Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Você mataria este menino sabendo que ele é Adolf Hitler?

New York Times: uma pergunta cruel e uma ideia distorcida sobre o livre arbítrio.


Se, por absurdo, você pudesse encontrar Adolf Hitler quando ele ainda era criança, você o mataria?

Esta foi a pergunta que o jornal The New York Times fez aos seus leitores, embalado pelo recente frenesi em torno ao filme “De Volta para o Futuro” e seu enredo de viagens no tempo. O resultado da pesquisa foi anunciado via Twitter: 42% responderam que matariam o garoto de olhos sonhadores que viria a se tornar o Führer nazista. 30% não o matariam e 28% não souberam o que decidir.

É importante recordar que as pesquisas via Twitter não têm valor científico, mas este caso, em concreto, sugere uma possível concepção geral de que cada pessoa está de alguma forma “predestinada” a fazer o que faz – e que nada poderia alterar o seu “destino”, exceto, talvez, soluções radicais como o assassinato. A maioria dos participantes da enquete se declarou disposta a matar um inocente (o menino Adolf) para punir um criminoso (o adulto Hitler).

O caso indica a nossa ilusão de ler em todo ser humano “digitalizado” um prenúncio do gênio ou da abjeção. Chamamos isso de “metadados” – e ainda não sabemos até que ponto o Google já nos classificou e arquivou em sua memória mais profunda e inacessível com base neles. Quando os metadados indicam que algo ou alguém é mau, tendemos a acatar essa catalogação sem muito senso crítico: podemos até reagir como se nos fosse indicado o próprio signo do diabo e dispensamos maiores aprofundamentos antes de condenar o “acusado” à fogueira (assim como é comum condenarem sumariamente a Igreja à fogueira por “ter queimado milhões de pessoas na Idade Média”, embora os historiadores mais sérios desmintam as lendas sensacionalistas propagadas pelo laicismo mais raivoso a respeito da Inquisição – confira).

Foi o que ocorreu nesta brincadeira de eugenia anacrônica do New York Times.

A propósito, você mataria este menino?


Terça, 27/10/2015 - Aleteia, Lucandrea Massaro / Postado por: Paulo Alves
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...