Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/12/2017

“Queridos filhos, Me dirijo a vocês como sua Mãe, a Mãe dos justos, a Mãe daqueles que amam e sofrem, a Mãe dos santos.

Filhos Meus, também vocês podem ser santos: depende de vocês. Santos são aqueles que amam imensamente o Pai Celestial, aqueles que O amam acima de tudo.

Por isso, filhos Meus, procurem ser sempre melhores. Se procuraram ser bons, podem ser santos, também se não pensam isto de vocês. Se vocês pensam ser bons, não são humildes e a soberba os distancia da santidade.

Neste mundo inquieto, cheio de ameaças, as suas mãos, apóstolos do Meu amor, devem estar estendidas em oração e em misericórdia. Para mim, filhos Meus, presenteiem o Rosário, as rosas que tanto amo!

As Minhas rosas são as suas orações feitas com o coração e não somente recitadas com os lábios. As minhas rosas são as suas obras de oração, de fé e de amor.

Quando era pequeno, Meu Filho me dizia que os Meus filhos seriam numerosos e que me trariam muitas rosas.

Eu não compreendia, agora sei que vocês são aqueles filhos, que trazem rosas quando amam o Meu Filho acima de tudo, quando rezam com o coração, que ajudam os mais pobres. Estas são as Minhas rosas!

Esta é a fé, que faz que tudo na vida se faça por amor; que não conhece a soberba; que perdoa sempre prontamente, sem nunca julgar e procurando sempre compreender o próprio irmão.

Por isso, apóstolos do Meu amor, rezem por aqueles que não sabem amar, por aqueles que não os amam, por aqueles que os fizeram mal, por aqueles que não conheceram o Amor de Meu Filho. Filhos Meus, os peço isto para que lembrem que rezar significa amar e perdoar. Obrigada !”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

A fidelidade é própria dos mais inteligentes

Neurocientista afirma que "o amor eterno é uma dança infinita de neurônios entre duas pessoas inteligentes"

Rodolfo Llinás é um neurocientista colombiano que dedicou a maior parte da sua vida ao estudo do cérebro. Dirigiu o programa NEUROLAB da NASA e atualmente é diretor do departamento de psicologia e neurociência da Universidade de Nova Iorque. Há um tempo ele deu uma entrevista na qual surpreendeu com o mapa que traçou com os conceitos de fidelidade, amor e felicidade.

Suas declarações provam, do ponto de vista neurológico, o que muitas pessoas pressentiam por bom senso, experiência ou observação do comportamento. Ele afirma que o cérebro é um sistema fechado que somente é “perfurado” pelos sentimentos. Indica que o seu funcionamento guarda certa analogia com o de um computador, com a diferença de que o cérebro tem plasticidade e criatividade: se modifica, se nutre e muda.
“A fidelidade é o esforço de uma alma nobre para se igualar a outra maior a ela”.
-Goethe-
Segundo suas longas e profundas pesquisas sobre o cérebro, ele concluiu que a estrutura intelectual está baseada na emocional. Primeiro vem a emoção e logo a razão. Criamos as ideias do mundo não tanto a partir do raciocínio, mas sim do que sentimos. O amor tem um lugar de destaque, e a fidelidade é própria dos mais inteligentes, segundos suas palavras.

A fidelidade e a inteligência

Rodolfo Llinás aponta que a área emocional do cérebro é uma das mais antigas. Foi uma das primeiras a se desenvolver. Segundo suas palavras, “É o cérebro trapaceiro, o dos répteis, onde não existem mais do que padrões de ação fixos. Por isso eles se aproximam ou se afastam se querem comida; atacam se querem se defender, e têm relações sexuais se querem se reproduzir”.

O amor, aponta o cientista, não é como fazer ginástica, mas sim como dançar, do ponto de vista fisiológico. Diante do chamado “amor eterno” afirma: “Esse é de inteligentes, que estruturam e ajustam os padrões de ação fixos pegando como referência o outro, como se fosse a própria mão; cuidá-la é minha responsabilidade, e vice-versa. Saber que não haverá uma punhalada trapaceira é a norma”.

 A fidelidade contribui para não gastar energia emocional ou intelectual desnecessariamente. O ser humano, quanto mais inteligente, mais inclinado está para as grandes preocupações da humanidade, deixa de lado as situações que desestabilizam sua vida ou usam energia para ações mais complexas. Por tudo isso, Llinás conclui que o amor eterno é uma dança infinita de neurônios entre duas pessoas inteligentes.

Pesquisas sobre inteligência e fidelidade

Rodolfo Llinás não é o único que falou da relação entre inteligência e fidelidade. Uma pesquisa conduzida pelo doutor Satoshi Kanazawa, especialista em psicologia evolutiva, chegou a uma conclusão semelhante. Na sua pesquisa apontou que os homens com coeficiente intelectual mais elevado (superior a 106) valorizam mais a fidelidade do casal. Nas mulheres a tendência é um pouco diferente: no geral, a maioria delas valoriza a fidelidade sem que isso tenha correlação com o seu nível de inteligência.

A pesquisa aponta que a monogamia é uma fase superior da evolução humana. A princípio o humano está estreitamente ligado ao comportamento instintivo do mamífero. Isto o leva à poligamia. Mas tanto na história da humanidade, quanto na individual de cada homem, a monogamia parece ter relação com um nível superior de evolução.

Realmente a infidelidade tem como condição ter muito tempo livre e muita disposição emocional para o conflito. Quando boa parte do nosso próprio tempo está ocupado, é mais difícil gastar parte dele em intrigas e nas estratégias que vêm associadas à infidelidade. Também não se dispõe de tanta energia emocional para pagar o preço de agir às escondidas, evitando ser pegos e mantendo uma fachada falsa.

É muito mais inteligente estabelecer um relacionamento e aprimorá-lo do que ir pulando de relacionamento em relacionamento. A monogamia traz grande satisfação, não é um sacrifício. Como toda situação humana de valor, implica esforços. Contudo, é muito maior o ganho. Se a vida individual foca os grandes objetivos, certamente um companheiro ou companheira permanente de viagem é um grande tesouro. E ao contrário, se a vida for focada no que é banal, um relacionamento estável vai contra essa futilidade e banalidade.



Segunda, 17/07/2017 - A Mente é Maravilhosa / Aleteia
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