Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Não é mais rico quem tem mais, e sim quem precisa de menos

O dinheiro nos dará conforto, mas não necessariamente sentido na vida.


Pensando neste tema, vieram à minha mente as palavras de Epicuro que estão estreitamente ligadas: “Pobre não é o que menos tem, e sim aquele que precisa de mais para ser feliz.” Deixando de lado a concepção de da palavra “rico” como pessoa que possui uma grande quantidade de dinheiro, a afirmação do título tem a ver com a felicidade da qual falava este pensador já há vários séculos.

De fato, esta felicidade provém de outros lugares que pouco ou nada têm a ver com a possessão de uma moeda, pois aquilo que nos enriquece não tem um valor material, e sim emocional e fisiológico.

Um mundo cheio de coisas dispensáveis

A respeito do que foi dito algumas linhas acima, cabe destacar que vivemos em um mundo repleto de coisas que podem ser consideradas dispensáveis; a publicidade e as novas tecnologias nos fazem crer, às vezes, que tudo gira em torno da posse de objetos materiais que podem ser capazes de nos fazer mais felizes.

 “Somos educados para sermos produtores e consumidores,
não para sermos homens livres.”
-José Luís Sampedro-

Contudo, isto não é verdade: nós não somos mais felizes do que nossos pais eram por termos um telefone celular de última geração, dois carros e três computadores em casa. Talvez levemos uma vida mais confortável, mas o consumo de coisas como essas não nos preenche como pessoas.

Quando a minha irmã comentou que precisava comprar roupas novas, tendo os armários cheios de roupas para vestir, me perguntei até que ponto vivemos enganados por nossas necessidades: costumamos dar importância ao que não tem e nos esquecemos daquilo que importa.

Realmente preciso disso para ser feliz?

O que esses exemplos evidenciam é a proximidade da frase do inicio, tanto que parece surpreendente que tenha sido formulada há tanto tempo. Contudo, isto acontece porque milhares de vezes repetimos a ideia que ela transmite: “Preciso mesmo disso?”. É uma pergunta que podemos nos fazer em muitas situações.

Como dizíamos, temos tantas coisas que às vezes esquecemos aquelas sem as quais não poderíamos viver: uma boa saúde física e mental, a possibilidade de ter relacionamentos pessoais que nos satisfaçam, como amigos que estarão sempre presentes, ou a sorte de contar com uma família incrível.

“O sucesso consiste em obter o que se deseja. A felicidade, em desfrutar o que se obtém.”
-Waldo Emerson-

Tudo isso não pode ser comprado nem com todo o ouro do mundo. É por isso que, paradoxalmente, tudo isso pode nos tornar ricos de felicidade: ninguém se sentirá melhor do que alguém que supera um câncer, vence uma depressão, ou encontra no seu companheiro o melhor apoio e um abraço sincero, por exemplo.

Ser rico é ser feliz com o que temos

Certamente muitas vezes já nos sentimos frustrados por não termos alcançado as metas que havíamos traçado ou porque não tínhamos conosco o que desejávamos. De fato, sentimos que precisamos de mais à medida que nos conformamos menos com o que temos.

É verdade que é benéfico traçar metas a serem alcançadas, pois cair no conformismo é sinônimo de estagnação. Contudo, é preciso considerar que a felicidade chega quando desfrutamos o caminho até ela.

Os desejos não trazem felicidade, só a decoram: é muito rico aprender a se sentir completo com o que conquistamos ou o que demos, para assim podermos receber de uma forma plena o que nos chega de maneira gratuita e sem pedir.
“A felicidade não se encontra, ela chega até você na hora certa.”
-John F. Bisner Ureña-
Em resumo, aquilo que chega até você de forma gratuita e sem nenhum valor material é o que pode torná-lo realmente rico. O dinheiro nos dará conforto, mas aquilo que move nossas emoções é o que nos dá sentido.


Quarta, 11/08/2016 - Mente Maravilhosa / Aleteia
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