Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O drama das escravas sexuais do Estado Islâmico

"Havia uma espécie de mercado para onde levavam as mulheres yázidis para os combatentes escolherem"


“Foram sete. Primeiro um egípcio, um marroquino, depois um palestino…”. Haifa, uma jovem iraquiana, conta em seus dedos o número e a nacionalidade dos combatentes do Estado Islâmico que, durante seus dois anos de cativeiro, a compraram e venderam como escrava sexual.

Haifa, de 36 anos, e sua família são parte dos milhares de integrantes da minoria yázidi, especialmente perseguida pelos extremistas quando tomaram o controle de inúmeros territórios no Iraque e na Síria.

Esta minoria que fala o idioma curdo professa uma religião pré-islâmica e o EI os considera hereges e politeístas, colocando-os no centro da mira dos extremistas. A ONU denunciou uma “tentativa de genocídio” contra seus membros.

“Havia uma espécie de mercado para onde levavam as mulheres yázidis para os combatentes escolherem. Um dia um deles comprou 21 mulheres”, relata à AFP a mulher que mantém sua identidade verdadeira sob o pseudônimo de Haifa.

Presa em sua região natal de Sinjar, ela foi levada para Mossul, reduto iraquiano do Estado Islâmico, e depois foi transferida para Raqqa, bastião na Síria.

“Nos tratavam muito mal. Nos fizeram sofrer coisas terríveis”, relata.

Milhares de mulheres ainda estão presas

Depois de duas frustradas tentativas de fuga, Haifa recuperou sua liberdade há alguns dias graças a quem ela define – de forma muito discreta – como “benfeitores”.

Algumas mulheres yázidis conseguiram escapar do Estado Islâmico. Outras foram “compradas” para depois serem libertas sem que o grupo soubesse.

O lançamento da ofensiva iraquiana para retomar Mossul em outubro reavivou a esperança de outras libertações. Estima-se que ainda restarão três mil homens, mulheres e crianças nas mãos dos fundamentalistas islâmicos, afirma Hussein al-Qaidi, que comanda uma oficina de ajuda a pessoas em cativeiro, em Dohuk, financiada pelas autoridades curdas iraquianas.

Pela regra geral diante das ofensivas iraquianas, os islâmicos saíam levando consigo os reféns yázidis. Porém, isso mudou desde que as tropas leais a Bagdá conseguiram interromper a rota que une Mossul ao território sírio.

“Fomos vítimas de uma campanha feroz, mas nosso povo está muito ligado a sua terra”, afirma Hussein al-Qaidi ao justificar suas esperanças de remontar sua comunidade.

Haifa ainda tenta superar o pesadelo que viveu durante dois anos. Exausta e doente, tem vergonha de contar a sua família o que teve que enfrentar.

Ela teme por sua irmã de 20 anos, que como muitas outras mulheres ainda está nas mãos do EI. E suplica: “Peço ao mundo inteiro que ajude a libertá-las”.


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