Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2019

“Queridos filhos, como MÃE que conhece os SEUS filhos, sei vocês desejam o MEU FILHO. EU sei que vocês desejam a VERDADE, a PAZ, aquilo que é puro e não é falso.

Por isto EU, como MÃE, através do AMOR DE DEUS, me dirijo a vocês e os convido, a fim de que, rezando com o coração puro e aberto, conheçam por vocês mesmos o MEU FILHO, o SEU AMOR, o SEU CORAÇÃO MISERICORDIOSO.

O MEU FILHO via a beleza em todas as coisas.

ELE procura o BEM, até mesmo naquilo que é pequeno e escondido, em todas as almas, para perdoar o mal.

Por isto, filhos MEUS, apóstolos do MEU AMOR, os convido a adorá-LO, a agradecê-LO continuamente e a serem dignos para ELE. Porque ELE disse para vocês PALAVRAS DIVINAS, as PALAVRAS DE DEUS, as PALAVRAS que são para todos e para sempre.

Por isto, filhos MEUS, vivam a serenidade, a alegria e o amor recíproco.

Isto é o que é necessário para vocês no mundo de hoje: assim serão apóstolos do MEU AMOR, assim vocês testemunharão o MEU FILHO de maneira justa.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação!

O quarto poder.

Os três poderes da união, Executivo, Legislativo e Judiciário têm, cada um, funções pré-estabelecidas. Assim, um não deve se sobressair ao outro, mantendo, desta forma, um equilíbrio entre eles. Ruy Barbosa, em seu artigo intitulado como "O compromisso da mídia com a verdade", relaciona os meios midiáticos  à estrutura política do Estado. A mídia, então, é considerada como o quarto poder. 

No primeiro império, Dom Pedro I, além de outorgar a Constituição, criou o poder Moderador. Este, comandado pelo próprio Imperador, tinha total autonomia diante dos outros. A correlação entre o quarto poder de Ruy Barbosa e o de Pedro I baseia-se no fato de que a mídia, enquanto poder hipotético, sobressaia aos outros. Dessarte, a liberdade de informação torna-se um abuso, indo de encontro ao equilíbrio almejado. 

Atualmente, o maniqueísmo se faz bastante presente nos veículos de comunicação. A constante disputa entre o bem e o mal é comum no jornalismo tendencioso. No cenário político do processo de impeachment da presidente Dilma, a Rede Globo e o jornal Folha de São Paulo trouxeram claros exemplos disso.

As manifestações contra e favor ao afastamento, eram transmitidas com um teor extremamente parcial. As manchetes dos diários também estavam repletas de elementos que mascaravam o real conteúdo da notícia. Ademais, a utilização de recursos de manipulação, é recorrente no meio midiático. Isso pode colaborar com uma posterior alienação àqueles que se prendem apenas a primeira informação fornecida.

Em primeiro lugar, caberia, portanto, à sociedade, não ficar presa a um único veículo de notícias, para que a alienação seja evitada. Também é importante que a regularização da mídia, assunto que já faz parte do cotidiano de muitos, realmente aconteça. Com isso, a autonomia atribuída à imprensa, poderá ser destituída e a manipulação de informações amenizada, tornando assim, o compromisso com a verdade, uma situação real.

Clara Barbosa

Quarta, 27/07/2016 - AblogPE
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