Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Você sabia que Bento XVI ia se chamar João Paulo III, mas desistiu?

Ele mesmo explica, com muita simplicidade, o motivo.


Na última sexta-feira, 9 de setembro, foi publicado o livro-entrevista “Bento XVI: últimas conversações“, que apresenta uma longa conversa entre o Papa Emérito e o jornalista alemão Peter Seewald.

Entre os vários assuntos do livro, Bento XVI conta, com humildade, por que desistiu de se chamar João Paulo III:

“Eu teria visto como excessivo, porque era uma comparação que não poderia sustentar”.

Além da amizade com João Paulo II, a quem conheceu durante o Concílio Vaticano II, Bento XVI também fala da sua ligação com o Papa Francisco. Bento o considerava, quando cardeal de Buenos Aires, “um homem muito decidido, que dizia com muita resolução na Argentina: ‘Isto se faz ou não se faz’. [Por isso] a sua cordialidade, a sua atenção aos outros, eram aspectos dele que eu não notava. Foi uma surpresa [conhecê-lo melhor]”.

A vaticanista italiana Angela Ambrogetti, da ACI Stampa, comenta que, neste livro, Bento XVI “fala de si mesmo com doçura e humildade, mas também com a clara consciência daquilo que realizou em sua vida e no pontificado. Reforma, esforços, escolhas certas e erradas, ele não foge de nada dos anos do pontificado e deste tempo que está vivendo, de um jeito novo para a Igreja. E fala com o sereno olhar de quem usa o coração antes da razão, com plena confiança em Deus”.


Terça, 13/09/2016 - Aleteia
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