Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

“Francisco nos devolveu a vida”, dizem os sírios acolhidos pelo Papa

"Havia também duas famílias cristãs, mas os papéis não estavam prontos. Para mim, todos os refugiados são filhos de Deus".


Em sua visita à ilha grega de Lesbos, Francisco deu uma lição ao mundo ao levar consigo três famílias de refugiados sírios, no total de doze pessoas, para que iniciem vida nova sob a proteção do Vaticano. “Francisco nos salvou a vida”, afirmaram.

“Ele é nosso salvador. Ficaremos à altura desta oportunidade”, acrescentaram.

As três famílias, muçulmanas e em situação regular, que viajaram com Francisco no avião, passaram sua primeira noite hospedados na Comunidade católica de São Egídio, no bairro romano de Trastevere.

Em um gesto desafiador do pontífice em relação à Europa, Francisco reconheceu ante a imprensa que “é uma gota no mar, mas, depois desta gota, o mar não será mais o mesmo”, citando madre Teresa, durante o voo de volta de Lesbos.

Francisco, neto de migrantes italianos, contou que a ideia lhe foi sugerida há uma semana por um colaborador.

“Havia também duas famílias cristãs, mas os papéis não estavam prontos. Para mim, todos os refugiados são filhos de Deus”, insistiu.

Depois de sua chegada à Roma, os refugiados sírios agradeceram ao papa “a sorte que deu a eles, com seu gesto de esperança que tanto os comoveu”, segundo informou o jornal La Stampa.

Se no início pensavam em ir para a Alemanha ou o norte da Europa, agora se sentem totalmente agradecidos pelo gesto do Papa. “Somos os convidados do papa, ele nos salvou e devolveu a vida”.

“Vimos amigos e parentes morrerem sob os escombros, fugimos porque na Síria não tínhamos qualquer esperança”, explica Hassan, engenheiro originário de Damasco, acompanhado por sua esposa, Nour, e seu filho de dois anos.

“Em Lesbos, compreendemos que estávamos bloqueados em um lugar de onde não poderíamos sair, em uma prisão”, lamentou-se. Até o dia em que chegou o Papa, “nosso salvador”, segundo ele.

“Esperamos que a opinião pública na Europa compreenda nossas razões e que e o gesto do Papa tenha suas consequências na política em relação aos refugiados”, declarou, por sua vez, Nour ao jornal La Repubblica.

– O dom do Papa –

Wafa, junto a seu marido Osama e seus filhos Masa e Omar, de 8 e 6 anos, descreve os contínuos bombardeios que viveu nos últimos meses.

“Desde então, meu filho Omar fala muito pouco, nenhuma palavra sai de sua boca, está encerrado em um silêncio impenetrável”, conta a mãe, visivelmente triste.

Em Lesbos, “os dias eram longos até que Francisco nos devolveu a vida”.

Ramy, um professor de 51 anos, explica que fugiu de Deir Ezor, uma província controlada pelo grupo Estado Islâmico (EI), com sua esposa Suhila e seus três filhos – Rashid e Abdelmajid, de 18 e 16 años, e a pequena Al Quds, de 7 anos. Depois da destruição de sua casa, decidiram ir embora.

“Somos gratos ao Papa, estaremos à altura desta oportunidade que ele nos deu e do dom que nos proporcionou”, declarou ao La Stampa. Ele admitiu não saber se sua vida deve recomeçar na Europa ou talvez um dia possam voltar para uma Síria sem guerra e violência.

Com estas novas famílias, o Vaticano, que tem 1.000 habitantes, abriga 20 refugiados. Se os 300 milhões de europeus fizessem a mesma coisa, 6 milhões de refugiados seriam acolhidos.

No final do ano passado, o Papa convidou a todas as paróquias da Europa a abrigar uma família de refugiados, um pedido a que muitos não responderam devido à crescente desconfiança em relação aos muçulmanos.


Segunda, 18/04/2016 - Agências de Notícias
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