Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Os estigmas de São Padre Pio

“As lesões do padre Pio não são de origem natural”, atestaram renomados médicos que o estudaram durante anos.

Foram cinco as chagas de Cristo durante a crucificação: uma em cada mão, uma em cada pé e uma do lado do coração. Ao longo da história do cristianismo, alguns santos receberam de Deus os chamados “estigmas”: a graça de sofrer as chagas de Cristo no próprio corpo não só espiritual, mas fisicamente, de modo visível ou invisível.

No dia 20 de setembro de 1910, o padre Pio de Pietrelcina recebeu os estigmas invisíveis. Em 1918, as chagas ficaram visíveis e duraram nada menos que cinquenta anos, até 23 de setembro de 1968.

O próprio padre Pio relata o misterioso dom em muitas de suas cartas. Durante anos e anos, ele foi literalmente estudado e analisado por diversos médicos, entre eles o doutor Giorgio Festa, um dos mais renomados médicos de Roma. No começo, o Dr. Giorgio era agnóstico. No começo… Depois, ele se tornou filho espiritual do padre Pio e relatou o seguinte diagnóstico:

“Do lado esquerdo do tórax, há um ferimento em feitio de cruz (…) Nessa região não se verifica o menor vestígio de infecção, edema ou inflamação da pele que circunda o ferimento. Essas feridas, com suas estranhas características anatômicas e patológicas, mais a constância com que vertem sangue vivo e perfumado, estão localizadas em pontos de seu corpo que correspondem às chagas do Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo”.

Outro médico bastante reconhecido, o Dr. Romanelli, concluiu depois de estudar o caso do padre Pio:

Exclui-se que a etiologia das lesões do Padre Pio seja de origem natural. O agente produtor deveria ser buscado, sem medo de equivocar-nos, no sobrenatural, já que o fato constitui por si mesmo um fenômeno inexplicável a partir da ciência humana sozinha”.

Os estigmas causavam a São Padre Pio um intenso e constante sofrimento que interferia em todo o seu dia-a-dia: ele sequer podia fechar as mãos. As feridas o impediam de escrever bem, porque ele não podia firmar os dedos na caneta. Não podia segurar com firmeza objeto algum. Não podia carregar peso. Não podia sequer pegar uma cadeira e mudá-la de lugar. Por causa do sangue, precisava usar luvas de malha de cor marrom durante o dia e de cor branca durante a noite. Para lavar o rosto, precisava de luvas impermeáveis. Ele próprio fazia a assepsia de suas feridas. Não podia inclinar-se: a chaga do tórax logo começava a sangrar. Para vestir a camiseta, o hábito e o capuz franciscano, São Padre Pio precisava de ajuda.

Parece que havia uma ligação entre o seu sofrimento e a sua eficácia ministerial: quanto mais ele sofria, mais conseguia a conversão de grandes pecadores.

Ele mesmo dizia aos seus dirigidos espirituais: “As almas custam sangue”.

Como já tinha dito São Paulo, “eu completo na minha carne o que falta aos sofrimentos de Cristo”.


Quarta, 23/09/2015 - Fonte: Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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