Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Então Lula não era o Messias? Nem Dilma? Nem Aécio? Nem Marina?

O programa Roda Viva, da TV Cultura, entrevistou na última segunda-feira, 28 de setembro, dois autores de um dos mais “célebres” pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff: o jurista Hélio Bicudo, um dos fundadores do próprio Partido dos Trabalhadores (PT), e a doutora Janaína Paschoal, professora de Direito na Universidade de São Paulo (USP). Hélio Bicudo e Janaína Paschoal criticaram duramente o PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também a oposição, a quem Bicudo classificou de “bastante covarde”.

Bicudo afirmou que Lula enriqueceu de forma ilícita, usando a presidência da República em proveito próprio. “O Lula se corrompeu e corrompe a sociedade brasileira como ela é hoje através da sua atuação como presidente da República”. Para ele, o PT “vestiu-se de uma vestimenta de que o partido era o salvador da pátria”. O próprio Bicudo disse que “foi nessa”, mas “quando eu percebi que não era, eu saí do PT”. Ele deixou o partido em 2005, com o escândalo do mensalão.

Sua maior decepção dentro do PT foi o suposto enriquecimento ilícito do ex-presidente Lula. “O que mais me impressionou foi o enriquecimento ilícito do Lula. Ninguém fala nisso, mas eu conheci o Lula numa casa de 40 metros quadrados. Hoje, o Lula é uma das grandes fortunas do país. Ele e os seus filhos”. Quando conheceu o Lula candidato ao governo de São Paulo, “era um panorama completamente diferente do que se vê hoje no Lula quando ele fala. Ele falava para obter o poder e usar o poder em benefício próprio e dos seus, da sua família, e todo mundo sabe disso. Quem é que está atrás disso? Quem quer que isso venha à tona. É preciso ver o que essas pessoas fizeram para ter isso”. Para Hélio Bicudo, “Lula é o dono do PT”. O partido “contaminou as instituições do Brasil de ponta a ponta”, diz ele, que também critica a oposição por ser “bastante covarde” no tocante ao pedido de impeachment da presidente Dilma.

Janaína também considera a oposição “frustrante”: “É frustrante quando nós ouvimos os principais representantes, os porta-vozes, digamos assim, da oposição, fazendo a defesa do governo. Veja, ninguém está pedindo pra acusar, até porque ninguém é obrigado a concordar com o nosso ponto de vista. Eventualmente, o ex-presidente Fernando Henrique tem elementos pra entender que não é oportuno, que não seria adequado. E nós temos que respeitar a opinião dele”. Bicudo agrega: “Mas ele que guarde a opinião para ele. 

Porque ele está querendo amealhar vozes contrárias [ao impeachment]. Olha o governador de São Paulo, por exemplo, [dizendo] que ‘não é momento para o impeachment’. Como é que ele sabe que não é o momento? Ele quer empurrar o pedido pra trás, não pra frente”.
Hélio Bicudo criticou ainda Rui Falcão, presidente do PT, como “autoritário, que se sente dono do partido. Como você pode conciliar o sistema democrático com esse tipo de partido? Não existe. Esse é um partido da autoridade, autoritário”.

Janaína Paschoal foi enfática: “Eles [o PT] reverenciam ditaduras. E isso reiteradamente”. Eles têm razão quando criticam a ditadura militar, observa Janaína, mas “as ditaduras da América Latina dos dias de hoje são protegidas, são reverenciadas, os ditadores vêm aqui e são tratados como chefes de Estado, como quaisquer outros (…) O autoritarismo também está aí”.

Para a professora de Direito, essa conivência reflete o sentimento de que “tudo é deles. Quando eles reverenciam estas ditaduras, quando a financiam, eles estão mostrando que tudo é deles. A Petrobras é deles, o dinheiro público é deles. Lidam como se fosse deles e não do povo”.


O programa Roda Viva, da TV Cultura, entrevistou na última segunda-feira, 28 de setembro, dois autores de um dos mais “célebres” pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff: o jurista Hélio Bicudo, um dos fundadores do próprio Partido dos Trabalhadores (PT), e a doutora Janaína Paschoal, professora de Direito na Universidade de São Paulo (USP). Hélio Bicudo e Janaína Paschoal criticaram duramente o PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também a oposição, a quem Bicudo classificou de “bastante covarde”.

