Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/07/2017

“Queridos filhos, os agradeço porque responderam ao Meu chamado e porque se reuniram em torno de Mim, em torno da Sua Mãe Celestial. Eu sei que pensam em Mim com amor e esperança. Eu sinto o amor de cada um de vocês, como também a sede do Meu Amadíssimo Filho, que por meio do Seu Amor Misericordioso, sempre e novamente Me envia até vocês. Ele que era homem e Deus Uno e Trino. Ele que por causa de vocês sofreu com o corpo e com a alma. Ele que se fez pão para dar pão às suas almas, para poder salvá-las.

Meus filhos, os ensino como serem dignos do Seu Amor, para poderem dirigir os seus pensamentos a Ele, para poderem viver o Meu Filho. Apóstolos do Meu Amor, os envolvo com o Meu Manto porque como Mãe desejo salvá-los.

Os peço: rezem pelo mundo inteiro. O Meu Coração sofre. Os pecados se multiplicam, são muitos. Mas com a ajuda de vocês, vocês que são humildes, cheios de amor, escondidos e santos, o Meu Coração triunfará. Amem o Meu Filho acima de tudo, e o mundo inteiro por meio Dele.

Não esqueçam nunca que cada irmão seu leva em si algo de precioso: a alma. Por isso, Meus filhos, amem a todos aqueles que não conhecem o Meu Filho, para que por meio da oração e do amor que vem da oração, eles possam tornarem-se melhores, a fim de que a bondade neles possa vencer, para poder salvarem as almas e terem a Vida Eterna.

Meus Apóstolos, Meus filhos, o Meu Filho pediu que amassem uns aos outros; que isto esteja escrito em seus corações e com a oração comecem a viver este amor.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Símbolos, cores e números do Apocalipse: o que significam?

Do trono ao cordeiro imolado, do branco ao escarlate, do 3,5 ao 144.000 - passando pelo famigerado 666.


Símbolos misteriosos, cores e números nunca escritos ao acaso. Quem fala deles é Ignacio Rojas Gálvez, autor do livro “I simboli dell’Apocalisse” (“Os símbolos do Apocalipse”, ainda sem tradução ao português).

Rojas afirma que, no livro do Apocalipse, São João usa os símbolos para nos fazer compreender alguns aspectos da Revelação divina. O autor do Apocalipse apresenta um mundo que foge à lógica e à experiência humana – e são incontáveis os estudos de exegetas que tentaram “traduzir” as mensagens do Apóstolo.

SÍMBOLOS

Entre os símbolos evocados por João, a dicotomia Céu-Terra indica espaços onde se desenvolve a liturgia e a luta entre o bem e o mal; o trono representa Deus; o Cordeiro em pé, imolado, é Cristo, morto e ressuscitado; os vinte e quatro anciãos são a totalidade que louva a Deus; um rolo com sete selos é o plano de Deus para a história e para a humanidade; o lago é um símbolo negativo: o lugar da rejeição de Deus.

ANIMAIS

Em Apocalipse 4,6-7, João cita quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por trás. O primeiro ser se assemelhava a um leão; o segundo, a um bezerro; o terceiro tinha aspecto como de homem; o quarto era semelhante a uma águia que voa. Os quatro seres viventes têm seis asas cada um e, ao seu redor e por dentro, são constelados de olhos. Estes seres vivos representam a Criação, a vida que flui de Deus. Cada animal simboliza a sua qualidade fundamental: o leão, a realeza; o touro, a força; a águia, a velocidade e a altura. Já um animal negativo como o dragão evoca o poder terrível do mal.

CORES NUNCA ALEATÓRIAS

João não vê a realidade em preto e branco, e não é casual o uso de uma cor em vez de outra. O detalhe cromático nas descrições revela o desejo do autor de expressar através das cores uma forte carga emocional. O autor pinta um universo caracterizado principalmente por cinco cores. A chave de interpretação das cores é determinada pela sua utilização no conjunto da obra. Os atributos que acompanham os personagens e a sua relação com o bem e o mal nos propõem uma forma de interpretar essas cores.
  • CORES POSITIVAS: Os tons positivos são o branco, simbolizando a transcendência e a vitória do Ressuscitado e dos que triunfam com Ele, e o dourado, o ouro puro, reservado por João à liturgia, a fim de simbolizar a proximidade do mistério divino.
  • CORES NEGATIVAS: Três outras cores representam a face negativa da história: o vermelho escarlate simboliza o demoníaco e o violento (por exemplo, o dragão); o verde amarelado representa a fragilidade da vida; e o preto indica a miséria, as ameaças e a injustiça social.

OS NÚMEROS

O número mais presente em todo o livro e o preferido pelo autor é o sete, que simboliza a totalidade, a plenitude, na esteira das tradições religiosas ancestrais. É, portanto, bastante lógico que o três e meio, metade do sete, indique a parcialidade e a transitoriedade. Um período de três anos e meio, por exemplo, é um tempo definido e concreto, que tem um fim certo. O número quatro, que indica os quatro seres viventes, é o número da totalidade cósmica e da ação universal de Deus, posta em prática por meio dos anjos que provêm dos quatro ventos.

666

O número seis foi o que provocou o maior debate desde os inícios. A sua relação com o número da besta e o convite enigmático ao vidente para decifrá-lo deu origem às mais diversas interpretações. Destaque-se o texto seguinte: “Eis a sabedoria. Quem tem entendimento calcule o número da besta: é número de homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis” (Ap 13,18).

A modalidade de interpretação mais antiga desse número é conhecida pelo nome de “gematria”, uma antiga arte com a qual, através da análise numérica de um texto ou de uma simples palavra, tentam-se deduzir leis e correspondências. A cada letra corresponde um valor numérico; por exemplo, A tem o valor 1 e Z vale 900. Aplicar a gematria ao número 666 significa descobrir um nome cuja soma das letras, hebraicas, gregas ou latinas, corresponda a esse valor. Com a gematria, vários nomes foram “calculados” e a besta foi identificada com diversos personagens históricos. Ao longo dos séculos, as interpretações da simbologia numérica 666 fizeram jorrar rios de tinta e sugeriram figuras históricas de todos os tipos, de Nero a Stalin, passando por Domiciano, Hitler, Martinho Lutero e até cada papa reinante, só para citar alguns.

Atualmente, a interpretação mais aceita é a que vê o número 6 como defeituoso, como uma “imperfeição clamorosa”; o símbolo, portanto, seria uma forma de manifestar que a besta é vulnerável.

12 e 1.000

O número doze indica plenitude, mas com certa nuance social: designa o povo de Deus representado no passado pelas doze tribos de Israel e no presente pelos doze apóstolos do Cordeiro. A sua soma simboliza a plenitude da revelação de Deus na história: assim, o Antigo e o Novo Testamentos são representados, juntos, pelo número vinte e quatro. Já o número mil indica a totalidade divina e a plenitude da ação de Deus. O tempo é sacralizado graças à presença e à ação de Cristo.

144.000

Até as operações matemáticas são importantes para a compreensão de algumas cifras. Por exemplo, 144.000, o famoso número dos salvos, pressupõe a operação 12 × 12 × 1000, ou seja: o povo de Deus na sua totalidade (doze vezes doze), guiado no tempo (1000) pela plenitude da ação salvífica de Cristo.


Terça, 03/05/2016 - Aleteia / Gelsomino Del Guercio
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