Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Agora é minha vez: vou me confessar depois de 40 anos

A emocionante história de conversão de um mendigo, contada pelo seu pároco.


O ambiente familiar é algo de que cuidamos muito no refeitório social São José, em nossa paróquia. Desde que as pessoas entram para almoçar, percebe-se que se sentem em casa, e há algo especial que faz que todas se sintam cômodas.

Foi isso que o Miguel me disse quando começou a vir almoçar diariamente. Ele morava sozinho em um quarto e não tinha amigos nem família. Esteve preso durante 13 anos, e isso acabou rompendo com seu passado. Ninguém queria saber nada dele.

As pessoas do refeitório se tornaram sua família. Ele não vinha somente para almoçar, mas se oferecia para varrer, tirar o lixo e realizar muitas outras tarefas. Nós o nomeamos encarregado dos enfeites do refeitório e ele ficou feliz, pois se sentia importante. Todos nós o conhecíamos e nos preocupávamos com ele.

Poucos meses depois, ele foi diagnosticado com câncer no fígado. Avançado. De fato, ele já estava meio amarelado. Foi internado no hospital e ninguém o visitava, a não ser as pessoas da paróquia. Sua família do refeitório começou a fazer turnos para acompanhá-lo durante a noite. As enfermeiras ficavam impressionadas com o movimento de pessoas no quarto de alguém que não era exatamente da “nata” da sociedade.

Depois de alguns dias, fui visitá-lo. Quando entrei no quarto do hospital, ele estava acompanhado de vários amigos do refeitório. Ao ver-me, exclamou: “Todos para fora agora, vou me confessar com o padre. Faz 40 anos que não me confesso!”. Todos saíram, impactados.

Ao terminar sua confissão, ele ficou como uma criança. Convidou-me para tomar uma Fanta laranja com ele. Foi como celebrar novamente sua Primeira Comunhão, sem recursos, mas com muita alegria.

Esta conversão caiu como fruto maduro do amor que se respira no refeitório paroquial.


Pe. José Manuel Horcajo
Paróquia de São Raimundo Nonato (Madri)



Quarta, 09/12/2015 - Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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