Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/05/2018

Queridos filhos, tudo o que MEU FILHO, que é a Luz do AMOR, tem feito e faz, ELE tem feito por amor. Também vocês, meus filhos, quando vocês vivem no amor e amam seus próximos, vocês estão fazendo a vontade do MEU FILHO. Apóstolos do Meu Amor, tornem-se pequenos, abram seus corações puros ao MEU FILHO para que ELE possa operar através de vocês. Com a ajuda da fé, sejam preenchidos com amor. Mas, meus filhos, não esqueçam que a EUCARISTIA é o coração da fé. Isto é MEU FILHO que os alimenta com SEU CORPO e fortalece vocês com o SEU SANGUE. Isto é um milagre de amor: MEU FILHO, que sempre vem novamente, vivo, trazer de volta a vida para as almas. Meus filhos, Meu desejo maternal é para vocês sempre O amarem mais, porque ELE está chamando vocês com SEU AMOR. ELE está-lhes dando amor para que vocês possam espalhá-lo para todos aqueles ao redor de vocês. Como uma mãe, através do SEU AMOR, EU estou com vocês para falar palavras de amor e esperança para vocês – para falar para vocês as palavras eternas que são vitoriosas no tempo e da morte – para chamá-los para serem ao Meus Apóstolos de Amor. Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Identificam a ferida da lançada no Santo Sudário de Turim e no Sudário de Oviedo

Como foi a lançada.
Ilustração da exposição "O homem do Sudário", Curitiba
Estudos patrocinados pela Universidade Católica de Múrcia (UCAM), na Espanha, concluíram que o Santo Sudário de Turim e o Sudário de Oviedo envolveram a mesma pessoa. Isso confirmou conclusões de outras análises.

O realmente importante na novidade identificada é que os dois tecidos apresentam sinais de que, depois de morto, o corpo para o qual eles serviram de câmara mortuária “sofreu um ferimento” no lado direito que o atravessou inteiramente, saindo pelas costas.

O tremendo ferimento concorda com o Evangelho de São João quando relata que um centurião romano perfurou o lado de Cristo.

31. Os judeus temeram que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, (...) Rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados.

32. Vieram os soldados e quebraram as pernas do primeiro e do outro, que com ele foram crucificados.

33. Chegando, porém, a Jesus, como o vissem já morto, não lhe quebraram as pernas,

34. mas um dos soldados abriu-lhe o lado com uma lança e, imediatamente, saiu sangue e água. (...)

36. Assim se cumpriu a Escritura: Nenhum dos seus ossos será quebrado (Ex 12,46).

37. E diz em outra parte a Escritura: Olharão para aquele que transpassaram (Zc 12,10)”. (São João, 19 – 31-37)

A conclusão foi dada a conhecer pela Universidade Católica de Múrcia (Espanha). O estudo médico-forense foi dirigido por Alfonso Sánchez Hermosilla, pesquisador desse centro de estudos, informou ACIDigital

Como foi a lançada. Ilustração com mais pormenores
da exposição "O homem do Sudário", Curitiba
O Dr. Sánchez Hermosilla é médico forense do Instituto de Medicina Legal de Múrcia, diretor da Equipe de Pesquisa do Centro Espanhol de Sindonologia (EDICES) e assessor científico do Centro Internacional de Sindonologia de Turim.

Nas conclusões, lê-se que o estudo conjunto do Santo Sudário de Turim e do Sudário de Oviedo

1. “não só confirma que ambos envolveram a mesma pessoa,

2. “como também, que depois de morto e em posição vertical, sofreu um ferimento profundo

3. “que atravessou o tórax direito, com a entrada pela quinta costela e saída pela quarta, perto da coluna vertebral e da escápula direita,

4. “deixando marcas de coágulos de sangue e líquido pericárdico em ambos os panos (no Santo Sudário pelo seu contato com os orifícios da entrada e da saída, e no Sudário de Oviedo com o da saída)”.

[N.R.: a divisão em pontos é de nossa lavra]

Tudo isso, indicou a UCAM, “está de acordo com o que foi relatado no Evangelho de João, capítulo 19, versículos 33-34: ‘Mas, vindo a Jesus, e vendo-o já morto, não lhe quebraram as pernas. Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água’”.

Para chegar a essa conclusão, explica a Universidade, foram realizados “estudos antropométricos, criminalísticos, anatômicos e anatomopatológicos do Santo Sudário de Turim e do Sudário de Oviedo”.

“Seus resultados supõem novas descobertas da Equipe de Pesquisa da UCAM, que está estudando o Sudário de Oviedo e que anteriormente encontrou outras evidências de que ambos os tecidos envolveram a mesma pessoa”, indicou em seu site.

Representação piedosa do momento em que o
Coração de Jesus é transpassado.
Passo da Hermandad de la Lanzada, Semana Santa, Sevilha.
O trabalho informa também que foram realizados “estudos do sangue, da presença de polens, da conservação do material do tecido (linho) e da determinação de contaminantes orgânicos e inorgânicos”.

“As manchas de sangue que foram estudadas sempre estiveram lá, mas ninguém as havia estudado, e são as únicas com essas características.

“Até o momento, foram atribuídas a marcas causadas pelas feridas da flagelação”, assinalou Sánchez Hermosilla.

A Universidade explicou que “as manchas (...) nas quais se centra o estudo compartilham características comuns e são muito diferentes do resto, pela sua morfologia e complexidade depois da análise macroscópica, como uma alta concentração hemática no centro e uma aureola mais clara e perfilada”.

“Além disso, essas manchas se tornam invisíveis quando observadas com um filtro infravermelho, como normalmente acontece nas manchas causadas pelo sangue de cadáver, ao contrário do que ocorre com o sangue de uma pessoa que está viva (...).

“No Sudário existe apenas outra mancha com características semelhantes, chamada ‘Mancha em acordeão’, atribuída à mesma origem com mácula e, consequentemente, do tecido ter sido dobrado várias vezes em várias ‘partes’, ficando sobre o inverso da grande mancha central” acrescentou.

O estudo descreve com detalhe “os tecidos e órgãos que atravessaram o objeto pontiagudo em sua hipotética trajetória”.

E apoia “a hipótese de que quem administrou o ‘golpe de graça’ tinha experiência, pois ao colocar a folha da arma na posição horizontal poderia evitar facilmente as costelas, sem ter que tentar várias vezes, algo que aparentemente não aconteceu, pois não aparece o que denominamos na Medicina Forense ‘marcas das lesões’”.

Mais uma prova proveniente da botânica

Antes desta nova descoberta, no transcurso da investigação, “foi descoberto no Sudário de Oviedo um grão de pólen de uma planta que, segundo a paleóloga da EDICES, Marzia Boi, é compatível com a espécie botânica Helichrysum Sp., também identificada no Sudário de Turim”.

Os cientistas “descartaram tratar-se de uma contaminação posterior, pois está aderido ao sangue. Ou seja, chegou à relíquia no mesmo tempo que o sangue, e não foi de forma aleatória”.


A equipe liderada pelo Dr. Sánchez Hermosilla incluiu Jesús García Iglesias, professor de Minas da Universidade de Oviedo; Marzia Boi, paleóloga e bióloga; Juan Manuel Miñarro, professor no Departamento de Escultura da Universidade de Sevilha; Antonio Gómez Gómez e Felipe Montero Ortego.


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