Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Por que nós, católicos, somos tão ruins de companheirismo?

Jesus deixou claro que não temos que navegar sozinhos na jornada cristã.

Recentemente, fui convidada a falar durante um encontro de mulheres católicas. Fazia certo tempo que eu não calçava mais os meus “sapatos de dar palestra” – e eu estava realmente animada. Até que… me disseram qual seria o tema. “Companheirismo”.

Companheirismo? Estremeci. Não podia ser o sofrimento? A oração? A discórdia familiar? Como manter a fé durante a crise? Não. Companheirismo.

Pensei imediatamente nos ex-católicos que se declaram hoje felizes na sua nova comunidade protestante, onde estão engajados e são bem recebidos, ao contrário da paróquia que antes frequentavam e na qual se sentiam indesejados, entre pessoas frias, indiferentes, sem viver uma verdadeira experiência de companheirismo.

Pensei na formalidade tantas vezes desconfortável daqueles apertos de mão na hora da saudação fraterna durante a Missa. Pensei na pressa com que grande parte dos fiéis sai da igreja, quase sem olhar para mais ninguém.

Por que nós, católicos, somos tão ruins de companheirismo?

O companheirismo é simplesmente uma relação amigável, um convívio amistoso de pessoas com pontos de vista e ideais em comum. Como é que isso é tão difícil?

É interessante, aliás, que o próprio conceito de “companheirismo” desperte o desdém de alguns católicos: “Nós não precisamos de companheirismo. Vamos à missa para receber a Eucaristia, não para saudar os outros”, dizem alguns. Outros corroboram: “Os protestantes precisam de pessoas; nós não: nós temos Jesus”.

Sério? Os católicos não precisam de pessoas? Foi Jesus quem nos ensinou isso? Onde? Quando? Como?

Sim, nós temos Jesus na Eucaristia, mas é falacioso abraçar uma “espiritualidade” sem comunidade. 

Nós somos a Igreja! E “Igreja” quer dizer “assembleia”, o que, em essência, significa que somos uma comunidade. Comunidade de quê? De pessoas! De pessoas em comunhão! O conceito de comunhão é essencial na jornada cristã!

Jesus deixou claro, ao nos chamar a fazer parte da sua comunidade de amigos, que nós não vamos navegar sozinhos pela jornada cristã. Nós precisamos de amor e de apoio recíproco – afinal, é nisto que todos reconhecerão que somos seus discípulos: se nos amarmos uns aos outros! É claro que queremos assistir à Santa Missa para receber a Cristo na Eucaristia, mas isso não significa de forma alguma que a nossa experiência de Igreja deva ser limitada ao momento da comunhão.

Alguns anos atrás, eu fui convidada – várias vezes! – a participar de um círculo de estudos bíblicos para mulheres católicas. Dei uma série de desculpas para fugir, mas, a certa altura, não consegui mais me esquivar do convite. E lá fui eu.

Havia algumas mulheres com as quais eu tinha coisas em comum, mas outras não tinham simplesmente nada a ver comigo. Mesmo assim, estávamos todas unidas pela nossa fé católica. Todas ali queriam viver no mundo sem ser do mundo e cada uma sabia que não conseguiria isto sozinha. 

Precisávamos de apoio.

Não demorou para eu descobrir o porquê da insistência do Espírito Santo em me colocar naquele grupo.

Era uma brilhante manhã de outubro e eu estava levando os meus filhos até a casa da minha mãe. Isso era costumeiro. Só que, naquela manhã, encontrei mamãe inerte em sua cama. Foi quando mais senti os benefícios de participar daquele círculo bíblico. Naquele mesmo dia, enquanto eu ficava de vigília ao lado da cama da minha mãe doente, a corrente de oração do meu grupo nos cercava e envolvia. E não parou por aí: começaram a chegar refeições prontas. Produtos de higiene pessoal. Ofertas de disponibilidade para tomar conta dos meus filhos. Cada uma das minhas preocupações encontrou quem cuidasse dela. E aquela comunidade, aquela COMUNHÃO de mulheres católicas, me ajudou a atravessar um dos momentos mais escuros da minha vida.

Talvez o maior erro que nós, católicos, cometemos – e seremos julgados por isso – seja a nossa falta de demonstração de abertura e companheirismo às pessoas que estão ao nosso lado nos bancos da igreja todo domingo.

Que tipo de corpo somos nós se não vivemos conscientes da nossa missão de olhar para o próximo, acolhê-lo, aliviar seus sofrimentos e levar nossos irmãos e irmãs a experimentarem Jesus Cristo?

A Santa Missa é ainda mais bela e exponencialmente mais poderosa quando vivida na plenitude do seu propósito: COMUNHÃO. Com Cristo e, por Ele, entre todos nós. 


Quarta, 29/09/2016 - Maria Garabis Davis / Aleteia
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