Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Evangelho do dia 06/08/2017 - São Mateus 17, 1-9

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João seu irmão e levou-os, em particular, a um alto monte e transfigurou-Se diante deles: o seu rosto ficou resplandecente como o sol e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E apareceram Moisés e Elias a falar com Ele. Pedro disse a Jesus: «Senhor, como é bom estarmos aqui! Se quiseres, farei aqui três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Ainda ele falava, quando uma nuvem luminosa os cobriu com a sua sombra e da nuvem uma voz dizia: «Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O». Ao ouvirem estas palavras, os discípulos caíram de rosto por terra e assustaram-se muito. Então Jesus aproximou-se e, tocando-os, disse: «Levantai-vos e não temais». Erguendo os olhos, eles não viram mais ninguém, senão Jesus. Ao descerem do monte, Jesus deu-lhes esta ordem: «Não conteis a ninguém esta visão, até o Filho do homem ressuscitar dos mortos».


Palavra da Salvação.
Gloria a vós Senhor!


COMENTÁRIO DO EVANGELHO

Celebramos hoje o mistério da Transfiguração de Jesus Cristo que a tradição localiza do monte Tabor.
Nele confirma Jesus na fé da Ressurreição gloriosa os três Apóstolos – Pedro Tiago e João – que serão chamados a um papel especial na Igreja nascente. Está simbolicamente representado o Antigo Testamento – Moisés, pelos Patriarcas e Elias, pelos Profetas – e o Pai proclama solenemente a divindade de Jesus, como fizera já no Jordão, depois do Baptismo.

De olhar no Alto
O julgamento divino. O texto profético de Daniel descreve em três quadros, num estilo apocalíptico, o julgamento divino:
– a apresentação do Juiz, Deus (vv 9-10): «foram colocados os tronos e um Ancião sentou-Se. As Suas vestes eram brancas como a neve e os cabelos como a lã pura». São formas literárias de aludir à eternidade de Deus.
– A destruição do reino inimigo (vv. 11-12), propositadamente omitidos nesta leitura.
– O estabelecimento do reino de Deus (vv.) 13-14).
Uma grande multidão de Anjos – «miríades e mais miríades» – dão ainda mais solenidade a esta visão profética.

Jesus, Rei e Senhor do universo Finalmente surge a figura do Messias, Rei do universo, designado pelo título muitas vezes usado no Novo Testamento de Filho do Homem (cf Lc 1, 32-33; Mt 8, 20; 24, 30; 26, 64; Apc 1, 7; 14, 14), num total de oitenta e duas vezes, e sempre pronunciada por Jesus. «Foi-lhe entregue o poder, a honra e a realeza, e todos os povos e nações O serviram.»
Facilmente sonhamos com uma vida triunfalista, sem dificuldades, apenas com êxitos retumbantes.

A realidade, porém, é bastante diferente. A nossa vida está marcada pela cruz de cada dia.

A solenidade da Transfiguração do Senhor ajuda-nos a olhar mais além, contemplando, depois da Paixão e Morte de Jesus, a Sua Ressurreição gloriosa, aqui antecipada.
O nosso optimismo fundamenta-se na confiança em Deus
No acontecimento da Transfiguração, Jesus procura confirmar Pedro, Tiago e João – Apóstolos que terão um papel de relevo nos primeiros passos da Igreja –, na fé em Sua divindade.

São precisamente estes três que vão testemunhar mais de perto a agonia de Jesus e é preciso que não desanimem, à vista da suprema humilhação e aparente fraqueza de Jesus.

As consolações que o Senhor nos envia são excepcionais. Pedro emociona-se e quer fazer desta situação a vida ordinária, propondo-se construir ali três tendas, sem se lembrar de si mesmo e dos outros dois companheiros.

O Pai, tal como já fizera nas margens do Jordão, depois do Baptismo, proclama a divindade de Jesus e recomenda-nos que O escutemos com atenção. Ele é a Palavra do Pai.

Jesus mostra-lhes que a transfiguração é uma ajuda para a sua fé; uma «dedada de mel» para aguentar melhor as horas difíceis que se aproximam.

Mais uma vez, como sempre acontece na Sua pregação, Jesus não separa estas três verdades: Paixão, Morte e Ressurreição. Enquanto desciam o monte, ao encontro dos nove que ficaram mais abaixo, Jesus fala da Sua Paixão e Morte e acrescenta que ao terceiro dia ressuscitará.

A Paixão, Morte e Ressurreição são inseparáveis. Não será que o nosso anúncio de Cristo é mal acolhido, porque ficamos apenas nas duas primeiras partes, ou apontamos para uma felicidade longínqua que talvez chegue um dia?

É preciso fazer um esforço para olhar por sobre as dificuldades da vida, para saborearmos as «dedadas de mel» que o Senhor nos vai dando na vida, para suavizar o caminho: uma palavra do evangelho que se tornou mais luminosa, uma consolação espiritual, etc.

A Santa Missa é a renovação do Mistério Pascal de Cristo, em que Ele Se nos manifesta. Sabemos aproveitar estes momentos privilegiados em que estamos com Ele, para nos fortalecermos na Fé e na Esperança?


Se assim não fosse, como poderia Nossa Senhora ter conseguido transportar a sua cruz de cada dia?


Sábado, 05/06/2017 - Fonte: Internet
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