Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Você mataria este menino sabendo que ele é Adolf Hitler?

New York Times: uma pergunta cruel e uma ideia distorcida sobre o livre arbítrio.


Se, por absurdo, você pudesse encontrar Adolf Hitler quando ele ainda era criança, você o mataria?

Esta foi a pergunta que o jornal The New York Times fez aos seus leitores, embalado pelo recente frenesi em torno ao filme “De Volta para o Futuro” e seu enredo de viagens no tempo. O resultado da pesquisa foi anunciado via Twitter: 42% responderam que matariam o garoto de olhos sonhadores que viria a se tornar o Führer nazista. 30% não o matariam e 28% não souberam o que decidir.

É importante recordar que as pesquisas via Twitter não têm valor científico, mas este caso, em concreto, sugere uma possível concepção geral de que cada pessoa está de alguma forma “predestinada” a fazer o que faz – e que nada poderia alterar o seu “destino”, exceto, talvez, soluções radicais como o assassinato. A maioria dos participantes da enquete se declarou disposta a matar um inocente (o menino Adolf) para punir um criminoso (o adulto Hitler).

O caso indica a nossa ilusão de ler em todo ser humano “digitalizado” um prenúncio do gênio ou da abjeção. Chamamos isso de “metadados” – e ainda não sabemos até que ponto o Google já nos classificou e arquivou em sua memória mais profunda e inacessível com base neles. Quando os metadados indicam que algo ou alguém é mau, tendemos a acatar essa catalogação sem muito senso crítico: podemos até reagir como se nos fosse indicado o próprio signo do diabo e dispensamos maiores aprofundamentos antes de condenar o “acusado” à fogueira (assim como é comum condenarem sumariamente a Igreja à fogueira por “ter queimado milhões de pessoas na Idade Média”, embora os historiadores mais sérios desmintam as lendas sensacionalistas propagadas pelo laicismo mais raivoso a respeito da Inquisição – confira).

Foi o que ocorreu nesta brincadeira de eugenia anacrônica do New York Times.

A propósito, você mataria este menino?


Terça, 27/10/2015 - Aleteia, Lucandrea Massaro / Postado por: Paulo Alves
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