Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

De jornalista da BBC a religiosa contemplativa: o trajeto espiritual de Martina Purdy

Martina Purdy era uma conhecida jornalista da seção política da rede de notícias BBC, entretanto, em outubro de 2014 fez um anúncio que surpreendeu seus colegas de trabalho e líderes políticos: deixaria sua carreira para entrar no convento e ser religiosa contemplativa. Agora, Irmã Martina conta como foi a história da sua conversão.

 “Não é uma vida que tivesse escolhido por mim mesma. O Senhor a escolheu para mim. É uma vida bastante satisfatória. Estou alegre”, afirmou a então religiosa em uma entrevista com a imprensa local, através da qual confessou que reza por todos os políticos.

Em um artigo publicado por Belfast Telegraph, Irmã Martina – membro das Irmãs da Adoração – indicou que sua transição foi um processo lento e que logo após seu anúncio teve um encontro privado com o Primeiro-ministro da Irlanda do Norte, Peter Robinson; e o Primeiro Vice-ministro Martin McGuinness. Os líderes políticos “queriam entender como foi o meu chamado”.

 Além disso, um político o qual não revelou o nome, mas descrito como um bom contato, enviou-lhe uma mensagem de texto que dizia “não compreendo”.

A conversão de Martina Purdy não foi brusca. No programa radiofônico The Talkback, da BBC Radio Ulster, recordou que embora tenha tido uma “sólida formação católica”, dizia que não queria “absolutamente” ser religiosa. Entretanto, pouco a pouco começou a sentir que o jornalismo já não era para ela.

 “Não digo que era infeliz”, indicou, mas “surpreendentemente estava ficando mais alegre, mas era uma alegria que vinha da oração”.

Além disso, confessou que sua vida passada, dedicada às compras e a sair com os amigos, era cada vez menos satisfatória, e cada vez que entrevistava os políticos “sentia que queria rezar por eles mais do que fazer-lhes perguntas”.

Deste modo, foi experimentando uma transformação lenta, mas tão intensa que a desafiava a optar pela vida religiosa. “Eu ainda negociava com o Senhor”, assinalou.

Entretanto, um dia, caminhando por Drumalis Retreat, perto de Larne, deparou-se em frente a uma pequena árvore que estava sem folhas, mas era linda. Martina começou a perguntar-se como esta árvore estaria cheia de folhas e frutas. “Percebi que me haviam oferecido uma transformação”, expressou.

Posteriormente, a então jornalista deu de presente todos seus pertences, inclusive as suas roupas –muitas destas para a obra de caridade –, e vendeu seu automóvel. “Não quero nada. Não preciso de nada… Vivo como uma filha de Deus”, afirmou. Além disso, assinalou que as pessoas a conheciam bem, não ficaram impressionadas pela decisão que havia tomado em ser religiosa.


Agora, como religiosa, continua ligada ao mundo das comunicações, pois escreve no jornal do convento e twiteia o Evangelho. Há uma “fome espiritual” do lado de fora, afirmou.


Segunda, 11/01/2016 - ACI digital / Postado por: Paulo Alves
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