Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O trauma nos ajuda a crescer?

Até mesmo o mundo secular, por vezes, entende que um grão de trigo deve morrer.


Os traumas podem nos ajudar a crescer?

De acordo com um artigo do The New Yorker escrito por David Kushner, a resposta é definitivamente sim.

A família de Kushner teve de suportar um evento terrível, quando seu irmão de 11 anos foi sequestrado e assassinado, em uma pequena cidade rural na Flórida. Apesar de Kushner ter apenas quatro anos na época, ele explica que, conforme foi crescendo, esforçava-se para entender como seus pais eram capazes de continuar – dando a ele e a seus outros irmãos vidas felizes e normais, enquanto eles ainda abrigavam a memória dolorosa de algo tão terrível.

O artigo investiga a ideia do crescimento pós-traumático, um termo usado para descrever como o sentido da vida pode se aprofundar para alguém que sofreu uma experiência traumática. Este aprofundamento pode levar a uma experiência de “relações melhoradas, maior auto-aceitação e uma apreciação mais elevada da vida”.

O termo lembra a heróica chama do espírito humano, mas também afirma as próprias verdades que nós, como católicos, temos esforçado para entender e abraçar a cada nova geração, há mais de 2.000 anos. Como Jesus nos diz solenemente, a farpada coroa do sofrimento – se nós permitirmos isso – pode acabar levando a uma vida mais abundante.

“Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto” (João 12,24).

É interessante que a partir de um ponto de vista estritamente psicológico e secular, o dito paradoxal de Jesus soa verdadeiro. Se optarmos por responder ao intenso sofrimento em nossas vidas com uma abertura à graça, então nossas vidas podem assumir um significado mais profundo. O artigo aponta o tipo de fruto que aqueles que têm feito uma abordagem positiva do sofrimento e da morte experimentam:

“Essas ‘pessoas esplêndidas’”, como ele as chama, “vieram de grande tribulação, estão abertas, não há defensiva, intensidade de exibição, propósito, paixão em suas vidas… Elas demonstram sabedoria, serenidade, uma espécie de totalidade, uma curiosa vivência alegre e otimista”.

O cardeal Christoph Schönborn, em seu livro Happiness, God and Man, lembra-nos que quando perdemos algo e mergulhamos em tristeza ou quase desespero, ainda temos o poder de escolher o caminho que conduz à vida.

“O homem torna-se triste quando perde algo de valor: alguém que estava perto dele, saúde, bens materiais, a reputação, a paz de espírito e assim por diante. No entanto, deve-se escolher aqui entre dois caminhos: recuar para si mesmo ou o caminho para a vida”.

Se algo traumático acontece, leva muito tempo para florescer a graça em nós, não só para aceitá-la, mas para permitir que ela promova uma apreciação mais profunda da vida em oposição a uma queda amarga em desespero. Um grão de trigo produz frutos apenas gradualmente, e depois de muito tempo.

Uma amiga inesperadamente perdeu o marido. Ele era um homem saudável, amável e trabalhador, que tinha apenas 50 anos. Sua família mora ao lado dos meus pais, e quando eu estava visitando a casa no Natal passado, eu o via diligentemente cuidando do gramado ou passeando pela rua para buscar a correspondência. Apenas algumas semanas depois do Natal, devido a alguma súbita complicação grave de saúde, ele estava em uma máquina de respiração. E algumas semanas depois ele morreu, deixando para trás sua amada esposa e duas filhas pequenas.

Como eu penso e rezo por ele, sua esposa e filhas, e luto profundamente para entender o motivo de tal tragédia. Que palavras de conforto temos para essa pobre mulher e suas filhas? Como pode tal sofrimento?

Não há uma resposta fácil.

Não é para sabermos como Deus irá trabalhar com esse sofrimento. É só para sabermos que Deus – o Pai de todas as misericórdias – deseja derramar sua vida abundante em nós em todos os momentos. Como Jesus nos diz: “Bem-aventurados os que choram”, para o próprio Deus enxugar todas as nossas lágrimas. E não apenas no Céu, mas, mesmo nesta vida, Ele vai nos confortar em nosso choro e permitir que tal sofrimento passe adiante de maneira mais profunda.

Embora possamos ter feridas nesta vida que não cicatrizam totalmente, Deus vai usar essas feridas para fazer coisas maravilhosas e milagrosas – aumentar os nossos corações para ser mais parecidos com o seu.

Como eu penso nos amigos dos meus pais, eu só me consolo em saber que Jesus chora com eles como fez com Lázaro. Embora eles chorem agora, um dia vão conhecer o amor de cura de Deus, como Ele os olha, enxuga suas lágrimas e os leva para o lugar que tem preparado desde toda a eternidade.


Por Chris Hazell, fundador da The Call Collective, um blog que explora a intersecção entre fé, cultura e criatividade. Ele também escreve regularmente para Word on Fire.


Sábado, 02/04/2016 - Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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