Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

A comovente carta da viúva de Robin Williams

Susan Schneider escreve sobre os últimos dias do ator e a necessidade de estender a mão àqueles que sofrem.


Tem-se falado pouco de Robin Williams desde sua trágica morte, em agosto de 2014, e menos ainda da doença neurológica que ele sofria, a “demência com corpos de Lewy”, conhecida como o LBD, por sua sigla em inglês; uma doença neurodegenerativa que afeta não somente a memória, mas também as habilidades motoras do paciente.

A viúva do ator, Susan Schneider, publicou uma carta sincera, íntima e acolhedora, mas também dolorosa, na revista Neurology, intitulada O terrorista dentro do cérebro do meu marido, com a intenção de tornar essa doença mais conhecida.

Conta Schneider que precisamente uma das maiores dores do casal era não saber exatamente o que eles estavam enfrentando.

No texto, Susan assume que nunca saberá “a verdadeira profundidade do sofrimento” de Robin Williams, nem “a dura luta que ele teve de travar. Mas de onde eu estava, vi o homem mais valente do mundo interpretando o papel mais difícil da sua vida”.

A mulher do ator nega que o motivo da morte tenha sido uma depressão ou impulsionada por qualquer outro fator, já que o ator “estava limpo e sóbrio, e de alguma maneira vivemos aqueles meses de verão com felicidade, alegria e com as coisas simples que amávamos: comida, festas de aniversário da família e dos amigos, meditações, massagens e filmes e, principalmente, estar de mãos dadas”.

Para demonstrar a velocidade com que a doença avançou no cérebro do ator, a mulher conta que Robin Williams teve de fazer um esforço sobre-humano para memorizar falas simples durante a rodagem de Uma Noite no Museu 3, quando três anos antes tinha memorizado centenas e exigentes falas para Bengal Tiger at the Baghdad Zoo, uma peça da Broadway. “Robin estava perdendo a sua mente e ele estava ciente disso”, revela Schneider Williams.

É ainda relatado o último fim de semana da vida de Robin Williams: “Fizemos tudo o que gostávamos durante o dia e a noite de sábado, foi perfeito – como um longo encontro. Até domingo ao fim do dia estava a sentir que ele estava a ficar melhor. Quando se preparava para adormecer, como era habitual entre nós, o meu marido disse-me: ‘Boa noite, meu amor’, e esperou pela minha resposta: ‘Boa noite, meu amor’. Estas palavras ainda ecoam hoje através do meu coração. Na segunda-feira, o Robin tinha ido embora”. O ator foi depois encontrado morto no quarto da sua casa, em Tiburon, cidade do norte da Califórnia, a 11 de agosto de 2014.

Para ler a carta original completa, em inglês, como foi publicada na Neurologyvocê pode clicar aqui.


Quinta, 20/10/2016 - Daniel R. Esparza / Aleteia
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