Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa reza em silêncio em Auschwitz pelas vítimas do extermínio nazista

O papa Francisco prestou uma emocionada homenagem às vítimas do nazismo com uma visita nesta sexta-feira ao campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, onde percorreu em silêncio o local onde mais de um milhão de pessoas, em sua imensa maioria judeus, foram assassinadas.

Durante a visita de quase duas horas, o Papa não pronunciou discursos. Ele se encontrou com dez sobreviventes destes campos e 25 “Justos das Nações”, as pessoas que salvaram judeus.

Trata-se do terceiro pontífice que visita Auschwitz depois do polonês João Paulo II em 1979 e do alemão Bento XVI em 2006.

Francisco chegou de helicóptero a Auschwitz procedente da Cracóvia, cidade onde pernoita desde que chegou na quarta-feira à Polônia para uma visita de cinco dias.

O Papa argentino entrou a pé e atravessou sozinho e em silêncio a placa da entrada, tristemente famosa pelo lema “Arbeit macht frei” (O trabalho liberta), com o qual os nazistas recebiam os deportados.

Entre os presentes figurava o violinista Henela Niwiska, de 101 anos, sobrevivente do extermínio.

Francisco rezou na cela subterrânea onde morreu o santo polonês Maximiliano Kolbe, franciscano como ele, e assinou posteriormente o livro de homenagem. Seriam suas únicas palavras no campo, informou o porta-voz papal.

O pontífice latino-americano também visitou o campo de extermínio de Birkenau-Auschwitz II, onde a maior parte das vítimas morreu em quatro fornos crematórios e onde as mulheres estavam localizadas.


Com um canto em hebraico e polonês foi concluída a visita, com duração de duas horas e que contou com a participação de uma delegação da comunidade judaica polonesa de 30 pessoas, assim como com a primeira-ministra polonesa Beata Szydlo.


Sexta, 29/07/2016 - Agências de Notícias / Aleteia
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