Mensagens EXTRAORDINÁRIA de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 05/10/2018

“Queridos filhos, hoje de modo especial Eu desejo convidá-los, neste tempo de graça, a um total abandono ao MEU FILHO. Abram-se a ELE ! Abram os seus corações para receberem as graças. EU intercedo por todos vocês diante do MEU FILHO. Queridos filhos, rezem ! Rezem e abram-se à oração. Obrigado hoje novamente, queridos filhos, por terem respondido ao MEU CHAMADO.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Por que os monges usam cortes de cabelo estranhos?

Certamente eles não estão seguindo nenhuma tendência de moda

À medida que as comunidades monásticas católicas evoluíam, desenvolveram-se vários jeitos de cortar o cabelo de um monge recém-iniciado.

Pode parecer uma discussão fútil, mas o cabelo é muitas vezes visto como o bem mais precioso de uma pessoa. Por exemplo, o cabelo era (e ainda é) usado como um indicador do status de uma pessoa, revelando o quão alto ela estava na hierarquia social. As perucas foram desenvolvidas pelos romanos para que penteados particulares pudessem ser facilmente feitos pelos ricos.

Em muitas culturas, a calvície era vista como algum tipo de defeito. Geralmente, os escravos eram raspados para distingui-los do resto da sociedade.

Nesse contexto, os monges queriam mostrar externamente o sacrifício que eles faziam ao abraçar a vida religiosa. Depois que um novo monge era autorizado a se juntar à comunidade, um dos primeiros rituais de iniciação era raspar o cabelo. Isso simbolizava sua renúncia ao mundo e deixava clara sua dedicação à vida religiosa.

Além disso, uma vez que a cabeça raspada era frequentemente associada a escravos, o monge careca tornava-se, da mesma forma, um “escravo” de Cristo.

Durante os primeiros séculos do monaquismo surgiu uma discussão sobre o tipo de corte (“tonsura”) que deveria ser feito. De acordo com a Enciclopédia Católica existiam três tipos diferentes, cada um ligado a um apóstolo específico:

 (1) o romano, ou o de São Pedro, quando a parte de cima da cabeça é raspada deixando apenas um círculo de cabelo em baixo e na frente;

 (2) o grego, ou de São Paulo, quando toda a cabeça é raspada;

 (3) o celta, ou de São João, quando apenas uma parte de cabelo é raspada na frente da cabeça.

O estilo celta de tonsura gerou controvérsias e foi banido no Sínodo de Whitby em 664. A tonsura romana prevaleceu e foi definida como padrão para as comunidades monásticas.

Isso pode ter acontecido por causa do simbolismo da tonsura romana, que representava a coroa de espinhos colocada na cabeça de Jesus. Além disso, alguns dos adversários da tonsura celta a associavam a Simão, o mago encontrado nos Atos dos Apóstolos.


Os estilos romano e grego ainda existem nos dias atuais e são adotados por várias comunidades religiosas da Igreja Católica.


Terça, 25/07/2017 - Philip Kosloski / Aleteia
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