Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa institui a festa de Maria Madalena

Decisão inscreve-se no atual contexto eclesial, que pede uma reflexão maior e mais profunda sobre a dignidade da mulher.


Por vontade do Papa Francisco, a Congregação para o Culto elevou a memória de Santa Maria Madalena, com um decreto assinado pelo cardeal Robert Sarah, ao grau de festa. O documento tem a data de 03 de junho, solenidade do Sagrado Coração de Jesus. O secretário do dicastério, o arcebispo Arthur Roche que também assinou o decreto, explica que esta decisão “inscreve-se no atual contexto eclesial, que pede uma reflexão maior e mais profunda sobre a dignidade da mulher, a nova evangelização e a grandeza do mistério da misericórdia divina”.

João Paulo II, recordou Roche, foi quem dedicou “uma grande atenção não apenas à importância das mulheres na própria missão de Cristo e da Igreja, mas também, e com uma insistência especial, à peculiar função de Maria Madalenacomo primeira testemunha que viu o Ressuscitado e primeira mensageira que anunciou aos apóstolos a ressurreição do Senhor. Esta importância prossegue hoje na Igreja (uma manifestação disso é o atual compromisso de uma nova evangelização), que quer acolher sem nenhuma distinção homens e mulheres de qualquer raça, povo, língua ou nação para anunciar sua boa nova do Evangelho”. Santa Maria Madalena é representada como um exemplo de “verdadeira e autêntica evangelização”, que anuncia “a alegre mensagem central da Páscoa”.

O Papa tomou esta decisão durante o Jubileu da Misericórdia, explicou mons. Roche, para ressaltar “a relevância desta mulher que demonstrou um grande amor a Cristo e que foi tão amada por Cristo”. Maria Madalena fazia parte do grupo dos discípulos de Jesus, seguiu-o até a Cruz e, no jardim em que se encontrava o sepulcro, foi a primeira testemunha da ressurreição, “testis divinae misericordiae”, como a definiu Gregório Magno. O Evangelho de João descreve-a chorando, porque não havia encontrado o corpo do Senhor no sepulcro: “Jesus – recordou mons. Roche – teve misericórdia dela ao deixar-se reconhecer como Mestre e ao transformar suas lágrimas em alegria pascoal”.

“Cristo – prosseguiu o arcebispo – tem uma espécie de consideração e misericórdia por esta mulher, que manifesta seu amor para com Ele procurando-o no jardim com angústia e sofrimento”, com essas que Santo Anselmo definiu como “lágrimas da humildade”. Santo Tomás disse que era “apóstola dos apóstolos”, porque foi ela quem anunciou aos discípulos atemorizados e trancados no cenáculo o que eles, por sua vez, tinham que anunciar por todo o mundo.

“Por isso, é justo – concluiu Roche – que a celebração litúrgica desta mulher tenha o mesmo grau de festa outorgado às celebrações dos apóstolos no Calendário Romano Geral e que ressalte a especial missão desta mulher, que é um exemplo e modelo para todas as mulheres na Igreja”.

A tradição – escreveu o cardeal Gianfranco Ravasi – “repetida mil vezes na história da arte e que perdura até os nossos dias, fez de Maria uma prostituta. Isto aconteceu somente porque na página evangélica precedente (o capítulo 7 de Lucas) é narrada a história da conversão de uma anônima ‘pecadora conhecida naquela cidade’, aquela que havia untado os pés de Jesus com óleo perfumado, hóspede em uma casa de um conhecido fariseu, molhou-os com suas lágrimas e secou-os com seus cabelos. E assim se havia identificado, sem nenhuma relação textual real, Maria Madalena com aquela prostituta sem nome. Pois bem, este mesmo gesto de veneração será repetido com Jesus por outra Maria, a irmã de Marta e Lázaro, em outra ocasião (Jo 12, 1-8). E assim consumou-se mais um equívoco em relação a Maria de Mágdala: algumas tradições populares identificam-na com esta Maria de Betânia, depois de ter sido confundida com a prostituta da Galileia”.


Segunda, 13/06/2016 -Vatican Insider / Aleteia
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