Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2019

“Queridos filhos,

O AMOR e a BONDADE do PAI CELESTIAL os dá revelações que fazem com que a fé em vocês cresça e se compreenda, e os traga paz, segurança e esperança.

Assim também eu, filhos MEUS, por meio do AMOR MISERICORDIOSO do PAI CELESTIAL sempre e novamente os mostro a estrada em direção ao MEU FILHO, em direção à SALVAÇÃO ETERNA. Mas, infelizmente, muitos dos MEUS filhos não querem me escutar, e muitos dos MEUS filhos duvidam.

Mas EU, EU sempre e em todos os tempos, louvei o SENHOR por tudo aquilo que ELE fez em MIM e por meio de MIM. MEU FILHO se dá a vocês, divide o pão com vocês, os dá palavras de VIDA ETERNA, a fim que EU as leve a todos. Vocês, filhos MEUS, apóstolos do MEU AMOR, do que vocês tem medo quando MEU FILHO está com vocês ?

Ofereçam-LHE as suas almas, a fim de que ELE possa morar nelas, e possa fazer de vocês instrumentos da FÉ e instrumentos do AMOR.

Filhos MEUS, vivam o EVANGELHO, vivam o AMOR MISERICORDIOSO ao próximo, e, acima de tudo, vivam o AMOR ao PAI CELESTIAL. Filhos MEUS, vocês não estão juntos por acaso, o PAI CELESTIAL não une ninguém por acaso. O MEU FILHO fala às suas ALMAS e eu faço aos seus CORAÇÕES.

Como MÃE, EU digo a vocês: caminhem COMIGO, amem-se uns aos outros, testemunhem. Não tenham medo, com o seu exemplo, de defender a VIDA, a PALAVRA DE DEUS que é ETERNA e que não muda nunca. Filhos MEUS, quem trabalha na LUZ DO AMOR MISERICORDIOSO e na VERDADE é sempre ajudado pelo CÉU e nunca está sozinho.

Apóstolos do MEU AMOR, que vocês sejam reconhecidos, sempre, entre todos os outros, pelo seu escondimento, pelo seu amor e pela sua serenidade. EU estou com vocês. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Maria Montessori: o catolicismo da mulher que revolucionou a educação

Seu método de aprendizagem, com raízes cristãs, respeita a psicologia natural e o desenvolvimento físico e social da criança

Nascida em 1870, a italiana Maria Montessori se tornou médica e educadora e teve seu trabalho elogiado pelos Papas Paulo VI e Bento XVI. Ela conquistou importante reputação internacional com a sua visão da criança como pessoa completa, complexa e destinada a se desenvolver, bem como com seu método educativo focado em ajudar a criança nesse processo de desenvolvimento integral. Divulgada a partir de 1935, a pedagogia de Maria Montessori se destacou pela originalidade impregnada de sabedoria tradicional.

O método Montessori, aplicado até hoje por milhares de pessoas no mundo inteiro, se enraíza na fé da autora. Sua intenção é oferecer às crianças uma educação respeitosa dos seus interesses e capaz de adaptar o entorno de aprendizagem ao seu nível de desenvolvimento. Maria Montessori o explica em “Deus e a criança”, um escrito em que se resgatam as convicções profundas desta célebre pedagoga.

Para Maria Montessori, a criança é dotada de uma grandeza natural que procura se desenvolver num entorno propício. Católica, Maria parte da imagem de Cristo para ajudar a criança a descobrir o seu propósito de vida inspirado por Deus.

A pedagogia de Montessori segue o seu próprio caminho, mas nunca se afasta das palavras de Cristo às crianças. É mediante a observação dos seus comportamentos ao longo de anos que ela chega à conclusão de que as crianças são dotadas de uma riqueza interior inata, mas podem perder ou ignorar essa riqueza caso o seu entorno as impeça de desenvolvê-la.

Em “A Criança” encontramos a metáfora do “embrião espiritual”, que, para expressar-se, precisa se desenvolver.

Em muitas ocasiões, Maria Montessori manifesta o seu entusiasmo com o desenvolvimento da criança e o mistério que ele envolve. A palavra “milagre”, aliás, surge com regularidade ao longo da sua obra.

O caráter cristão da sua pedagogia é explicitado no modo com que ela encerra o seu capítulo sobre o recém-nascido, fazendo clara menção à Encarnação de Jesus:

“Chegou ao mundo

E o mundo foi feito para ele.

Mas o mundo não o reconheceu.

Chegou à sua própria casa


E os seus não o receberam…”


Segunda, 10/07/2017 - Camille de Montgolfier / Aleteia
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