Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Fanatismo religioso: menino amputa própria mão em penitência por “blasfêmia”

Durante uma celebração que homenageava o nascimento de Maomé, o clérigo islâmico de uma mesquita da província de Punjab, no leste do Paquistão, perguntou aos presentes: “Quem de vocês acredita em Maomé?“. Todos levantaram a mão. O clérigo perguntou então: “Quem de vocês não acredita nos ensinamentos do santo profeta?“.

Um adolescente de 15 anos, que entendeu mal a pergunta, levantou a mão sem querer.

Diante de aproximadamente cem pessoas na mesquita, o clérigo o acusou imediatamente de blasfêmia. O jovem, para provar o seu amor pelo profeta, voltou para casa, ligou um cortador de grama, amputou a própria mão direita, colocou-a num prato e foi apresentá-la ao clérigo.

Quando eu levantei a mão direita sem querer, percebi que tinha cometido uma blasfêmia e que precisava compensar aquela afronta tão grande“, declarou o adolescente à rede britânica BBC.

Reações

O menino continua convicto de que fez a coisa certa. Quando perguntado se sentiu dor ao amputar a mão, ele respondeu à reporter Iram Abbasi, da BBC: “Por que eu sentiria dor ou teria algum problema cortando uma mão que foi levantada contra o santo profeta?“.

A família celebrou a automutilação do jovem.

A aldeia em que ele vive está fascinada com o seu “testemunho”. Mesmo pessoas de povoados próximos estão “peregrinando” até lá para homenagear o novo “herói”.

O clérigo, por sua vez, está preso: acusado de instigar o extremismo e o fanatismo religioso, foi enquadrado na lei paquistanesa de combate ao terrorismo.

Lei antiblasfêmia

O caso revela a enorme dificuldade de se debater qualquer assunto religioso no Paquistão, república oficialmente islâmica na qual 97% dos 200 milhões de habitantes são muçulmanos.

Em 1984, o general Zia ul-Haq, então presidente do país, incluiu no Código Penal a “lei antiblasfêmia“, que prevê penas como prisão perpétua e execução para quem insultar o islã. As ofensas previstas, no entanto, são genéricas, como “profanar o alcorão” e “difamar o profeta Maomé“.

Estabelecida para “proteger os costumes e tradições da sociedade muçulmana“, a lei, na prática, é uma brecha jurídica à qual se apela com frequência para amparar vinganças políticas ou pessoais entre muçulmanos, além de ser evocada para “justificar” perseguições religiosas contra as minorias cristãs e hindus.

Até acusações sem prova servem para condenar os réus ou mesmo linchá-los.


Pressionado mundialmente por causa dos inúmeros casos de abusos ligados à lei antiblasfêmia, o governo do Paquistão tomou algumas medidas contra o extremismo religioso, mas o discurso fanático ainda perdura no país, influenciando largamente a opinião pública.


Quarta, 20/01/2016 - Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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