Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Fanatismo religioso: menino amputa própria mão em penitência por “blasfêmia”

Durante uma celebração que homenageava o nascimento de Maomé, o clérigo islâmico de uma mesquita da província de Punjab, no leste do Paquistão, perguntou aos presentes: “Quem de vocês acredita em Maomé?“. Todos levantaram a mão. O clérigo perguntou então: “Quem de vocês não acredita nos ensinamentos do santo profeta?“.

Um adolescente de 15 anos, que entendeu mal a pergunta, levantou a mão sem querer.

Diante de aproximadamente cem pessoas na mesquita, o clérigo o acusou imediatamente de blasfêmia. O jovem, para provar o seu amor pelo profeta, voltou para casa, ligou um cortador de grama, amputou a própria mão direita, colocou-a num prato e foi apresentá-la ao clérigo.

Quando eu levantei a mão direita sem querer, percebi que tinha cometido uma blasfêmia e que precisava compensar aquela afronta tão grande“, declarou o adolescente à rede britânica BBC.

Reações

O menino continua convicto de que fez a coisa certa. Quando perguntado se sentiu dor ao amputar a mão, ele respondeu à reporter Iram Abbasi, da BBC: “Por que eu sentiria dor ou teria algum problema cortando uma mão que foi levantada contra o santo profeta?“.

A família celebrou a automutilação do jovem.

A aldeia em que ele vive está fascinada com o seu “testemunho”. Mesmo pessoas de povoados próximos estão “peregrinando” até lá para homenagear o novo “herói”.

O clérigo, por sua vez, está preso: acusado de instigar o extremismo e o fanatismo religioso, foi enquadrado na lei paquistanesa de combate ao terrorismo.

Lei antiblasfêmia

O caso revela a enorme dificuldade de se debater qualquer assunto religioso no Paquistão, república oficialmente islâmica na qual 97% dos 200 milhões de habitantes são muçulmanos.

Em 1984, o general Zia ul-Haq, então presidente do país, incluiu no Código Penal a “lei antiblasfêmia“, que prevê penas como prisão perpétua e execução para quem insultar o islã. As ofensas previstas, no entanto, são genéricas, como “profanar o alcorão” e “difamar o profeta Maomé“.

Estabelecida para “proteger os costumes e tradições da sociedade muçulmana“, a lei, na prática, é uma brecha jurídica à qual se apela com frequência para amparar vinganças políticas ou pessoais entre muçulmanos, além de ser evocada para “justificar” perseguições religiosas contra as minorias cristãs e hindus.

Até acusações sem prova servem para condenar os réus ou mesmo linchá-los.


Pressionado mundialmente por causa dos inúmeros casos de abusos ligados à lei antiblasfêmia, o governo do Paquistão tomou algumas medidas contra o extremismo religioso, mas o discurso fanático ainda perdura no país, influenciando largamente a opinião pública.


Quarta, 20/01/2016 - Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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