Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2018

“Queridos filhos,

Através do Grande Amor do PAI CELESTIAL, EU estou com vocês como sua MÃE e vocês estão comigo como MEUS filhos, como Apóstolos do Meu Amor que sem cessar, reúnem-se em torno de MIM.

Filhos MEUS, vocês são aqueles que, como a oração, devem abandonar-se totalmente ao MEU FILHO, a fim de que não sejam mais vocês a viverem, mas o MEU FILHO em vocês; de modo que todos aqueles que não O conheçam, O vejam em vocês e desejem conhecê-lo.

Rezem para que eles vejam em vocês uma humildade decidida e bondade, disponibilidade a servir os outros; que vejam que vocês vivem a sua vocação no mundo com o coração, em comunhão com o MEU FILHO. Que eles vejam em vocês mansidão, ternura e amor ao MEU FILHO, como também aos seus irmãos e irmãs. Apóstolos do MEU AMOR, vocês devem rezar muito e purificar os seus corações de odo que sejam vocês os primeiros a caminhar no caminho do MEU FILHO de modo que sejam vocês os justos unidos pela JUSTIÇA do MEU FILHO.

Filhos MEUS, como MEUS Apóstolos vocês devem estar unidos na comunhão que flui do MEU FILHO, a fim de que os MEUS filhos que não conhecem o MEU FILHO reconheçam uma comunhão de amor e desejem caminhar no caminho da vida, no caminho da unidade com o MEU FILHO.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Fanatismo religioso: menino amputa própria mão em penitência por “blasfêmia”

Durante uma celebração que homenageava o nascimento de Maomé, o clérigo islâmico de uma mesquita da província de Punjab, no leste do Paquistão, perguntou aos presentes: “Quem de vocês acredita em Maomé?“. Todos levantaram a mão. O clérigo perguntou então: “Quem de vocês não acredita nos ensinamentos do santo profeta?“.

Um adolescente de 15 anos, que entendeu mal a pergunta, levantou a mão sem querer.

Diante de aproximadamente cem pessoas na mesquita, o clérigo o acusou imediatamente de blasfêmia. O jovem, para provar o seu amor pelo profeta, voltou para casa, ligou um cortador de grama, amputou a própria mão direita, colocou-a num prato e foi apresentá-la ao clérigo.

Quando eu levantei a mão direita sem querer, percebi que tinha cometido uma blasfêmia e que precisava compensar aquela afronta tão grande“, declarou o adolescente à rede britânica BBC.

Reações

O menino continua convicto de que fez a coisa certa. Quando perguntado se sentiu dor ao amputar a mão, ele respondeu à reporter Iram Abbasi, da BBC: “Por que eu sentiria dor ou teria algum problema cortando uma mão que foi levantada contra o santo profeta?“.

A família celebrou a automutilação do jovem.

A aldeia em que ele vive está fascinada com o seu “testemunho”. Mesmo pessoas de povoados próximos estão “peregrinando” até lá para homenagear o novo “herói”.

O clérigo, por sua vez, está preso: acusado de instigar o extremismo e o fanatismo religioso, foi enquadrado na lei paquistanesa de combate ao terrorismo.

Lei antiblasfêmia

O caso revela a enorme dificuldade de se debater qualquer assunto religioso no Paquistão, república oficialmente islâmica na qual 97% dos 200 milhões de habitantes são muçulmanos.

Em 1984, o general Zia ul-Haq, então presidente do país, incluiu no Código Penal a “lei antiblasfêmia“, que prevê penas como prisão perpétua e execução para quem insultar o islã. As ofensas previstas, no entanto, são genéricas, como “profanar o alcorão” e “difamar o profeta Maomé“.

Estabelecida para “proteger os costumes e tradições da sociedade muçulmana“, a lei, na prática, é uma brecha jurídica à qual se apela com frequência para amparar vinganças políticas ou pessoais entre muçulmanos, além de ser evocada para “justificar” perseguições religiosas contra as minorias cristãs e hindus.

Até acusações sem prova servem para condenar os réus ou mesmo linchá-los.


Pressionado mundialmente por causa dos inúmeros casos de abusos ligados à lei antiblasfêmia, o governo do Paquistão tomou algumas medidas contra o extremismo religioso, mas o discurso fanático ainda perdura no país, influenciando largamente a opinião pública.


Quarta, 20/01/2016 - Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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