Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/03/2019

“Queridos filhos, os chamo apóstolos do MEU AMOR. Os mostro o MEU FILHO, que é a VERDADEIRA PAZ e o VERDADEIRO AMOR. Como MÃE mediante a GRAÇA DIVINA, desejo guiá-los até ELE. Filhos MEUS, por isto os convido a observarem a vocês mesmos em direção ao MEU FILHO, a olharem para ELE com o coração e verem com o coração onde vocês estão e para onde está andando a vida de vocês. Filhos MEUS, os convido a compreenderem que vocês vivem graças ao MEU FILHO, graças ao SEU AMOR e ao SEU SACRIFÍCIO. Vocês pedem ao MEU FILHO para ser clemente com vocês, mas EU os convido à MISERICÓRDIA. Vocês pedem a ELE para ser BOM com vocês e a perdoá-los, mas já a quanto tempo EU peço a vocês, MEUS filhos, de perdoarem e de amarem a todas as pessoas que encontrarem. Quando vocês compreenderem com o coração as MINHAS PALAVRAS, compreenderão e conhecerão o VERDADEIRO AMOR, e poderão ser apóstolos deste AMOR, MEUS apóstolos, meus queridos filhos.
Obrigada !”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Você sabia que Bento XVI ia se chamar João Paulo III, mas desistiu?

Ele mesmo explica, com muita simplicidade, o motivo.


Na última sexta-feira, 9 de setembro, foi publicado o livro-entrevista “Bento XVI: últimas conversações“, que apresenta uma longa conversa entre o Papa Emérito e o jornalista alemão Peter Seewald.

Entre os vários assuntos do livro, Bento XVI conta, com humildade, por que desistiu de se chamar João Paulo III:

“Eu teria visto como excessivo, porque era uma comparação que não poderia sustentar”.

Além da amizade com João Paulo II, a quem conheceu durante o Concílio Vaticano II, Bento XVI também fala da sua ligação com o Papa Francisco. Bento o considerava, quando cardeal de Buenos Aires, “um homem muito decidido, que dizia com muita resolução na Argentina: ‘Isto se faz ou não se faz’. [Por isso] a sua cordialidade, a sua atenção aos outros, eram aspectos dele que eu não notava. Foi uma surpresa [conhecê-lo melhor]”.

A vaticanista italiana Angela Ambrogetti, da ACI Stampa, comenta que, neste livro, Bento XVI “fala de si mesmo com doçura e humildade, mas também com a clara consciência daquilo que realizou em sua vida e no pontificado. Reforma, esforços, escolhas certas e erradas, ele não foge de nada dos anos do pontificado e deste tempo que está vivendo, de um jeito novo para a Igreja. E fala com o sereno olhar de quem usa o coração antes da razão, com plena confiança em Deus”.


Terça, 13/09/2016 - Aleteia
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