Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação!

O quarto poder.

Os três poderes da união, Executivo, Legislativo e Judiciário têm, cada um, funções pré-estabelecidas. Assim, um não deve se sobressair ao outro, mantendo, desta forma, um equilíbrio entre eles. Ruy Barbosa, em seu artigo intitulado como "O compromisso da mídia com a verdade", relaciona os meios midiáticos  à estrutura política do Estado. A mídia, então, é considerada como o quarto poder. 

No primeiro império, Dom Pedro I, além de outorgar a Constituição, criou o poder Moderador. Este, comandado pelo próprio Imperador, tinha total autonomia diante dos outros. A correlação entre o quarto poder de Ruy Barbosa e o de Pedro I baseia-se no fato de que a mídia, enquanto poder hipotético, sobressaia aos outros. Dessarte, a liberdade de informação torna-se um abuso, indo de encontro ao equilíbrio almejado. 

Atualmente, o maniqueísmo se faz bastante presente nos veículos de comunicação. A constante disputa entre o bem e o mal é comum no jornalismo tendencioso. No cenário político do processo de impeachment da presidente Dilma, a Rede Globo e o jornal Folha de São Paulo trouxeram claros exemplos disso.

As manifestações contra e favor ao afastamento, eram transmitidas com um teor extremamente parcial. As manchetes dos diários também estavam repletas de elementos que mascaravam o real conteúdo da notícia. Ademais, a utilização de recursos de manipulação, é recorrente no meio midiático. Isso pode colaborar com uma posterior alienação àqueles que se prendem apenas a primeira informação fornecida.

Em primeiro lugar, caberia, portanto, à sociedade, não ficar presa a um único veículo de notícias, para que a alienação seja evitada. Também é importante que a regularização da mídia, assunto que já faz parte do cotidiano de muitos, realmente aconteça. Com isso, a autonomia atribuída à imprensa, poderá ser destituída e a manipulação de informações amenizada, tornando assim, o compromisso com a verdade, uma situação real.

Clara Barbosa

Quarta, 27/07/2016 - AblogPE
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