Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2018

“Queridos filhos,

Através do Grande Amor do PAI CELESTIAL, EU estou com vocês como sua MÃE e vocês estão comigo como MEUS filhos, como Apóstolos do Meu Amor que sem cessar, reúnem-se em torno de MIM.

Filhos MEUS, vocês são aqueles que, como a oração, devem abandonar-se totalmente ao MEU FILHO, a fim de que não sejam mais vocês a viverem, mas o MEU FILHO em vocês; de modo que todos aqueles que não O conheçam, O vejam em vocês e desejem conhecê-lo.

Rezem para que eles vejam em vocês uma humildade decidida e bondade, disponibilidade a servir os outros; que vejam que vocês vivem a sua vocação no mundo com o coração, em comunhão com o MEU FILHO. Que eles vejam em vocês mansidão, ternura e amor ao MEU FILHO, como também aos seus irmãos e irmãs. Apóstolos do MEU AMOR, vocês devem rezar muito e purificar os seus corações de odo que sejam vocês os primeiros a caminhar no caminho do MEU FILHO de modo que sejam vocês os justos unidos pela JUSTIÇA do MEU FILHO.

Filhos MEUS, como MEUS Apóstolos vocês devem estar unidos na comunhão que flui do MEU FILHO, a fim de que os MEUS filhos que não conhecem o MEU FILHO reconheçam uma comunhão de amor e desejem caminhar no caminho da vida, no caminho da unidade com o MEU FILHO.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

“Ele, que levou o inferno à vida de muitos, se tiver entrado no inferno sofre agora de olhos abertos”

As declarações do padre exorcista José Fortea sobre Fidel Castro parecem duras, mas são a justa lembrança da nossa própria responsabilidade.


O conhecido exorcista espanhol padre José Fortea escreveu reflexões particulares sobre a morte de Fidel Castro que impactaram o público na semana passada. Houve críticas contra o sacerdote, tachando-o de “juiz sem misericórdia“, mas também houve muitos elogios à coragem dele em recordar que a salvação eterna não é “automática”: afinal, como observou Santo Agostinho, Deus nos criou sem nós, mas não nos salvará sem nós.

Eis as reflexões do padre Fortea:

“Deus deu a ele 90 anos para que a sua alma se convertesse, para entender, para pedir perdão. Pedir perdão às suas milhares de vítimas, aos seus milhões de oprimidos… Pedir perdão a Deus, a si mesmo. Perdoar a si mesmo para continuar vivendo com dignidade, para não viver sob o remorso, sob o peso de uma culpa esmagadora, para não viver como Macbeth, como um animal encurralado, encurralado e mordido pela própria consciência.

Agora o tempo acabou para Fidel Castro. Agora não há mais força, nem santo, nem anjo que possa conseguir-lhe o perdão. Ele, que sentenciou a tantos, está agora sentenciado e não encontrará mais perdão nem neste mundo, nem no céu.

Fidel Castro, que não teve piedade de tantos que lhe suplicaram misericórdia, se não tiver encontrado o perdão não o encontrará nunca mais. Ele, que levou o inferno à vida de muitos, se tiver entrado no inferno sofre agora certamente de olhos abertos. Ele, que sempre manteve os olhos da consciência fechados, agora enxerga. No inferno ou nas espantosas moradas da purificação, destinadas a monstros como ele, Fidel agora se vê sofrendo… Mas, finalmente, vê.

Agora não servem de nada as inumeráveis manifestações na Praça da Revolução, que podem elevar a sua honra, nem todos os artigos diários do seu partido. Nada disso serve mais. Agora ele está só, com a sua alma. Fechado na terrível prisão da sua alma. No reino escuro de Satanás ou nas prisões imateriais da purificação, seu destino estava à sua espera. Durante 90 anos, seu destino eterno esperava por ele.

Mas o que sei é que ele está ou numa ou na outra morada, e não nos resta nenhum tipo de dúvida de que a Justiça se abateu sobre a sua pequena e miserável alma. A única dúvida, a única, é se a sua espantosa situação durará séculos ou séculos sem fim!”.

O padre Fortea não sentenciou em nenhum momento que Fidel Castro tenha sido condenado ao inferno. Ele deixa claro que o ex-ditador pode ter recebido uma chance no purgatório.

A consideração de que a vida eterna é uma conquista e não uma garantia parece dura, mas foi ensinada pelo próprio Cristo. A Igreja não tem apenas o direito de recordar esta certeza de fé: tem a obrigação.


Segunda, 05/12/2016 - Aleteia Brasil
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