Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Fanatismo religioso: menino amputa própria mão em penitência por “blasfêmia”

Durante uma celebração que homenageava o nascimento de Maomé, o clérigo islâmico de uma mesquita da província de Punjab, no leste do Paquistão, perguntou aos presentes: “Quem de vocês acredita em Maomé?“. Todos levantaram a mão. O clérigo perguntou então: “Quem de vocês não acredita nos ensinamentos do santo profeta?“.

Um adolescente de 15 anos, que entendeu mal a pergunta, levantou a mão sem querer.

Diante de aproximadamente cem pessoas na mesquita, o clérigo o acusou imediatamente de blasfêmia. O jovem, para provar o seu amor pelo profeta, voltou para casa, ligou um cortador de grama, amputou a própria mão direita, colocou-a num prato e foi apresentá-la ao clérigo.

Quando eu levantei a mão direita sem querer, percebi que tinha cometido uma blasfêmia e que precisava compensar aquela afronta tão grande“, declarou o adolescente à rede britânica BBC.

Reações

O menino continua convicto de que fez a coisa certa. Quando perguntado se sentiu dor ao amputar a mão, ele respondeu à reporter Iram Abbasi, da BBC: “Por que eu sentiria dor ou teria algum problema cortando uma mão que foi levantada contra o santo profeta?“.

A família celebrou a automutilação do jovem.

A aldeia em que ele vive está fascinada com o seu “testemunho”. Mesmo pessoas de povoados próximos estão “peregrinando” até lá para homenagear o novo “herói”.

O clérigo, por sua vez, está preso: acusado de instigar o extremismo e o fanatismo religioso, foi enquadrado na lei paquistanesa de combate ao terrorismo.

Lei antiblasfêmia

O caso revela a enorme dificuldade de se debater qualquer assunto religioso no Paquistão, república oficialmente islâmica na qual 97% dos 200 milhões de habitantes são muçulmanos.

Em 1984, o general Zia ul-Haq, então presidente do país, incluiu no Código Penal a “lei antiblasfêmia“, que prevê penas como prisão perpétua e execução para quem insultar o islã. As ofensas previstas, no entanto, são genéricas, como “profanar o alcorão” e “difamar o profeta Maomé“.

Estabelecida para “proteger os costumes e tradições da sociedade muçulmana“, a lei, na prática, é uma brecha jurídica à qual se apela com frequência para amparar vinganças políticas ou pessoais entre muçulmanos, além de ser evocada para “justificar” perseguições religiosas contra as minorias cristãs e hindus.

Até acusações sem prova servem para condenar os réus ou mesmo linchá-los.


Pressionado mundialmente por causa dos inúmeros casos de abusos ligados à lei antiblasfêmia, o governo do Paquistão tomou algumas medidas contra o extremismo religioso, mas o discurso fanático ainda perdura no país, influenciando largamente a opinião pública.


Quarta, 20/01/2016 - Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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