Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O drama das escravas sexuais do Estado Islâmico

"Havia uma espécie de mercado para onde levavam as mulheres yázidis para os combatentes escolherem"


“Foram sete. Primeiro um egípcio, um marroquino, depois um palestino…”. Haifa, uma jovem iraquiana, conta em seus dedos o número e a nacionalidade dos combatentes do Estado Islâmico que, durante seus dois anos de cativeiro, a compraram e venderam como escrava sexual.

Haifa, de 36 anos, e sua família são parte dos milhares de integrantes da minoria yázidi, especialmente perseguida pelos extremistas quando tomaram o controle de inúmeros territórios no Iraque e na Síria.

Esta minoria que fala o idioma curdo professa uma religião pré-islâmica e o EI os considera hereges e politeístas, colocando-os no centro da mira dos extremistas. A ONU denunciou uma “tentativa de genocídio” contra seus membros.

“Havia uma espécie de mercado para onde levavam as mulheres yázidis para os combatentes escolherem. Um dia um deles comprou 21 mulheres”, relata à AFP a mulher que mantém sua identidade verdadeira sob o pseudônimo de Haifa.

Presa em sua região natal de Sinjar, ela foi levada para Mossul, reduto iraquiano do Estado Islâmico, e depois foi transferida para Raqqa, bastião na Síria.

“Nos tratavam muito mal. Nos fizeram sofrer coisas terríveis”, relata.

Milhares de mulheres ainda estão presas

Depois de duas frustradas tentativas de fuga, Haifa recuperou sua liberdade há alguns dias graças a quem ela define – de forma muito discreta – como “benfeitores”.

Algumas mulheres yázidis conseguiram escapar do Estado Islâmico. Outras foram “compradas” para depois serem libertas sem que o grupo soubesse.

O lançamento da ofensiva iraquiana para retomar Mossul em outubro reavivou a esperança de outras libertações. Estima-se que ainda restarão três mil homens, mulheres e crianças nas mãos dos fundamentalistas islâmicos, afirma Hussein al-Qaidi, que comanda uma oficina de ajuda a pessoas em cativeiro, em Dohuk, financiada pelas autoridades curdas iraquianas.

Pela regra geral diante das ofensivas iraquianas, os islâmicos saíam levando consigo os reféns yázidis. Porém, isso mudou desde que as tropas leais a Bagdá conseguiram interromper a rota que une Mossul ao território sírio.

“Fomos vítimas de uma campanha feroz, mas nosso povo está muito ligado a sua terra”, afirma Hussein al-Qaidi ao justificar suas esperanças de remontar sua comunidade.

Haifa ainda tenta superar o pesadelo que viveu durante dois anos. Exausta e doente, tem vergonha de contar a sua família o que teve que enfrentar.

Ela teme por sua irmã de 20 anos, que como muitas outras mulheres ainda está nas mãos do EI. E suplica: “Peço ao mundo inteiro que ajude a libertá-las”.


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