MUITA ATENÇÃO POVO CATÓLICO !!!

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Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Deus perdoa quando caímos muitas vezes no mesmo pecado?

Uma resposta para a dúvida de um leitor.


Um leitor nos perguntou:

Deus perdoa quando caímos muitas vezes no mesmo pecado? Apesar de tentar evitar, eu volto a cair, mesmo sem querer.

Sim, Deus sempre perdoa o pecador arrependido. Se houver verdadeiro arrependimento, não há “limite” para as vezes que podemos receber o perdão através do sacramento da Penitência. Isso não muda quando caímos repetidamente no mesmo tipo de pecado.

É importante, porém, esclarecer melhor algumas coisas.

Primeiramente, não existe pecado “sem querer”.

Sempre existe, no pecado, uma participação da vontade, já que o pecado consiste no ato de consentimento em algo que sabemos que é objetivamente mau.

O que acontece é que o ser humano sofre enorme influência dos hábitos, que, conforme sejam positivos ou negativos, facilitam ou dificultam o comportamento que nos torna plenamente realizados como filhos de Deus chamados a ser santos. Quando os hábitos são moralmente bons, nós os chamamos de virtudes; do contrário, são vícios.

A reiteração do pecado produz o vício, que enfraquece a vontade, inclinando à recorrência do pecado e debilitando a capacidade de resistência a ele. E a nova queda no mesmo pecado reforça esse vício. 
Trata-se, literalmente, de um “círculo vicioso”.

Mas é possível rompê-lo quando se conta com a graça divina: isto inclui, obviamente, a graça recebida no sacramento da Penitência. É uma luta interior, com seus altos e baixos, mas, quando há vontade firme de aplicar os meios se acaba vencendo. E isto requer tempo.

Todo confessor com um pouco de experiência sabe distinguir entre a falta de propósito de emenda – que torna inválida a confissão – e a previsão de que, muito embora se deseje realmente mudar, pode haver recaídas, inclusive após um curto espaço de tempo. O penitente deve entender isto e mais duas coisas: a primeira é que não é a confissão em si mesma o que promove o perdão dos pecados, e sim a contrição manifestada ao confessá-los; e a segunda é que a contrição não é incompatível com a fraqueza da vontade, produzida pelo vício, nem com o prognóstico desfavorável causado por ele. 

Aliás, para evitar falsas ilusões e desespero em tais situações, é recomendável ter um confessor fixo que possa realmente nos ajudar a superar o pecado.

E é possível que um vício chegue a anular a vontade?

Sim, pode acontecer. Mas, nesse caso, já estaríamos no campo da patologia e precisaríamos de ajuda médica especializada. É o caso, por exemplo, de doenças como o alcoolismo, a dependência química, o vício na jogatina. Quando as coisas chegam a extremos, o desejo sincero de superar o problema precisa passar pela aceitação dessa ajuda.


Quinta, 08/09/2016 - Julio De la Vega Hazas / Aleteia Team
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