Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Uma lição do papa Francisco aos extravagantes líderes do Quênia

Sem precisar pronunciar a palavra CORRUPÇÃO, Francisco deixa claro qual é o sentido do serviço ao povo.


Os gestos dizem mais que mil palavras. E, quando se trata de um país esmagado pela corrupção, a simplicidade do papa Francisco arrasa a parafernália oficial. Jornais impressos, sites e televisão do Quênia deram ampla difusão ao mesmo comentário: Francisco deu à esbanjadora classe política nacional uma lição de humildade.

A mídia da capital, Nairóbi, enfatizou o contraste entre a comitiva oficial do presidente Uhuru Kenyatta, composta por “um longo comboio de veículos caros de marcas como Mercedes, Toyota, Land Cruiser e Range Rover, todos sob manutenção dos contribuintes do Quênia”, enquanto o papa Francisco usou um modelo popular no país: um Honda Ballade.

Não só os cidadãos em geral ficaram espantados vendo o papa a bordo de um carro modesto diante do espalhafato dos políticos, como os comentaristas dos programas de TV soltaram observações espontâneas de surpresa: “It’s a Honda… Yes, it’s a Honda!”.

O Quênia é um dos países mais feridos pela corrupção e pela opacidade no continente africano. Os ativistas políticos opositores ao regime afirmam que, no governo de Uhuru Kenyatta, a corrupção é galopante e irrefreável, com perdas estratosféricas que aumentam a miséria do povo. O suborno é moeda corrente. Os índices de corrupção divulgados pela Transparência Internacional colocam o 
Quênia entre os piores do mundo. Nas enquetes, os quenianos dizem considerar a polícia, o judiciário e os políticos locais como os mais corruptos. Nos escalões mais altos do poder, os golpes midiáticos desviam as atenções para funcionários de nível mais baixo. O próprio presidente do país divulgou uma “Lista da Vergonha” com nomes de servidores acusados de corrupção – nenhum dos nomes, porém, era dos políticos poderosos que enriqueceram inexplicavelmente graças ao simples fato de fazerem parte do governo.

E qual foi o tema central do discurso do papa Francisco diante de juízes, deputados, senadores, ministros e do presidente do Quênia?

Sem sequer pronunciar a palavra “corrupção”, o pontífice puxou as orelhas do país denunciando “o mal que estremece a nação” e recordando as obrigações dos responsáveis pelos destinos políticos do Quênia:

“Eu os encorajo a trabalhar com integridade e transparência pelo bem comum e a fomentar um espírito de solidariedade em todos os âmbitos da sociedade. Eu os exorto, em particular, a se preocuparem verdadeiramente com as necessidades dos pobres, com as aspirações dos jovens e com a justa distribuição dos recursos naturais e humanos com que o Criador abençoou o seu país”.

O presidente se viu obrigado a tocar no assunto, ainda que de modo a eximir-se. Uhuru Kenyatta afirmou perante o papa:

“A corrupção desvia recursos e divide o nosso povo. Rouba a nossa segurança, a prosperidade e a nossa saúde. A corrupção nos coloca uns contra os outros, nos tira a esperança e nos assassina. A sociedade civil, os meios de comunicação, os líderes dos quatro cantos do país, todos nós, quenianos, sabemos que temos de vencer esta guerra contra a corrupção… Santo Padre, reze por nós enquanto lutamos esta guerra”.

A admiração pela singeleza do papa, entre os quenianos, não se deve apenas ao carro que ele usou. Francisco despertou um debate nacional sobre o sentido do serviço ao povo e sobre como os recursos e bens devem ser empregados para garantir este serviço.

Mais algum país a fim de admitir que o chapéu lhe serve?


Domingo, 29/11/2015 - Aleteia, SIAME / Postado por: Paulo Alves
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