Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2018

“Queridos filhos,

Através do Grande Amor do PAI CELESTIAL, EU estou com vocês como sua MÃE e vocês estão comigo como MEUS filhos, como Apóstolos do Meu Amor que sem cessar, reúnem-se em torno de MIM.

Filhos MEUS, vocês são aqueles que, como a oração, devem abandonar-se totalmente ao MEU FILHO, a fim de que não sejam mais vocês a viverem, mas o MEU FILHO em vocês; de modo que todos aqueles que não O conheçam, O vejam em vocês e desejem conhecê-lo.

Rezem para que eles vejam em vocês uma humildade decidida e bondade, disponibilidade a servir os outros; que vejam que vocês vivem a sua vocação no mundo com o coração, em comunhão com o MEU FILHO. Que eles vejam em vocês mansidão, ternura e amor ao MEU FILHO, como também aos seus irmãos e irmãs. Apóstolos do MEU AMOR, vocês devem rezar muito e purificar os seus corações de odo que sejam vocês os primeiros a caminhar no caminho do MEU FILHO de modo que sejam vocês os justos unidos pela JUSTIÇA do MEU FILHO.

Filhos MEUS, como MEUS Apóstolos vocês devem estar unidos na comunhão que flui do MEU FILHO, a fim de que os MEUS filhos que não conhecem o MEU FILHO reconheçam uma comunhão de amor e desejem caminhar no caminho da vida, no caminho da unidade com o MEU FILHO.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

“Católicos não se envolvem em política”. É mesmo? Então diga isto ao papa Francisco.

 Santo Padre é perfeitamente claro: "Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão". Mas de que política ele está falando?

De maneira lamentável (profundamente e assustadoramente lamentável), há muitos católicos que não entendem a diferença entre política e dinâmicas partidárias. Assim, tampouco entendem o significado da separação entre Igreja e Estado, confundindo-a com uma suposta (e absurda) separação total entre a Igreja e a política.

O termo “política” vem da palavra grega “pólis“, que significa “cidade“. Originalmente, a política é a “gestão da cidade”, da comunidade, da vida social, focada no bem comum. Essa gestão, obviamente, requer a participação de todos os cidadãos.

“Política” é, portanto, o exercício do poder de decisão: seja o poder pessoal de decisão sobre a própria vida, seja o poder de participar nas decisões da própria comunidade. Todo ser humano é um ser político neste sentido.

Historicamente, esse poder de decisão tem sido terceirizado a “representantes” dos cidadãos. Na assim chamada “democracia”,  esses representantes se organizam em partidos: trata-se de grupos que, em teoria, defendem propostas específicas de gestão da comunidade. Na prática, nem sempre é fácil saber qual é, exatamente, a proposta  específica de cada partido para promover o real bem-estar da população; é bastante comum que os partidos digam xis e façam ípsilon, ou se aliem de maneiras pouco coerentes com as propostas que supostamente defendem. A partir dessa confusa “gestão da comunidade” feita pelos representantes do povo, surge no próprio povo a ideia errônea de que “política” é apenas a dinâmica partidária (ou partidarista), com todos os seus famosos “bastidores” onde não param de explodir escândalos de corrupção ou, pelo menos, de incompetência.

A dinâmica partidária é apenas um aspecto da política: não é “a” política.


O católico tem, primeiramente, o dever de entender essa diferença para, em seguida, exercer o dever de fazer a sua parte na boa gestão da comunidade. O bem comum, afinal, deve ser promovido por todos – e não apenas esperado de braços cruzados. Daí a fazer “politicagem” há uma grande diferença. O católico não faz “politicagem”. O católico participa da política. E de maneira claramente fiel à boa nova de Jesus Cristo, que nos assegurou que somos todos filhos de Deus Pai e nos convidou a “amar-nos uns aos outros como Ele nos ama”. Pois bem, isto exige um comprometimento com o bem comum.

Durante uma audiência na Sala Paulo VI, no Vaticano, o papa Francisco foi perguntado sobre como deve ser o nosso compromisso evangélico no tocante à sociedade e, por conseguinte, à vida política.

O Santo Padre respondeu com clareza:

Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão. Nós, cristãos, não podemos nos fazer de Pilatos e lavar as mãos. Não podemos! Devemos nos envolver na política porque a política é uma das formas mais elevadas da caridade, porque ela procura o bem comum.
Os leigos cristãos devem trabalhar na política.
A política está muito suja, mas eu me pergunto: está suja por quê? Porque os cristãos não se envolveram nela com espírito evangélico? É uma pergunta que eu faço.
É fácil dizer que a culpa é dos outros… Mas eu, o que eu faço? Isto é um dever! Trabalhar pelo bem comum é um dever do cristão.
Prefere ouvi-lo da boca do próprio Santo Padre? Então ouça:




Sexta, 02/10/2015 - Fonte: Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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