Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

De onde veio a Bíblia?

Não, ela não caiu pronta do céu!

O cristianismo sem a Bíblia parece inimaginável, mas o fato é que, durante os primeiros 300 anos da Igreja, a Bíblia como compilação única de todos os textos sagrados para o cristianismo não existia.

A Bíblia como a conhecemos hoje foi sendo composta num longo processo. Os líderes da Igreja primitiva estudaram numerosos manuscritos e discerniram o seu conteúdo sob a condução do Espírito Santo. O processo de estabelecimento do cânone foi diferente para o Antigo e o Novo Testamento.

A formação do Antigo Testamento

O Antigo Testamento é basicamente uma antiga compilação das Sagradas Escrituras judaicas. Esses textos sagrados, que se desenvolveram ao longo do tempo, eram passados oralmente de geração em geração até finalmente serem escritos.

Cerca de 200 anos antes do nascimento de Jesus, uma tradução grega dos textos hebraicos se tornou amplamente aceita como tradução legítima e até mesmo inspirada. A tradição conta que o rei egípcio Ptolomeu II convidou anciãos judeus de Jerusalém para prepararem a tradução grega. Setenta e dois anciãos, seis de cada uma das 12 tribos, chegaram ao Egito para atender à ordem.

Segundo outro relato, os tradutores foram todos colocados em salas separadas e tiveram que providenciar sua própria versão dos originais. Quando foi concluída a tarefa, os tradutores compararam os textos e descobriram que cada um era milagrosamente idêntico aos demais.

O resultado foi a “Septuaginta” ou “Bíblia dos 70”, especialmente popular entre os judeus de língua grega. A Septuaginta se tornou uma fonte primária para os evangelistas e para grande parte dos primeiros cristãos.

Ao formular o cânon oficial da Sagrada Escritura, a Igreja discerniu levando em conta a Septuaginta. O cânon católico do Antigo Testamento incluiu alguns textos como os Livros de Judite, Tobias, Sabedoria e o Eclesiástico ou Sirácida, que não eram considerados parte das Escrituras judaicas, embora fossem respeitados e lidos pelos judeus.

A formação do Novo Testamento

Inspirados pelo Espírito Santo, vários escritores foram escrevendo, nos anos que se seguiram à morte de Jesus, as muitas histórias que circulavam sobre o Messias. Esses escritores eram ou apóstolos ou amigos de apóstolos que tinham conhecido Jesus muito bem. Eles testemunharam os eventos ou entrevistaram pessoas que os tinham testemunhado, procurando preservar a vida autêntica de Jesus Cristo e os Seus muitos ensinamentos.

Ao longo do tempo, as cópias desses escritos foram se espalhando e várias comunidades cristãs as reuniram para serem lidas durante a celebração dominical da Missa. As cópias das cartas de São Paulo também eram divulgadas e reconhecidas como inspiradas pelo Espírito Santo.

Na época de Santo Irineu, no final do século II, menciona-se o Evangelho “quadriforme”, em referência aos quatro Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João.

Durante o século IV, tornou-se maior a necessidade de codificar oficialmente a Bíblia. Alguns historiadores acreditam que parte da motivação para definir o cânone oficial veio do imperador Constantino, que encomendou do bispo de Constantinopla 50 cópias das Sagradas Escrituras.

A aprovação dos livros a serem incluídos começou com o Concílio de Laodiceia, em 363, continuou quando o Papa Dâmaso I confiou a São Jerônimo a tradução das Escrituras ao latim, em 382, e ficou definitivamente estabelecida durante os Sínodos de Hipona (393) e Cartago (397).

O objetivo era descartar todas as obras errôneas que circulavam na época e instruir as igrejas locais sobre os livros que podiam ser lidos na Missa.


A Igreja sempre acreditou que esse longo processo foi guiado pelo Espírito Santo. O Catecismo explica que a Santa Mãe Igreja, confiando na fé da era apostólica, aceita como sagrados e canônicos os livros do Antigo e do Novo Testamento, inteiros e completos, com todas as suas partes, considerando que, escritos sob a inspiração do Espírito Santo, eles têm a Deus como seu autor e foram por Ele entregues à Igreja como tais.


Quinta, 20/07/2017 - Philip Kosloski / Aleteia
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...