Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O segredo para saber quem você é

Quem sou eu? Esta é uma velha questão que tem sempre intrigado muitos nós.


Quem você pensa que é?

A irmã me fez essa pergunta outro dia, contrapondo algo que eu tinha dito. Ela não estava sendo rude; estava realmente questionando se a ideia que tenho de mim mesma é precisa e espiritualmente saudável.

Irmã Augusta, que tem quase 100 anos de idade, foi visitada recentemente por várias das irmãs mais novas da província. À medida que entravam em seu quarto, ela estendia as mãos e exclamava:
“Que rostos bonitos! Esposas do Senhor e amigas da humanidade!”

Ela teve quase 100 anos para pensar sobre isso. E praticamente conseguiu resumir a vida religiosa em uma frase.

Quem sou eu?

Esta questão tem voltado à minha cabeça desde que entrei no convento. Eu desisti de uma carreira, da minha conta bancária, do meu guarda-roupas, das minhas previsões e, o mais difícil, das rédeas.

Eu entrei em uma vida que de certa forma me define, antes mesmo que eu tenha a chance de me definir. Quando encontro pessoas, eles veem uma mística da vida religiosa antes de me ver. Às vezes, muitas vezes, depois de falar com as pessoas, afasto-me perguntando se elas estavam realmente falando comigo ou com alguém que pensam que sou.

Claro que isso acontece com todo mundo. Quando encontramos pessoas pela primeira vez, nós as avaliamos, examinamos suas roupas, ações e palavras, e passamos a interagir com elas com base em premissas que traçamos.

O lance de ser uma freira em um hábito é que adiciona uma infinidade de hipóteses a esse processo. Estes pressupostos às vezes cegam tanto que as pessoas esquecem que estão falando com alguém que não esteve sempre em uma batina, mas alguém que também tem pensamentos individuais, preocupações e características próprias.

Isso é, em certo sentido, como estou destinada a ser. A vida religiosa faz-nos “amigos da humanidade”, e você não pode ser um amigo da humanidade a menos que se doe aos outros, derrame-se para fora e, em certo sentido, perca a sua identidade.

No entanto, ao mesmo tempo, minhas irmãs são bastante originais. Alguns poderiam dizer excêntricas. Qualquer um que é amigo de uma pessoa religiosa irá dizer-lhe que ele ou ela muitas vezes é bastante interessante. Minha família tem convivido por muitos anos com um monge que atua externamente para uma comunidade beneditina. Mesmo quando era ateia, eu achava admirável, porque ele fazia comentários totalmente incomuns e sinceros para as pessoas. Ele era um amigo da humanidade, que não cedeu às falsas formalidades.

Suponho que é como deva ser um religioso. Nós somos amigos da humanidade, mas não nos destinamos a ser definidos pela humanidade – ou por nós mesmos. Nós não fomos feitos por nós mesmos. Nós estamos destinados a encontrar nossa identidade unicamente em Deus, e nós somos capazes de fazer isso da forma mais livre, precisamente porque não temos o controle total sobre os muitos aspectos da vida que acabam por definir as outras pessoas: carreira, futuro, dinheiro, roupas, sonhos.

Você pode estar lendo isso e pensando: então o que isso tem a ver comigo?

Certamente tem a ver com você. Sei que não é obrigatório fazer voto de pobreza, castidade e obediência para crescer no desapego das coisas deste mundo, aquelas que ameaçam nos definir, as coisas que muitas vezes trabalham em oposição ao que estamos realmente concebidos para ser.

Nós todos somos destinados a encontrar a nossa identidade em Deus. E, francamente, esse é um processo de uma vida – tanto para os religiosos quanto para todo mundo.

Muito obrigada, Irmã Augusta, pelo questionamento.

Fomos concebidos para a união com Deus e a doação aos outros, isso por meio da vocação a que Deus nos chama.

Nós somos:
Esposas do Senhor e amigas da humanidade!


Quinta, 14/01/2016 - Aleteia, Irmã Theresa Aletheia Noble / Postado por: Paulo Alves
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