Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2019

“Queridos filhos, como MÃE que conhece os SEUS filhos, sei vocês desejam o MEU FILHO. EU sei que vocês desejam a VERDADE, a PAZ, aquilo que é puro e não é falso.

Por isto EU, como MÃE, através do AMOR DE DEUS, me dirijo a vocês e os convido, a fim de que, rezando com o coração puro e aberto, conheçam por vocês mesmos o MEU FILHO, o SEU AMOR, o SEU CORAÇÃO MISERICORDIOSO.

O MEU FILHO via a beleza em todas as coisas.

ELE procura o BEM, até mesmo naquilo que é pequeno e escondido, em todas as almas, para perdoar o mal.

Por isto, filhos MEUS, apóstolos do MEU AMOR, os convido a adorá-LO, a agradecê-LO continuamente e a serem dignos para ELE. Porque ELE disse para vocês PALAVRAS DIVINAS, as PALAVRAS DE DEUS, as PALAVRAS que são para todos e para sempre.

Por isto, filhos MEUS, vivam a serenidade, a alegria e o amor recíproco.

Isto é o que é necessário para vocês no mundo de hoje: assim serão apóstolos do MEU AMOR, assim vocês testemunharão o MEU FILHO de maneira justa.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa: amar sem falsidade

O Papa Francisco acolheu na Praça S. Pedro cerca de 12 mil fiéis para a Audiência Geral desta quarta-feira (15/03).

Depois da semana dedicada ao retiro quaresmal, em sua catequese o Pontífice retomou o tema da esperança cristã, inspirando-se desta vez no trecho da Carta aos Romanos que fala da alegria de amar.

O grande mandamento que Jesus deixou é amar a Deus e o próximo como a nós mesmos. “Somos chamados ao amor, à caridade. Esta é a nossa vocação mais sublime, a nossa vocação por excelência”, recordou Francisco.

Todavia, na Carta aos Romanos o Apóstolo nos adverte para um risco: de que o nosso amor seja hipócrita. “A hipocrisia pode se insinuar de várias maneiras, inclusive no nosso modo de amar”, alertou o Papa. Isso se verifica quando somos movidos por interesses pessoais, quando fazemos caridade para ganhar “visibilidade”, por amor interesseiro ou um “amor de novela”. A caridade não é uma criação humana. Pelo contrário, é antes de tudo uma graça; não consiste em mostrar aquilo que não somos, mas aquilo que o Senhor nos doa.

Paulo nos convida a reconhecer que somos pecadores e que também o nosso modo de amar é marcado pelo pecado. E então se compreende que tudo o que podemos viver e fazer pelos irmãos nada mais é do que a resposta àquilo que Deus fez e continua fazendo por nós: o Senhor abre diante de nós uma via de libertação, de salvação, e dá também a nós a possibilidade de viver o grande mandamento do amor servindo aqueles que todos os dias encontramos no nosso caminho, a começar pelos últimos e pelos mais necessitados, nos quais Ele se reconhece por primeiro.

A advertência de Paulo, na verdade, é para nos encorajar e a reavivar em nós a esperança. “De fato, todos nós fazemos a experiência de não viver plenamente ou como deveríamos o mandamento do amor. Mas também esta é uma graça, porque nos faz compreender que também para amar precisamos que o Senhor renove continuamente este dom no nosso coração, através da experiência de sua infinita misericórdia”. Somente assim voltaremos a apreciar as pequenas coisas, simples, de todos os dias; e seremos capazes de amar os outros como Deus os ama, isto é, procurando apenas o seu bem.

Deste modo, finalizou Francisco, nos sentiremos felizes por nos aproximarmos do pobre e do humilde, contentes por nos debruçarmos sobre os irmãos caídos por terra, a exemplo de Jesus. “Aqui está o segredo para ‘sermos alegres na esperança’: porque temos a certeza de que, em todas as circunstâncias, inclusive nas mais adversas, e apesar das nossas faltas, o amor de Deus por nós não esmorece. E assim, certos de sua fidelidade inabalável, vivemos na alegre esperança de retribuir nos irmãos, com o pouco que nos é possível, o muito que recebemos Dele todos os dias”.



Quarta, 15/03/2017 - Rádio Vaticano / Aleteia
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