Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

5 motivos para usar o seu dinheiro com experiências, não com coisas

E, muitas vezes, as boas experiências precisam de muito pouco ou até nenhum dinheiro.


Não é novidade alguma: o dinheiro deve ser usado de maneira sábia, porque, em si mesmo, ele não garante a felicidade de ninguém.

Embora todo mundo saiba disso, a maioria das pessoas parece fingir que não é verdade e insiste em “tentar comprar” a felicidade. Mas há estudos que reforçam a constatação intuitiva de que a maneira mais sábia de usar o dinheiro não é no acúmulo de coisas, mas sim na vivência de boas experiências.

Uma dessas pesquisas foi liderada por Thomas Gilovich, professor da Cornell University e doutor em psicologia. Foram 20 anos de estudos dedicados a demonstrar que, quando gastam dinheiro em objetos, as pessoas se cansam facilmente do que já compraram e desenvolvem o “vício” de querer coisas novas; então voltam a comprar objetos, voltam a se cansar deles e voltam a comprar coisas novas, num círculo sem fim de insatisfação. Além disso, as expectativas crescem constantemente, levando a gastos maiores e a fazer comparações que são prejudiciais às relações humanas.

Já o investimento em experiências dá retornos mais efetivos na empreitada de ser feliz.

Confira algumas das constatações feitas no estudo de Gilovich, publicado em agosto de 2014:

1. As experiências se transformam em parte da identidade das pessoas

O acúmulo de experiências de vida molda a personalidade do ser humano: as experiências se integram a quem somos. Já os bens materiais, por mais importância que lhes demos, continuam sendo externos a nós: eles são sempre coisas que “temos”, sem nunca chegarem a ser algo que “somos”.

2. Nas experiências, as comparações não importam

Quando se usa o dinheiro para viver momentos importantes em vez de priorizar a aquisição de coisas materiais, a competitividade é diluída. Por exemplo: quando o foco está no “ter”, as pessoas preferem receber um salário baixo que seja maior que o de seus colegas a receber um salário alto que seja menor que o dos seus colegas. Já quando o foco está no “ser”, as pessoas não se importam tanto em tirar um tempo menor de férias que o de seus colegas, desde que sejam férias de qualidade. As comparações e a competitividade, portanto, são mais intensas quando o foco está nas coisas em vez das experiências.

3. A ansiedade na espera de uma experiência é boa, enquanto na espera de um produto é irritante

Não é preciso comentar muito, certo?

4. A curta durabilidade de uma coisa é negativa, mas a de uma experiência pode valorizá-la

O valor de um objeto tem relação com a sua durabilidade ou com a duração do prazer que ele proporciona; já uma boa experiência, mesmo quando é breve ou fugaz, se mantém prazerosa na memória e consegue fazer perdurar a felicidade de tê-la vivido.

5. O valor de algo não tem relação com seu preço

Quando se diz que algo “não tem preço”, o que se quer dizer é que o seu valor é inestimável. Este é o caso das experiências, cujo valor não está relacionado com o seu preço em dinheiro.


Domingo, 06/03/2016 - Aleteia / Paulo Alves
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