Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Evangelho do dia 03/07/2016 - Mateus 16,13-19

Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 16,13-19

Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.

Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.  Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”. 

- Palavra da Salvação.
- Gloria a vós Senhor!

Comentários:

A missão de liderança confiada a Pedro exigiu dele uma explicitação de sua fé. Antes de assumir o papel de guia da comunidade, foi preciso deixar claro seu pensamento a respeito de Jesus, de forma a prevenir futuros desvios. Se tivesse Jesus na conta de um messias puramente humano, correria o risco de transformar a comunidade numa espécie de grupo guerrilheiro, disposto a impor o Reino de Deus a ferro e fogo. A violência seria o caminho escolhido para fazer o Reino acontecer. Se o considerasse um dos antigos profetas reencarnados, transformaria a Boa-Nova do Reino numa proclamação apocalíptica do fim do mundo, impondo medo e terror. De fato, pensava-se que, no final dos tempos, muitos profetas do passado haveriam de reaparecer. Se a fé de Pedro fosse imprecisa, não sabendo bem a quem havia confiado a sua vida, correria o risco de proclamar uma mensagem insossa, e levar a comunidade a ser como um sal que perdeu seu sabor, ou uma luz posta no lugar indevido. Só depois que Pedro professou sua fé em Jesus, como o “Messias, o Filho do Deus vivo”, foi-lhe confiada a tarefa de ser “pedra” sobre a qual seria construída a comunidade dos discípulos: a sua Igreja. Entre muitos percalços, esse apóstolo deu provas de sua adesão a Jesus, selando o seu testemunho com a própria vida, demonstração suprema de sua fé. Portanto, sua missão foi levada até o fim. (Padre Jaldemir Vitório/Jesuíta)

O evangelho de hoje se inicia com uma pergunta de Jesus sobre o que o povo pensava sobre ele e termina com Pedro sendo instituído como liderança, referência para a Igreja primitiva. Em Cesareia de Filipe, longe do poder político e econômico, Jesus lança a pergunta: “Quem sou para o povo e para vocês, meus discípulos?” O povo, respondem os discípulos, diz que tu és João Batista, Elias, Jeremias ou um dos profetas. Ao que Pedro, de forma contundente, toma a palavra e lhe diz: “Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo” (v. 16). Essas opiniões eram importantes para Jesus e para a comunidade de Mateus, que, ao escrever o seu evangelho, via nelas um dos pontos cruciais de sua narrativa: a messianidade de Jesus. Ademais, elas demonstram a relação entre Jesus e a tradição de Israel. A menção ao profeta Elias revela a importância dele para os judeus. Segundo a tradição, ele, após ter ido ao céu em um carro de fogo (2Rs 2,1-18), voltaria. Na celebração do jantar de Páscoa, os judeus reservam-lhe um lugar especial. No final, solenemente, a porta da casa é aberta para receber Elias no convívio familiar. A novidade, no entanto, é a resposta de Pedro. A convivência com o mestre lhe deu a certeza de ser ele o Messias, o Cristo, o ungido, o Filho de Deus vivo (v. 16). Da resposta de Pedro emergem outras relações simbólicas: ele recebe as chaves do reino; é confirmado como liderança do grupo; é chamado de pedra e gruta, sob e sobre a qual seria edificada a Igreja, a comunidade que nasceria do seu seguimento. Analisemos este último simbolismo. Jesus lhe diz: “Tu és Kepha (Cefas), e sobre ela edificarei a minha Igreja”. Qual é o significado das palavras de Jesus a Pedro, ao referir-se ao seu nome como pedra, em aramaico Kepha? Esse substantivo não teria também outra significação? Vejamos. Naquele tempo, o povo tinha o costume de escavar as rochas para daí tirar pedras para construir casas. Os buracos formados nas rochas recebiam, na língua familiar, o aramaico, o nome de Kepha. Daí que Kepha pode ser também entendido como gruta escavada na rocha. Aos pobres restava o infortúnio de morar nessas cavernas ou grutas. Kepha traduz também o substantivo grego Pétros (Pedro). Então Pedro não significa pedra? Sim, mas, tomado no sentido anterior, pode significar gruta escavada na rocha. Desse modo, Jesus, então, teria dito a Pedro: “Tu és gruta escavada na rocha, e sob essa gruta, onde vivem os pobres, aí edificarei a minha Igreja” (cf. Faria, 2010b, p. 28-31). Considerando o que foi dito acima, há espaço para duas afirmações hermenêuticas plausíveis: a) Pedro representa a rocha, a pedra da nova comunidade de fé, que sabe quem é Jesus e quer anunciá-lo e vivenciá-lo, tendo Pedro como seu líder; b) Pedro é a Igreja dos pobres que vivem nas grutas de ontem e nas favelas e barracos de hoje, lugar onde a Igreja deveria estar mais presente, mas, infelizmente, do qual está cada vez mais se distanciando. Outras Igrejas proliferam porque não somos capazes de dar respostas aos problemas da pós-modernidade. Não que elas também saibam, mas, pelo menos, estão mais próximas dos empobrecidos, na vivência de seus problemas econômicos e existenciais, mesmo que, muitas vezes, tirando proveito da situação. Pedro tem as chaves que abrem portas e ligam todos com o Eterno, o divino. Mais tarde, as comunidades entenderam que a liderança de Pedro foi repassada para aqueles que o sucederam, os quais receberam o nome de bispo. Destaque para o de Roma, que se tornou também papa, chefe da Igreja Católica (universal), apostólica e romana. Nisso tudo, o simbólico se torna real e o real se alimenta do simbólico. (Frei Jacir de Freitas Faria, ofm, Vida Pastoral nº 278 ©Paulus 2011)

Fonte: CNBB - Missal Cotidiano (Paulus)

Foto retirada da internet caso seja o autor, por favor, entre em contato para citarmos o credito.
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