Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Uma lição do papa Francisco aos extravagantes líderes do Quênia

Sem precisar pronunciar a palavra CORRUPÇÃO, Francisco deixa claro qual é o sentido do serviço ao povo.


Os gestos dizem mais que mil palavras. E, quando se trata de um país esmagado pela corrupção, a simplicidade do papa Francisco arrasa a parafernália oficial. Jornais impressos, sites e televisão do Quênia deram ampla difusão ao mesmo comentário: Francisco deu à esbanjadora classe política nacional uma lição de humildade.

A mídia da capital, Nairóbi, enfatizou o contraste entre a comitiva oficial do presidente Uhuru Kenyatta, composta por “um longo comboio de veículos caros de marcas como Mercedes, Toyota, Land Cruiser e Range Rover, todos sob manutenção dos contribuintes do Quênia”, enquanto o papa Francisco usou um modelo popular no país: um Honda Ballade.

Não só os cidadãos em geral ficaram espantados vendo o papa a bordo de um carro modesto diante do espalhafato dos políticos, como os comentaristas dos programas de TV soltaram observações espontâneas de surpresa: “It’s a Honda… Yes, it’s a Honda!”.

O Quênia é um dos países mais feridos pela corrupção e pela opacidade no continente africano. Os ativistas políticos opositores ao regime afirmam que, no governo de Uhuru Kenyatta, a corrupção é galopante e irrefreável, com perdas estratosféricas que aumentam a miséria do povo. O suborno é moeda corrente. Os índices de corrupção divulgados pela Transparência Internacional colocam o 
Quênia entre os piores do mundo. Nas enquetes, os quenianos dizem considerar a polícia, o judiciário e os políticos locais como os mais corruptos. Nos escalões mais altos do poder, os golpes midiáticos desviam as atenções para funcionários de nível mais baixo. O próprio presidente do país divulgou uma “Lista da Vergonha” com nomes de servidores acusados de corrupção – nenhum dos nomes, porém, era dos políticos poderosos que enriqueceram inexplicavelmente graças ao simples fato de fazerem parte do governo.

E qual foi o tema central do discurso do papa Francisco diante de juízes, deputados, senadores, ministros e do presidente do Quênia?

Sem sequer pronunciar a palavra “corrupção”, o pontífice puxou as orelhas do país denunciando “o mal que estremece a nação” e recordando as obrigações dos responsáveis pelos destinos políticos do Quênia:

“Eu os encorajo a trabalhar com integridade e transparência pelo bem comum e a fomentar um espírito de solidariedade em todos os âmbitos da sociedade. Eu os exorto, em particular, a se preocuparem verdadeiramente com as necessidades dos pobres, com as aspirações dos jovens e com a justa distribuição dos recursos naturais e humanos com que o Criador abençoou o seu país”.

O presidente se viu obrigado a tocar no assunto, ainda que de modo a eximir-se. Uhuru Kenyatta afirmou perante o papa:

“A corrupção desvia recursos e divide o nosso povo. Rouba a nossa segurança, a prosperidade e a nossa saúde. A corrupção nos coloca uns contra os outros, nos tira a esperança e nos assassina. A sociedade civil, os meios de comunicação, os líderes dos quatro cantos do país, todos nós, quenianos, sabemos que temos de vencer esta guerra contra a corrupção… Santo Padre, reze por nós enquanto lutamos esta guerra”.

A admiração pela singeleza do papa, entre os quenianos, não se deve apenas ao carro que ele usou. Francisco despertou um debate nacional sobre o sentido do serviço ao povo e sobre como os recursos e bens devem ser empregados para garantir este serviço.

Mais algum país a fim de admitir que o chapéu lhe serve?


Domingo, 29/11/2015 - Aleteia, SIAME / Postado por: Paulo Alves
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