Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa visita Egito e denuncia violência em ‘nome de Deus’

Todas as igrejas no Cairo foram colocadas sob vigilância, por medo de atentado, enquanto o EI ameaçou multiplicar os ataques

O papa Francisco denunciou a violência cometida “em nome de Deus”, assim como o populismo que ameaça a paz, durante sua primeira visita ao Egito, nesta sexta-feira (28), país onde a minoria cristã local sofre constantes ataques.

“O sofrimento de vocês também é o nosso sofrimento”, declarou o sumo pontífice em discurso na sede da Igreja copta ortodoxa diante do papa Tawadros II.

Os dois líderes religiosos caminharam por 100 metros em procissão, cercados por guarda-costas e dignatários, até a igreja de São Pedro e São Paulo, atingida em dezembro por um atentado reivindicado pelo grupo Estado Islâmico (EI).

Sob forte esquema de segurança, a visita do pontífice argentino acontece três semanas após os dois atentados de 9 de abril contra igrejas coptas ortodoxas. Reivindicados pelo EI, os ataques deixaram 45 mortos.
Após chegar no início da tarde à capital egípcia, o papa pronunciou um discurso durante uma conferência organizada pela instituição sunita Al-Azhar.

“Nenhuma violência pode ser cometida em nome de Deus, porque profanaria Seu nome”, declarou o papa.

Para essa primeira visita do papa ao mais populoso dos países árabes, que segue em estado de emergência, policiais e militares eram onipresentes nas ruas da capital egípcia.

Os arredores da Nunciatura Apostólica, onde o papa deve ficar hospedado, foram fechadas ao tráfego nesta sexta-feira. E, perto da catedral, sede da Igreja ortodoxa copta, tanques estavam estacionados.

Mais cedo, Francisco se dirigiu ao palácio presidencial para uma reunião com o presidente Abdel Fattah al-Sissi. Na instituição de Al-Azhar, foi recebido pelo grande imã, xeque Ahmed al-Tayeb.

Em seu discurso, o papa denunciou “os populismos demagógicos que não ajudam a consolidar a paz”.

“Nenhuma incitação à violência garantirá a paz”, insistiu, sem citar exemplos.

Ele também pediu que “se bloqueie os fluxos de dinheiro e de armas” para “prevenir os conflitos e edificar a paz”.

“Juntos, nesta terra de encontro entre o céu e a terra, de alianças entre os povos e entre os crentes, repetimos um ‘não’ alto e claro à toda forma de violência”, insistiu.

“Apenas trazendo à luz as turvas manobras que alimentam o câncer da guerra é possível prevenir suas causas reais”, acrescentou o papa, que culpa o tráfico de armas pelos conflitos no Oriente Médio.

“Para prevenir os conflitos e construir a paz, é essencial trabalhar para eliminar as situações de pobreza e de exploração, onde os extremismos se fortalecem facilmente”, alertou.

– Respeito aos direitos Humanos

Todas as igrejas no Cairo foram colocadas sob vigilância, por medo de atentado, enquanto o EI ameaçou multiplicar os ataques contra os coptas. Majoritariamente ortodoxos, eles representam cerca de 10% dos 92 milhões de egípcios.

Mais importante comunidade cristã em número no Oriente Médio, os coptas ortodoxos do Egito se dizem vítimas de discriminação por parte das autoridades e da maioria muçulmana.

Em outro discurso pronunciado diante de Al-Sissi, o papa Francisco pediu respeito “incondicional” aos direitos humanos, citando “a liberdade religiosa e de expressão”.

Criticado no exterior por violações dos direitos humanos, Al-Sissi demonstrou certa abertura à comunidade cristã egípcia desde que chegou ao poder em 2014. Ele foi o primeiro presidente do Egito a participar de uma missa de Natal, em 2015.

O presidente prometeu aos coptas identificar os responsáveis pelos atentados reivindicados pelo EI contra as igrejas em Tanta e em Alexandria, que mataram 45 pessoas no início da Semana Santa, em 9 de abril.

– Degelo –

A viagem de Francisco é a segunda de um papa ao Egito contemporâneo, após a de João Paulo II em 2000.

A instituição sunita de Al-Azhar se opõe ao jihadismo inspirado no salafismo rigoroso dominante na Arábia Saudita.

Mas Al-Azhar está igualmente no centro de uma disputa entre as autoridades políticas e religiosas desde que Al-Sissi fez campanha por reformas, visando a erradicar os discursos extremistas na esfera religiosa.

A visita do papa ao Cairo tem como objetivo, em especial, consolidar as relações entre Al-Azhar e o Vaticano, tensas desde 2006, em razão das polêmicas declarações do papa Bento XVI, associando o Islã à violência.

Já em maio de 2016, o papa Francisco recebeu o imã Al-Tayeb, ponto culminante de uma aproximação entre a Santa Sé e Al-Azhar.

O líder espiritual de quase 1,3 bilhão de católicos finalmente se reuniu com o papa copta ortodoxo do Egito, Tawadros II.

Os dois visitaram a igreja copta de São Pedro e São Paulo, onde o atentado do EI matou 29 vítimas em dezembro passado, no coração do Cairo. Dentro do templo, Francisco se sentou junto a Tawadros II e participou de uma missa.


(AFP)


Sábado, 29/04/2017 - Aleteia
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...