, propondo-se construir ali três tendas, sem se lembrar de si mesmo e dos outros dois companheiros.

O Pai, tal como já fizera nas margens do Jordão, depois do Baptismo, proclama a divindade de Jesus e recomenda-nos que O escutemos com atenção. Ele é a Palavra do Pai.

Jesus mostra-lhes que a transfiguração é uma ajuda para a sua fé; uma «dedada de mel» para aguentar melhor as horas difíceis que se aproximam.

Mais uma vez, como sempre acontece na Sua pregação, Jesus não separa estas três verdades: Paixão, Morte e Ressurreição. Enquanto desciam o monte, ao encontro dos nove que ficaram mais abaixo, Jesus fala da Sua Paixão e Morte e acrescenta que ao terceiro dia ressuscitará.

A Paixão, Morte e Ressurreição são inseparáveis. Não será que o nosso anúncio de Cristo é mal acolhido, porque ficamos apenas nas duas primeiras partes, ou apontamos para uma felicidade longínqua que talvez chegue um dia?

É preciso fazer um esforço para olhar por sobre as dificuldades da vida, para saborearmos as «dedadas de mel» que o Senhor nos vai dando na vida, para suavizar o caminho: uma palavra do evangelho que se tornou mais luminosa, uma consolação espiritual, etc.

A Santa Missa é a renovação do Mistério Pascal de Cristo, em que Ele Se nos manifesta. Sabemos aproveitar estes momentos privilegiados em que estamos com Ele, para nos fortalecermos na Fé e na Esperança?


Se assim não fosse, como poderia Nossa Senhora ter conseguido transportar a sua cruz de cada dia?


Sábado, 05/06/2017 - Fonte: Internet
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