Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

A comovente carta da viúva de Robin Williams

Susan Schneider escreve sobre os últimos dias do ator e a necessidade de estender a mão àqueles que sofrem.


Tem-se falado pouco de Robin Williams desde sua trágica morte, em agosto de 2014, e menos ainda da doença neurológica que ele sofria, a “demência com corpos de Lewy”, conhecida como o LBD, por sua sigla em inglês; uma doença neurodegenerativa que afeta não somente a memória, mas também as habilidades motoras do paciente.

A viúva do ator, Susan Schneider, publicou uma carta sincera, íntima e acolhedora, mas também dolorosa, na revista Neurology, intitulada O terrorista dentro do cérebro do meu marido, com a intenção de tornar essa doença mais conhecida.

Conta Schneider que precisamente uma das maiores dores do casal era não saber exatamente o que eles estavam enfrentando.

No texto, Susan assume que nunca saberá “a verdadeira profundidade do sofrimento” de Robin Williams, nem “a dura luta que ele teve de travar. Mas de onde eu estava, vi o homem mais valente do mundo interpretando o papel mais difícil da sua vida”.

A mulher do ator nega que o motivo da morte tenha sido uma depressão ou impulsionada por qualquer outro fator, já que o ator “estava limpo e sóbrio, e de alguma maneira vivemos aqueles meses de verão com felicidade, alegria e com as coisas simples que amávamos: comida, festas de aniversário da família e dos amigos, meditações, massagens e filmes e, principalmente, estar de mãos dadas”.

Para demonstrar a velocidade com que a doença avançou no cérebro do ator, a mulher conta que Robin Williams teve de fazer um esforço sobre-humano para memorizar falas simples durante a rodagem de Uma Noite no Museu 3, quando três anos antes tinha memorizado centenas e exigentes falas para Bengal Tiger at the Baghdad Zoo, uma peça da Broadway. “Robin estava perdendo a sua mente e ele estava ciente disso”, revela Schneider Williams.

É ainda relatado o último fim de semana da vida de Robin Williams: “Fizemos tudo o que gostávamos durante o dia e a noite de sábado, foi perfeito – como um longo encontro. Até domingo ao fim do dia estava a sentir que ele estava a ficar melhor. Quando se preparava para adormecer, como era habitual entre nós, o meu marido disse-me: ‘Boa noite, meu amor’, e esperou pela minha resposta: ‘Boa noite, meu amor’. Estas palavras ainda ecoam hoje através do meu coração. Na segunda-feira, o Robin tinha ido embora”. O ator foi depois encontrado morto no quarto da sua casa, em Tiburon, cidade do norte da Califórnia, a 11 de agosto de 2014.

Para ler a carta original completa, em inglês, como foi publicada na Neurologyvocê pode clicar aqui.


Quinta, 20/10/2016 - Daniel R. Esparza / Aleteia
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