Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Conflitos entre Ciência e Religião?

Um ponto clássico, por exemplo, é o debate sobre a origem do Universo


Algumas pessoas veem conflitos insolúveis entre a Ciência e a Religião, mas, em linhas gerais, podemos dizer que, quando bem compreendidas, ambas, no plano da fé, não se confrontam, mas, ao contrário, caminham juntas e sem atritos – cada uma a seu modo – para o bem da humanidade em todos os sentidos.

Os problemas de aparência incontornáveis só nascem quando uma hipótese científica é tomada como verdade incontestável por parte de alguns cientistas em oposição aos ensinamentos da fé ou, então, se o religioso tem como dogma algo que não é.

Um ponto clássico, por exemplo, é o debate sobre a origem do Universo: foi criado diretamente por Deus tal como é hoje ou veio da evolução da matéria? – Em resposta, diremos o seguinte: do ponto de vista das ciências experimentais, a disputa não produz grandes frutos, pois ninguém presenciou o instante zero do cosmo.

Daí, ficam duas teorias em aberto: Deus criou tudo como é hoje (criacionismo) ou o Universo é fruto de uma expansão depois do Big Bang: evolucionismo que pode ser materialista – só aceita a matéria – ou mitigado – apenas a matéria evolui, mas a alma espiritual é criada por Deus diretamente para cada ser humano. É esta segunda forma de evolução que a fé católica aceita.

Pergunta-se, porém, o que diz a Igreja sobre os primeiros capítulos do Gênesis (1-11)? – Diz que as principais lições a serem daí extraídas não são ensinos de ciências naturais, pois, estas, embora importantes, não visam à salvação eterna do ser humano, que é o objetivo principal da Revelação divina.

Voltando, agora, a considerar o universo, podemos dizer que a matéria inicial, caótica (nebulosa), da qual terá procedido a evolução, foi criada diretamente por Deus (não é matéria eterna). O Senhor lhe haverá dado as leis de seu desenvolvimento de modo que dela tiveram origem os minerais, os vegetais e os animais irracionais até o surgimento do homem e da mulher. Quando Deus quis que o ser humano aparecesse na face da terra, realizou outro ato criador, dando alma espiritual ao primata evoluído.

Quanto à criação do ser humano distinguimos entre corpo e alma. O corpo, sendo matéria, pode provir de matéria viva preexistente. Derivaria de um primata que seria o ancestral comum dos macacos e do corpo humano. A alma, contudo, não tem origem por evolução, mas por criação direta de Deus; sendo espiritual, ela não provém da matéria evoluída (o espírito não é energia quantitativa, nem fluida, nem éter; por isso não pode originar-se da matéria). Assim se conciliariam criação e evolução.

Já na Moral Católica há mais choques por duas principais razões: 1) a Igreja, além do Evangelho, defende a Lei natural moral presente em cada ser humano a lhe dizer: “Pratica o bem e evita o mal”. Independentemente da cultura ou da época histórica, nunca foi nem será lícito matar, roubar, caluniar etc. Ora, um mundo afastado de Deus devido à negação da metafísica (o que está além da física, portanto não mensurável pelas ciências experimentais) tenta – embora sem êxito pleno – sufocar essa Lei natural moral chocando-se com a Igreja; 2) A moral católica é teônoma (Théos = Deus/ nomos = lei), ou seja, leva em conta as circunstâncias do indivíduo, mas tem seu referencial em Deus e sua Lei. Aqui há embates, pois o pensamento contemporâneo é antropocêntrico (anthropos = homem/ nomos = norma) e, por isso, coloca o ser humano como centro de tudo, capaz, inclusive, de desprezar a lei de Deus, que é a natural moral, para tentar – com mais ou menos êxito – substituí-la por leis positivas humanas.

Daqui saem os grandes desatinos do homem que se julga superior ao demais e, por isso, crê poder exterminar os “inferiores”, assassinar as crianças no ventre materno (aborto), os idosos doentes (eutanásia), fabricar autênticos homens e mulheres in vitro e armazená-los como meras peças capazes de satisfazer aos caprichos humanos: os que servem são aproveitados, os demais são descartados etc.
Eis, muito brevemente, pontos que Ciência e Religião podem se unir ou se chocar…


Vanderlei de Lima é eremita na Diocese de Amparo; Igor Precinoti é médico, pós-graduado em Medicina Intensiva (UTI), especialista em Infectologia e doutorando em Clínica Médica pela USP.


Sexta, 21/04/2017 - Vanderlei de Lima / Igor Precinoti / Aleteia
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