Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O que fazer com um passado que me machuca até hoje?

O passado é como uma bússola: lembrar não é se aprisionar, é ter um parâmetro, uma noção de quais caminhos trilhar (ou não).


Quando nos lembramos de algo que nos passou, temos então um parâmetro. Uma noção do que já foi. Daquilo que fez parte da nossas história, nos compôs. Entretanto, muitas vezes lembrar é doloroso e evitamos o fazer.

Em casos de desespero se nos fosse dado o poder, o apagaríamos num piscar de olhos. Contudo, apagar o passado vai muito além de esquecer o que foi conturbado, doloroso e nos afetou, apagar o passado é perder o referencial de quem fomos e do que somos, é perder uma das bases da vida.

Olhar para trás é necessário quando se precisa entender algo atual,compreender momento, analisar e constatar fatos, entender melhor nossas próprias verdades, aquilo que faz parte da essência de quem se é. Como quando olhamos para trás e percebemos que a aquela realidade de outrora atualmente seria totalmente incabível e até mesmo inimaginável. Ver que nos sujeitamos quando poderíamos ter dito não, perceber que nos contentamos com pouco, com migalhas de um todo.

Se o presente hoje soa diferente é por algo no passado se ressignificou, não se encaixou mais. O amanhã também se faz com base não somente no que queremos, mas no que não queremos mais. Saber para aonde não mais voltar.

Para viver o hoje de forma plena é preciso usar o passado como bússola, apontando os erros cometidos, as falhas, as verdades omitidas, o receio que falou mais alto que a razão, os sonhos engavetados, os sentimentos trancafiados. Usar com bussola direcionando aonde não mais voltar, as falhas a não executar novamente.

Porque é tão mais fácil o tornar uma ancora que nos sobrecarrega e nos arrasta até o abismo oceânico nos culpabilizando outra vez pelos erros cometidos, quando na verdade ele pode ser um grande agente auxiliador no processo de mudança e evolução, de ressignificação.

Olhar para meu ontem para saber o que não me cabe mais, para integrar entre mente e coração aquilo que não faz mais parte da minha mais genuína verdade. Ver o que não tem mais lugar no hoje. 
Lembrar é necessário,mais que isso, é fundamental. Sem nossas lembranças seriamos partitura incompleta, livro inacabado, incoeso. Lembrar não é se aprisionar, é ter um parâmetro, uma noção de quais caminhos não mais trilhar, é saber o que é de fato bom.

Usar o passado como um bússola em alto mar, a saber em quais cais não mais nos firmar, em quais ventos errôneos, quais direções não tomar. Lembrar não é viver, é instrução. Que o passado não nos aprisione, e sim nos oriente.


Segunda, 24/10/2016 - Obvious / Aleteia
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