Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Linda, talentosa, estável, 26 anos: mas ela deixou tudo e foi para o convento

"Uma loucura aos olhos dos homens - mas não aos olhos de Deus".


Depois de alguns anos de discernimento, a jovem professora Stéphanie, de 26 anos, tomou a decisão de sua vida: oferecer toda a sua existência a Deus, entrando no convento. Nós conversamos com ela alguns dias antes do seu ingresso na comunidade beneditina da Abadia de Nossa Senhora de Pesquié, em Ariège, na França.

Quando você descobriu a fé?

Stéphanie: Eu nunca cheguei a “perder a fé”. Após o falecimento da minha irmã, a minha fé que andava meio dormente se reacendeu. Eu comecei profundamente a crer e a desejar progredir espiritualmente na minha vida. Eu perdi uma irmã em 2005, quando ela ia para a Jornada Mundial da Juventude em Colônia. Esse acontecimento, sem dúvida, foi crucial no meu discernimento. A morte dela foi um verdadeiro ponto de virada na minha vida espiritual. Eu me dei conta da importância da nossa vida; que nós estamos na Terra por um tempo limitado, que nós viemos de Deus e gostaríamos de voltar para Ele um dia. Eu venho de uma família católica muito religiosa, mas acho que, até agora, eu ia à igreja mais por rotina e mimetismo.

Quando começou a brotar a ideia de entrar no convento?

Stéphanie: Uns anos depois, em 2008, depois de uma peregrinação, eu senti uma atração de Deus durante a missa e um forte desejo de amá-lo. A partir daquele momento, eu vivi com sede de Absoluto! A ideia de dedicar a minha vida a Ele e entrar para um convento ficou mais premente. Eu senti um verdadeiro amor de Deus, como se eu me apaixonasse por Ele. Eu precisava ir à missa todos os dias, precisava passar o tempo junto com Ele. Esse grande desejo durou apenas alguns meses. Os anos passaram: eu tinha deixado esse assunto de lado, embora ele voltasse de tempos em tempos. Comecei a trabalhar como professora e fui levando a minha vidinha parisiense. Estava feliz, mas não completa. Com o tempo, o desejo de colocar Deus no centro da minha vida foi crescendo. Comecei a fazer oração todas as manhãs e orar a Deus para me ajudar a orientar a minha vida. Então fui fazer um retiro, e o meu diretor espiritual me perguntou por que eu não oferecia a minha vida a Deus. A ideia nunca tinha me abandonado de todo, e, depois disso, virou uma evidência… Mas essa evidência era vertiginosa! Eu sentia sede de Deus, mas a decisão foi difícil diante de uma escolha tão radical.

Quem foi a primeira pessoa que soube da sua decisão?

Stéphanie: Eu fui informar primeiro a diretora da escola, antes mesmo da minha família ou do meu diretor espiritual! Ela ficou de queixo caído. Os meus pais receberam a notícia com alegria e com emoção, mesmo sabendo que nós vamos nos ver menos de agora em diante. Mas eu admiro a coragem e a fé deles. Mamãe me disse que sempre tinha visto os filhos como um presente de Deus e que, no fim das contas, os filhos pertencem a Ele.

Algum santo inspirou você neste percurso?

Stéphanie: Santa Teresa me ajudou a viver o momento presente. Com ela, eu tomei consciência da minha pequenez diante do amor de Deus… São Bento também me guiou desde que tomei a decisão no dia da festa dele. A oração de abandono do beato Charles de Foucauld me agrada de modo especial e eu procuro rezá-la todos os dias.

O que você pensa sobre esta vida que está prestes a ficar para trás: a diversão, o cotidiano, os namoros… Não vai sentir falta?

Stéphanie: Não. E, sendo sincera, isso me parecia um pouco superficial. Não é nisso que você encontra a felicidade; é nos relacionamentos profundos. A minha fé me leva a não viver superficialmente, porque não é nisso que Deus está. Já os momentos com a minha família e com os meus amigos vão me fazer falta e eu estou consciente de estar renunciando a muitas coisas, mas sei que o essencial eu vou encontrar lá, na abadia. É verdade que, aos olhos dos homens, talvez seja loucura abandonar a vida em sociedade, mas não é uma loucura aos olhos de Deus.

O que as religiosas oferecem à sociedade, na sua opinião?

Stéphanie: As freiras se apartam do mundo e, ao mesmo tempo, estão muito presentes nele. Elas se mantêm a par da atualidade e não perdem uma oportunidade de orar por toda a humanidade. As orações deles são importantes. Elas são verdadeiras sentinelas do Invisível: ninguém as vê, e, ainda assim, elas são essenciais para a sociedade. Nós vivemos num mundo individualista, sem pontos de referência, que precisa mais do que nunca da presença espiritual e da oração dos religiosos.


Terça, 27/10/2015 - Aleteia, Arthur Herlin / Postado por: Paulo Alves
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