Bicudo afirmou que Lula enriqueceu de forma ilícita, usando a presidência da República em proveito próprio. “O Lula se corrompeu e corrompe a sociedade brasileira como ela é hoje através da sua atuação como presidente da República”. Para ele, o PT “vestiu-se de uma vestimenta de que o partido era o salvador da pátria”. O próprio Bicudo disse que “foi nessa”, mas “quando eu percebi que não era, eu saí do PT”. Ele deixou o partido em 2005, com o escândalo do mensalão.

Sua maior decepção dentro do PT foi o suposto enriquecimento ilícito do ex-presidente Lula. “O que mais me impressionou foi o enriquecimento ilícito do Lula. Ninguém fala nisso, mas eu conheci o Lula numa casa de 40 metros quadrados. Hoje, o Lula é uma das grandes fortunas do país. Ele e os seus filhos”. Quando conheceu o Lula candidato ao governo de São Paulo, “era um panorama completamente diferente do que se vê hoje no Lula quando ele fala. Ele falava para obter o poder e usar o poder em benefício próprio e dos seus, da sua família, e todo mundo sabe disso. Quem é que está atrás disso? Quem quer que isso venha à tona. É preciso ver o que essas pessoas fizeram para ter isso”. Para Hélio Bicudo, “Lula é o dono do PT”. O partido “contaminou as instituições do Brasil de ponta a ponta”, diz ele, que também critica a oposição por ser “bastante covarde” no tocante ao pedido de impeachment da presidente Dilma.

Janaína também considera a oposição “frustrante”: “É frustrante quando nós ouvimos os principais representantes, os porta-vozes, digamos assim, da oposição, fazendo a defesa do governo. Veja, ninguém está pedindo pra acusar, até porque ninguém é obrigado a concordar com o nosso ponto de vista. Eventualmente, o ex-presidente Fernando Henrique tem elementos pra entender que não é oportuno, que não seria adequado. E nós temos que respeitar a opinião dele”. Bicudo agrega: “Mas ele que guarde a opinião para ele. Porque ele está querendo amealhar vozes contrárias [ao impeachment]. Olha o governador de São Paulo, por exemplo, [dizendo] que ‘não é momento para o impeachment’. Como é que ele sabe que não é o momento? Ele quer empurrar o pedido pra trás, não pra frente”.

Hélio Bicudo criticou ainda Rui Falcão, presidente do PT, como “autoritário, que se sente dono do partido. Como você pode conciliar o sistema democrático com esse tipo de partido? Não existe. Esse é um partido da autoridade, autoritário”.

Janaína Paschoal foi enfática: “Eles [o PT] reverenciam ditaduras. E isso reiteradamente”. Eles têm razão quando criticam a ditadura militar, observa Janaína, mas “as ditaduras da América Latina dos dias de hoje são protegidas, são reverenciadas, os ditadores vêm aqui e são tratados como chefes de Estado, como quaisquer outros (…) O autoritarismo também está aí”.

Para a professora de Direito, essa conivência reflete o sentimento de que “tudo é deles. Quando eles reverenciam estas ditaduras, quando a financiam, eles estão mostrando que tudo é deles. A Petrobras é deles, o dinheiro público é deles. Lidam como se fosse deles e não do povo”.


A entrevista completa você confere neste vídeo:



Por que o blog está publicando isto?

Porque nós, católicos, embora “cidadãos do céu” e apenas “peregrinos” nesta terra, não temos direito algum a ser alienados e indiferentes à realidade política do país em que vivemos. A realidade política do nosso país põe em risco a nossa dignidade de filhos de Deus. Não podemos ser seus cúmplices.

Além do dever cristão de defender a verdade e o bem, temos a obrigação de recordar que endeusar quem quer que seja é heresia. E tanto há católicos endeusando Lula e Dilma quanto Aécio ou Marina. 

Eles não são deuses. Eles não são o Messias. Eles não são os salvadores da pátria.


Se queremos que a nossa pátria cuide melhor dos nossos filhos, é hora de acordarmos para esta obviedade e pararmos de adorar bezerros de ouro – pastem eles no partido que seja.


Quinta, 01/10/2015 - Fonte: Aleteia Team / Postado por: Paulo alves
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...