Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

EVANGELHO DO DIA 23/10/2016 – Lucas 18,9-14

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo, Jesus disse a seguinte parábola para alguns que se consideravam justos e desprezavam os outros: «Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro publicano. O fariseu, de pé, orava assim: ‘Meu Deus, dou-Vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de todos os meus rendimentos’. O publicano ficou a distância e nem sequer se atrevia a erguer os olhos ao Céu; Mas batia no peito e dizia: ‘Meu Deus, tende compaixão de mim, que sou pecador’. Eu vos digo que este desceu justificado para sua casa e o outro não. Porque todo aquele que se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».


Palavra da Salvação.
Gloria a vós Senhor!


COMENTÁRIO DO EVANGELHO

O Evangelho define a atitude correta que o crente deve assumir diante de Deus. Recusa a atitude dos orgulhosos e auto-suficientes, convencidos de que a salvação é o resultado natural dos seus méritos; e propõe a atitude humilde de um pecador, que se apresenta diante de Deus de mãos vazias, mas disposto a acolher o dom de Deus. É essa atitude de “pobre” que Lucas propõe aos crentes do seu tempo e de todos os tempos. No fariseu e no publicano da parábola, Lucas põe em confronto dois tipos de atitude face a Deus. O fariseu é o modelo de um homem irrepreensível face à Lei, que cumpre todas as regras e leva uma vida íntegra. Ele está consciente de que ninguém o pode acusar de cometer ações injustas, nem contra Deus, nem contra os irmãos (e, aparentemente, é verdade, pois a parábola não nos diz que ele estivesse a mentir). Evidentemente, está contente (e tinha razões para isso) por não ser como esse publicano que também está no Templo: os fariseus tinham consciência da sua superioridade moral e religiosa, sobretudo em relação aos pecadores notórios (como é o caso deste publicano). O publicano é o modelo do pecador. Explora os pobres, pratica injustiças, trafica com a miséria e não cumpre as obras da Lei. Ele tem, aliás, consciência da sua indignidade, pois a sua oração consiste apenas em pedir: “meu Deus, tende compaixão de mim que sou pecador”. O comentário final de Jesus sugere que o publicano se reconciliou com Deus (a expressão utilizada é “desceu justificado para sua casa” – o que nos leva à doutrina paulina da justificação: apesar de o homem viver mergulhado no pecado, Deus, na sua misericórdia infinita e sem que o homem tenha méritos, salva-o). Porquê? O problema do fariseu é que pensa ganhar a salvação com o seu próprio esforço. Para ele, a salvação não é um dom de Deus, mas uma conquista do homem; se o homem levar uma vida irrepreensível, Deus não terá outro remédio senão salvá-lo. Ele está convencido de que Deus lhe deve a salvação pelo seu bom comportamento, como se Deus fosse apenas um contabilista que toma nota das ações do homem e, no fim, lhe paga em consequência. Ele está cheio de auto-suficiência: não espera nada de Deus, pois – pensa ele – os seus créditos são suficientes para se salvar. Por outro lado, essa auto-suficiência leva-o, também, ao desprezo por aqueles que não são como ele; considera-se “à parte”, “separado”, como se entre ele e o pecador existisse uma barreira… É meio caminho andado para, em nome de Deus, criar segregação e exclusão: é aí que leva a religião dos “méritos”. O publicano, ao contrário, apoia-se apenas em Deus e não nos seus méritos (que, aliás, não existem). Ele apresenta-se diante de Deus de mãos vazias e sem quaisquer pretensões; entrega-se apenas nas mãos de Deus e pede-Lhe compaixão… E Deus “justifica-o” – isto é, derrama sobre ele a sua graça e salva-o – precisamente porque ele não tem o coração cheio de auto-suficiência e está disposto a aceitar a salvação que Deus quer oferecer a todos os homens. Esta parábola, destinada a “alguns que se consideravam justos e desprezavam os outros”, sugere que esses que se presumem de justos estão, às vezes, muito longe de Deus e da salvação.


Senhor, que inspirais as nossas súplicas, atendei às orações dos vossos fiéis, que Vos pedem, com sincera humildade, por todos os homens a quem quereis salvar, e tende compaixão de todos eles. Por Cristo Senhor nosso. UNIDOS PELA PALAVRA DE DEUS PROPOSTA PARA ESCUTAR, PARTILHAR, VIVER E ANUNCIAR A PALAVRA NAS COMUNIDADES DEHONIANAS Grupo Dinamizador: P. Joaquim Garrido, P. Manuel Barbosa, P. José Ornelas Carvalho Província Portuguesa dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos) Rua Cidade de Tete, 10 – 1800-129 LISBOA – Portugal Tel. 218540900 – Fax: 218540909 portugal@dehonianos.org – www.dehonianos.org
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