Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Rebeliões, fugas e barbárie sem fim assombram presídios brasileiros

Não há trégua na guerra feroz entre o paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) e o carioca Comando Vermelho (CV).


As autoridades de Segurança eram mais uma vez confrontadas nesta segunda-feira com rebeliões prisionais, sangrentos acertos de conta entre presos de facções de narcotraficantes rivais e fugas espetaculares em uma guerra que já deixou 115 mortos desde o início do ano.

Pouco depois de a polícia controlar a rebelião que terminou com 26 presos brutalmente assassinados no fim de semana na penitenciária de Alcaçuz, em Natal (Rio Grande do Norte), dezenas de detentos ocuparam durante horas o telhado deste presídio que, como muitos no Brasil, opera superlotado e sob a lei de facções criminosas.

Em imagens captadas pela AFPTV, era possível ver um grupo de detentos de Alcaçuz, o maior presídio potiguar, agitando bandeiras e paus no telhado sob o sol forte.

Passado o meio-dia, policiais e membros do Grupo de Operações Especiais entraram no presídio, cercado por dunas, e os presos desceram aos pavilhões.

Os agentes tinham a missão de tirar do presídio cinco líderes da rebelião e, após negociações com membros da organização criminosa, durante a tarde conseguiram transferir o grupo em um grande comboio, entre aplausos de presos da facção rival, constataram os jornalistas da AFP.

A maioria dos detentos da Alcaçuz tinha subido no telhado durante a noite, depois que os agentes deixaram o presídio, ao considerar controlada a rebelião de 14 horas que se tornou o terceiro maior massacre do ano em um presídio brasileiro.

Mas não há trégua na guerra feroz entre o paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) e o carioca Comando Vermelho (CV), as duas maiores facções criminosas do país.

Com o domínio do narcotráfico no estratégico mercado brasileiro em jogo, as prisões se tornaram o centro de uma batalha que está fora de controle por enquanto e onde nenhum ataque fica sem resposta.

Enquanto os legistas começavam a identificar os corpos esquartejados dos mortos, detentos de outro presídio de Natal iniciavam um motim por volta das 03H00 da manhã, queimando colchões e um tumulto que só foi sufocado com a chegada da polícia e das forças especiais.

Segundo o governo do estado, esta tentativa de rebelião no presídio Raimundo Nonato terminou sem feridos ou fugas.

Alta tensãoDesde que o Comando Vermelho e seus aliados da Família do Norte se envolveram no primeiro confronto no primeiro dia do ano, em Manaus, a tensão beligerante forjada durante meses nos presídios de todo o país ficou insuportável.

Naquela noite, 56 detentos foram executados no segundo maior massacre registrado em um presídio brasileiro. A maior parte pertencia ao PCC que, no afã de controlar todas as rotas do narcotráfico do país, rompeu, em junho, o frágil equilíbrio que mantinha com o CV.

A ostentação da violência e a ferocidade dos assassinatos na capital amazonense se repetiram quatro dias depois no massacre de Roraima, que terminou com a morte de 33 detentos.

Na tarde de sábado, foi a vez de Natal, quando presos ligados ao PCC e rivais do Sindicato do Crime – dissidência do PCC, surgida nas prisões do Rio Grande do Norte – conseguiram sair de seus pavilhões para se enfrentar brutalmente neste presídio com capacidade para 620 detentos, mas que abriga 1.083.

A maioria dos presos mortos neste presídio, que teve as grades arrancadas em uma rebelião em 2015, eram membros da facção local, mais próxima ao CV, segundo a imprensa.

As autoridades tentam diminuir a tensão nas prisões, enquanto tentam encontrar os detentos que aproveitam a confusão para fugir.

Aos quase cem presos que continuam foragidos após a rebelião de Manaus, somaram-se cerca de vinte em Curitiba.

Para tentar conter a crise, o governo de Michel Temer anunciou a construção de novos presídios em todos os estados, assim como medidas de modernização. Na semana passada, foram mobilizados 200 homens da Força Nacional de Segurança para o Amazonas e Roraima depois dos massacres nos dois estados.

No entanto, as medidas são consideradas insuficientes para muitos especialistas, que pedem uma reforma profunda em um sistema que abriga a quarta maior população carcerária do mundo e onde a taxa de ocupação das prisões é de 167%.


Terça, 17/01/2017 - Agências de Notícias /Aleteia
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