Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Brasil: Quem está traçando “A Regra do Jogo” são “Os Dez Mandamentos”

Uma inédita guerra de audiência e de valores na televisão brasileira chama a atenção para o cansaço do público diante do vazio moral.


O principal produto comercial da TV Globo, a chamada “novela das nove”, tem perdido audiência e repercussão há vários anos, mas, pela primeira vez na história, foi agora ultrapassado em audiência por uma concorrente.

A Globo é uma das maiores produtoras mundiais de telenovelas, exportadas para dezenas de países, e sua influência nos costumes dos brasileiros já foi objeto de estudos inclusive de veículos internacionais como a revista britânica “The Economist“. As novelas da emissora foram apontadas como importantes instrumentos sociológicos para mudar a mentalidade das classes baixa e média do país no tocante a valores morais e familiares, tornando mais “naturais” não só fenômenos como a coabitação, o divórcio e a prática sexual dissociada do amor matrimonial, mas também a infidelidade conjugal, o aborto, o relativismo ético, a vingança, a aceitação de trapaças como meio de ascensão social e a banalização da maldade, com vilões e vilãs que frequentemente se tornam mais populares e até “queridos” que os tradicionais “mocinhos e mocinhas” – estes representados muitas vezes como “chatos” e “bobos”.

Mas a longa sequência de telenovelas panfletárias e relativistas da maior emissora do país não parece estar agradando tanto assim ao telespectador. A carga intensa de erotismo, futilidade, violência, maldade e falta de sentido existencial em novelas como “Em Família”, “Império”, “Babilônia” e agora “A Regra do Jogo” tem sido acompanhada de uma perda crescente de audiência, conforme as medições do Ibope.

Ainda assim, a popular “novela das nove” se mantinha em primeiro lugar na audiência nacional havia décadas até que uma inesperada “novela bíblica” mudou “as regras do jogo” impostas pela Rede Globo.

“Os Dez Mandamentos” é uma obra produzida pela TV Record, emissora ligada à organização Igreja Universal do Reino de Deus. A organização é alvo de dezenas de acusações de exploração de fiéis para fins lucrativos, inclusive por parte de ex-pastores como Mário Justino (seu livro “Nos Bastidores do Reino“, que chegou a ser judicialmente proibido no Brasil na década de 1990, contém acusações bombásticas contra o fundador da igreja, Edir Macedo, e relata práticas institucionalizadas de extorsão, manipulação e lavagem cerebral que seriam cotidianas na organização). O recente investimento da rede em tramas de fundo bíblico, no entanto, tem atraído inclusive um público não religioso, mas cansado do vazio moral da Globo e pelo menos curioso para conhecer a saga de 
Moisés e do povo eleito, conduzido da escravidão no Egito para a Terra Prometida – com direito a muitos efeitos especiais que, é preciso reconhecer, fazem parte do chamariz.

As redes sociais têm sido prolíficas em gerar “memes” contrastando Moisés e o anti-herói da trama concorrente, envolvido com uma violenta facção criminosa do Rio de Janeiro. Os comentários sobre a história bíblica trazem termos como “decente” e “ensinamentos”, enquanto a história da Globo é pontuada por palavras como “baixaria” e “lixo”.

“Sim, pode-se dizer que é uma guerra de valores”, afirma João Carlos Massarolo, pesquisador de narrativa seriada associado à Universidade Federal de São Carlos (UFScar) e entrevistado pela edição desta semana da revista “Veja“.

A Record não foi a única emissora a se aproveitar da opção da Globo por tramas amorais vendidas como “realistas” (como se a realidade contivesse apenas elementos amorais, imorais e marcadamente relativistas). O SBT também cresceu em audiência apostando na adaptação de tramas infantis mexicanas ou argentinas, como “Chiquititas”, “Carrossel” e “Cúmplices de um Resgate”. Mesmo a Band, pouco dada a telenovelas, investiu com acerto na dublagem de novelas importadas de um país improvável como a Turquia: tramas como “Mil e Uma Noites” e “Fatmagül” têm mais que dobrado a audiência da emissora paulista com histórias que abordam dilemas éticos a partir de uma perspectiva familiar tradicional.

A relativização moral, onipresente na sociedade brasileira contemporânea, parece ter começado finalmente a encontrar seus limites nos anseios humanos por mais sentido de vida e por mais solidez nas referências comportamentais.


Segunda, 23/11/2015 - Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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