Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

A comovente carta da viúva de Robin Williams

Susan Schneider escreve sobre os últimos dias do ator e a necessidade de estender a mão àqueles que sofrem.


Tem-se falado pouco de Robin Williams desde sua trágica morte, em agosto de 2014, e menos ainda da doença neurológica que ele sofria, a “demência com corpos de Lewy”, conhecida como o LBD, por sua sigla em inglês; uma doença neurodegenerativa que afeta não somente a memória, mas também as habilidades motoras do paciente.

A viúva do ator, Susan Schneider, publicou uma carta sincera, íntima e acolhedora, mas também dolorosa, na revista Neurology, intitulada O terrorista dentro do cérebro do meu marido, com a intenção de tornar essa doença mais conhecida.

Conta Schneider que precisamente uma das maiores dores do casal era não saber exatamente o que eles estavam enfrentando.

No texto, Susan assume que nunca saberá “a verdadeira profundidade do sofrimento” de Robin Williams, nem “a dura luta que ele teve de travar. Mas de onde eu estava, vi o homem mais valente do mundo interpretando o papel mais difícil da sua vida”.

A mulher do ator nega que o motivo da morte tenha sido uma depressão ou impulsionada por qualquer outro fator, já que o ator “estava limpo e sóbrio, e de alguma maneira vivemos aqueles meses de verão com felicidade, alegria e com as coisas simples que amávamos: comida, festas de aniversário da família e dos amigos, meditações, massagens e filmes e, principalmente, estar de mãos dadas”.

Para demonstrar a velocidade com que a doença avançou no cérebro do ator, a mulher conta que Robin Williams teve de fazer um esforço sobre-humano para memorizar falas simples durante a rodagem de Uma Noite no Museu 3, quando três anos antes tinha memorizado centenas e exigentes falas para Bengal Tiger at the Baghdad Zoo, uma peça da Broadway. “Robin estava perdendo a sua mente e ele estava ciente disso”, revela Schneider Williams.

É ainda relatado o último fim de semana da vida de Robin Williams: “Fizemos tudo o que gostávamos durante o dia e a noite de sábado, foi perfeito – como um longo encontro. Até domingo ao fim do dia estava a sentir que ele estava a ficar melhor. Quando se preparava para adormecer, como era habitual entre nós, o meu marido disse-me: ‘Boa noite, meu amor’, e esperou pela minha resposta: ‘Boa noite, meu amor’. Estas palavras ainda ecoam hoje através do meu coração. Na segunda-feira, o Robin tinha ido embora”. O ator foi depois encontrado morto no quarto da sua casa, em Tiburon, cidade do norte da Califórnia, a 11 de agosto de 2014.

Para ler a carta original completa, em inglês, como foi publicada na Neurologyvocê pode clicar aqui.


Quinta, 20/10/2016 - Daniel R. Esparza / Aleteia
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