Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Associação Mundial de Psiquiatria afirma: religião e espiritualidade previnem doenças mentais

Por outro lado, visões fanáticas de espiritualidade e religião podem piorar quadros depressivos, transtornos mentais e abuso de drogas.


No início deste mês, a Associação Mundial de Psiquiatria divulgou um documento em que afirma que religião e espiritualidade têm impacto relevante no tratamento e na prevenção de doenças mentais. Por outro lado, a falta de espiritualidade ou visões fanáticas de espiritualidade e religião podem piorar os quadros depressivos e aumentar o risco tanto de transtornos mentais quanto de abuso de drogas.

Para chegar a esta conclusão, a Associação analisou mais de 3.000 estudos sobre a relação entre espiritualidade e saúde mental. Os resultados indicam que a qualidade de vida e a sociabilidade melhoram com a prática espiritual e religiosa, combatendo o estresse causado por perdas, a depressão e a tendência suicida, além de ajudar na recuperação de pessoas que tentaram o suicídio.

Há dois anos, a publicação de outra pesquisa ajudou a ciência a entender um pouco melhor a influência espiritual na espessura do córtex, que é a membrana que reveste o cérebro: quando o córtex é mais fino, maiores são chances de se desenvolver a depressão; e quanto mais se nutre a religiosidade e a espiritualidade, mais espesso tende a ser o córtex, diminuindo, por conseguinte, o risco de depressão. A pesquisa foi feita na Universidade Columbia, dos Estados Unidos, e publicada no periódico JAMA Psychiatry.

Estudos anteriores já tinham indicado que, nas pessoas com histórico familiar de depressão, a espiritualidade reduz em até 90% o risco de desenvolver o transtorno. Os autores da pesquisa publicada em 2013 focaram em estudar de que forma a religiosidade se relaciona com a redução da depressão.

Durante cinco anos, eles analisaram 103 pessoas de 18 a 54 anos, das quais uma parte tinha predisposição genética para a depressão. Foi avaliada, nos 103 voluntários, a importância da religião e a frequência a templos e igrejas, além de serem feitos exames de ressonância magnética para verificar a anatomia cerebral. Os pesquisadores observaram que os participantes que davam mais importância a questões espirituais possuíam um córtex mais espesso em algumas áreas do cérebro. A associação entre religiosidade e espessura do córtex foi confirmada em todos os participantes, mas foi mais forte entre aqueles que tinham histórico de depressão na família.


Quarta, 25/11/2015 - Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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