Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Bud Spencer: agora preciso da fé mais do que nunca

O ator de 86 anos fala de religião e faz um balanço da sua vida: “Cometi muitos erros, agora estou nas mãos do Senhor”.


“Com quem eu gostaria de ter minha última refeição? Um belo prato de spaghetti, em companhia de Jesus.”

Ele foi um herói do “Spaghetti Western”, junto a Terence Hill, depois de triunfar em sua juventude como campeão olímpico de natação.

Agora, Bud Spencer, em uma recente entrevista ao jornal alemão Welt am Sonntag, a propósito do seu novo livro, “Como Ergo Sum”, se confessa sobre temas íntimos e muito delicados: sua relação com a religião, com o final da vida, com o que há depois da morte.

“Em minha velhice avançada, preciso da religião, preciso da fé. Creio em Deus, isso é o que me salva”, explica Carlo Pedersoli (seu verdadeiro nome). No entanto, continua ele, “percebi que tudo aquilo a que eu dava um grande valor não é nada: o esporte, no qual eu queria me afirmar, a popularidade. Quem se orgulha dessas coisas, quem busca somente o sucesso, a fama, é um idiota.”

Erros e arrependimentos

Bud admite não ter sido precisamente um santo em sua vida. E só agora percebe os erros do passado. “Cometi muitos erros, com as mulheres, com os amigos, erros grandes, loucuras. Agora que tenho quase 86 anos, vejo as coisas de maneira muito diferente. A vida me ensinou que as coisas importantes são outras.”

Ele não evita o tema da morte, muito pelo contrário: “Estou cada vez mais apaixonado pela vida, cada dia que passa, mas a morte não me assusta. Porque acho que, na verdade, a pessoa não morre, e que a alma continua viva mesmo depois de deixar a terra. Tenho certeza de que a vida continua. No entanto, enfrentarei a morte com dignidade, e com a mesma dignidade enfrentarei o juízo de Deus”.

“Não sou um herói”

Esta mesma dignidade o leva a dizer: “Não me interessa um ‘adeus’ de heróis. Sou um homem como os outros. A vida é uma farsa, muita fumaça para os olhos, muitas alegrias, mas também muitas desilusões. O heroísmo, no meu caso, é algo artificial, uma ficção. O verdadeiro herói é somente aquele que dá a vida pelo seu país ou protege sua família com um ato extraordinário. Eu não sou um desses”.


Domingo, 04/10/2015 - Fonte: Aleteia, Gelsomino Del Guercio / Postado por: Paulo Alves
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